Enquanto a esquerda escreve a história com mentiras, a direita é silenciada com algemas jurídicas e narrativas manipuladas.

Teve início nesta semana o julgamento mais injusto da nossa história recente.

E nesse texto incluo não apenas Bolsonaro, mas absolutamente todos os envolvidos na chamada “trama”, que prefiro denominar de farsa golpista.

Desde 2019, vemos um movimento de perseguição política, com inquéritos abertos de forma ilegal e conduzidos de maneira imoral, sem fim, sem acesso dos envolvidos e, pior ainda, com o silêncio de quem deveria barrar uma casta que jamais teve superpoderes.

Ministros da mais alta corte, que outrora prenderam toda uma quadrilha de corruptos e declararam que o Brasil vivia uma “cleptocracia”, deixaram penas prescreverem simplesmente por não cumprirem suas funções. Hoje, reabilitam as figuras mais controversas da política brasileira. Bandidos soltos, inocentes presos: exatamente como vemos em ditaduras que pareciam tão distantes da nossa democracia pujante.

O dia 8 de janeiro foi a maior emboscada da nossa história. Todos sabiam o que aconteceria e todos sabiam o resultado final. O enredo, uma cópia do 6 de janeiro nos EUA, também foi usado pela oposição para criar uma fantasiosa trama de golpe. Mas a realidade é que o então presidente Bolsonaro já havia entregue o cargo, inclusive nomeando os comandantes das Forças Armadas escolhidos por Lula. Apenas isso já desmontaria a narrativa falaciosa.

Além disso, Bolsonaro estava fora do país e sempre manifestou apoio a manifestações pacíficas e ordeiras, bem diferente da esquerda, cuja história é marcada por atos de vandalismo e depredação. No dia 8, um grupo de manifestantes foi até a Praça dos Três Poderes. Lá, foram revistados e orientados a entrar em prédios públicos já abertos e depredados. Quem esteve lá ou conhece alguém que esteve sabe o que aconteceu: pessoas encapuzadas, com ordens claras, utilizando até walkie-talkies para comunicação. Foi organizado, foi premeditado e, após concluírem o serviço encomendado, desapareceram.

Todos viram, alguns foram contidos, e todos os indícios levam ao mesmo grupo político que hoje está à frente desse tribunal inquisitório. Provas apagadas pelo então ministro da Justiça, Flávio Dino, que agora figura como juiz no processo que ele mesmo manipulou. Seria a nomeação de ministro um prêmio pelos serviços prestados? Eu não tenho dúvidas.

Outro juiz, ou melhor, inquisidor, é o advogado pessoal de Lula, que voltou à cena por vingança, palavras dele mesmo. Soma-se a isso a ministra Cármen Lúcia, sempre seletiva com a censura, aplicando-a apenas quando serve para derrubar o “bolsonarismo”. E ainda Alexandre de Moraes, que acumula papéis de vítima, juiz e executor em um processo conduzido com velocidade incomum, diferente de tantos outros que prescrevem por “falta de tempo” do tribunal.

Esse julgamento jamais deveria estar no STF. Não há foro privilegiado, não há competência, e há fartas comprovações de suspeição. Vemos vazamentos de dados sigilosos, exatamente aquilo que a esquerda usou contra Sérgio Moro na Lava Jato, mas que agora convenientemente ignora. Agora tudo é válido, desde que sirva para derrubar um homem e qualquer pessoa próxima a ele.

Acusam um “golpe” sem armas, elemento essencial para configurar tal crime. Acusam um golpe em pleno domingo, durante o recesso, com prédios vazios, outro requisito inexistente para sustentar essa narrativa. Acusam um golpe sem adesão militar, aliás, foram esses mesmos os que enganaram o povo no que é considerada a maior mancha da história das Forças Armadas, o episódio de perfídia. Ou seja, nenhum elemento probatório sustenta as acusações contra Bolsonaro e os demais envolvidos no 8 de janeiro.

Grande parte dos chamados “réus” sequer depredou patrimônio público. Vazamentos de mensagens e conversas demonstram que Moraes manipulou provas e perseguiu pessoas, fato inclusive denunciado por seu próprio assistente em instâncias internacionais e silenciado pela grande imprensa brasileira, com raras exceções de jornalistas ainda corajosos.

Começa mais um episódio que mancha a verdadeira democracia do Brasil, revelando a podridão de um sistema corrupto instalado nos mais altos cargos da nação. Para quem acredita que não vivemos uma ditadura, não se esqueça: é exatamente assim que ela começa. E ela só se sustenta pela conivência de uma turba de perversos que justificam sua maldade de acordo com o que lhes convém.

No final, é inequívoco: nesse jogo de cartas marcadas, só há um desfecho provável. Em um país justo de verdade, os inquisidores já estariam presos pelos seus crimes e suas repetitivas ilegalidades.

Eu me pergunto para onde estão indo os valores, ou a humanidade. É evidente que uma parte expressiva da população não carrega mais consigo aquilo que torna o ser humano digno e capaz de discernir entre o bem e o mal. Chegamos a um ponto em que a injustiça é aplaudida, a mentira é festejada e a maldade se torna espetáculo. Aqueles que aplaudem a injustiça mostram sua própria ausência de humanidade.

A reflexão que fica é clara: você está aplaudindo o mal ou defendendo o que é justo?

A pergunta é retórica, mas não se esqueça: isso não é o fim, é apenas o começo de tudo.

Tay Pellegrini – Mãe, esposa, empresária. Conservadora, cristã, pró-vida. Liberdade até para quem discorda. Falo de política sem enrolação.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

You May Also Like

Lula, corrupção e marketing político: A verdade sobre a eleição que mudou o Brasil

O retorno de Luiz Inácio Lula da Silva à presidência do Brasil…

EUA: a formação de um Estado cristão

Todos sabemos que diferentemente do Brasil os valores americanos foram calcados no…

A nova ditadura está entre nós — e muitos ainda aplaudem

Chegamos novamente ao ponto de não retorno. Quando o povo já está…

STF ou Ministério da Verdade? O avanço da censura e o silêncio das big techs

Em nome do “combate à desinformação”, o Supremo Tribunal Federal impõe um…