Chegamos novamente ao ponto de não retorno. Quando o povo já está tão exausto que finalmente se rebela, desperta e vai às ruas lutar por seus direitos — ou, neste caso, pela manutenção deles.

Há mais de seis anos vemos o Brasil sofrer censura institucionalizada. Os mesmos que dizem estar “protegendo a sociedade dos fantasmas da ditadura” são exatamente os que implementam os horrores de uma nova ditadura, sob outro nome, com outro discurso — mas com os mesmos métodos.

Uma parcela expressiva da população não percebe e não irá acordar para a realidade. A História está repleta de exemplos assim. Na Venezuela, por exemplo, ainda há defensores de Maduro que falam em soberania nacional enquanto recebem esmolas para sobreviver. Não se diferem em nada dos petistas brasileiros que se vendem por uma “bolsa-esmola” ou um pacote de mortadela para defender criminosos em manifestações cada vez mais esvaziadas.

Enquanto isso, os pseudo-intelectuais tentam zombar dos outros usando o termo “pobre de direita”. Mas eu pergunto: em que mundo vivem? A esmagadora maioria dos pobres brasileiros, mesmo sem se intitular conservadora, é conservadora na prática.

Hoje é o pobre que:

Preserva a família, trabalha duro para sustentar seus filhos, clama por segurança pública para não ter o celular roubado — celular esse que ele paga em 12 vezes com suor e sacrifício, lota as igrejas, depende do SUS e quer um sistema de saúde digno, quer condições para gerar a vida — não para tirá-la.

Já a elite progressista, sustentada pelos pais e isolada da realidade, continua defendendo uma ideologia que fracassou em todos os cantos do mundo onde foi aplicada. E, ironicamente, se dizem “revolucionários” — quando, na verdade, se tornaram o sistema que dizem combater.

Hoje, ser revolucionário é defender a Deus, Pátria, Família e a Liberdade.

A verdadeira revolução já começou. A direita brasileira — seja liberal ou conservadora — luta contra um sistema aparelhado, misto de socialismo e globalismo. Um sistema que hoje se entrelaça, pois ambos querem o poder absoluto, e Lula tem uma dívida com cada um.

Afinal, quem sai da cadeia direto para a presidência não sai de graça. Lula deve muito mais à elite global do que a seus amigos socialistas de longa data.

Foram anos e anos de aparelhamento das instituições, da cultura, da educação. Anos de normalização da corrupção. Trilhões desviados — como afirmou o próprio Gilmar Mendes, que seriam suficientes para financiar eleições até 2038. A corrupção comprou tudo, inclusive as Forças Armadas. Todos deram um golpe no Brasil — menos a direita.

Para entender o óbvio, basta observar: quem está sendo perseguido e quem são os perseguidores?

O esquerdista médio, que antes gritava “revolução!”, hoje defende uma ditadura só porque essa ditadura é “sua”. O liberal descolado da realidade ainda não enxerga o perigo, porque a perseguição ainda não chegou nele. Mas eu digo: ainda.

Está tudo “normal”, mas ninguém tem coragem de peitar o sistema — justamente porque tudo está anormal.

Mais uma vez, uma parcela “negacionista” alerta sobre o que está por vir. Conspiracionistas, dizem. Alguns riem. Outros zombam. E muitos só aceitarão a verdade quando ela for publicada com selo da Anvisa ou com metodologia de revisão por pares.

Mas, felizmente, há os que despertaram. Alguns sem nenhuma dose de realidade aplicada por mRNA. Outros, precisaram de duas ou três doses — não da vacina — mas de realidade, para enfim perceberem que estão sendo enquadrados. E ainda há os que terão miocardite… e agradecerão por ao menos não terem contraído o vírus do pensamento crítico.

E é assim que estamos divididos: entre os despertos, os convalescentes e os ignóbeis.

Tay Pellegrini – Mãe, esposa, empresária. Conservadora, cristã, pró-vida. Liberdade até para quem discorda. Falo de política sem enrolação.

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