Nova rede social contra censura viraliza nos Estados Unidos e Brasil

Trump, Bolsonaro e outros conservadores já aderiram a ‘Parler’ e Twitter aos poucos perde usuários

2045
Reprodução/Conexão Política

Milhares de internautas estão migrando para uma nova plataforma que promove o combate a censura, a chamada Parler. Definida como “uma plataforma em que você não precisa se preocupar em ser censurado ou banido porque pensa diferente de quem administra a rede”, segundo o co-fundador Ryan Fournier, um dos líderes do grupo de jovens ‘Students For Trump’.

A campanha para que a comunidade conservadora passe a fazer publicações pelo Parler está dando resultado. Vários políticos, palestrantes e internautas conservadores do mundo inteiro estão abandonando o Twitter, devido os recentes atos de restrição da fala de seus usuários.

Nos últimos dias, a plataforma Parler aumentou de 300 mil contas para mais de 1,5 milhão. A dimensão do sucesso da rede causou a queda do sistema no Brasil, nesta quarta (1º), devido a quantidade de acessos. O presidente Jair Bolsonaro foi um dos primeiros brasileiros a registrar uma conta, assim como os filhos dele, o senador Flávio Bolsonaro e o deputado Eduardo Bolsonaro.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump demonstrou apoio a novidade, mas ainda não possui uma conta oficial, porém Eric e Lara Trump, filho e nora do presidente norte-americano já aderiram a rede social. Além do senador americano Ted Cruz, Jim Jordan, Devin Nunes e Elise Stefanik, ex-embaixadora dos EUA nos Estados Unidos.

O ambiente surgiu ainda para demonstrar que a população não precisa de uma intervenção do governo nas plataformas virtuais, pelo contrário precisa de mais liberdade para expressar seus pensamentos e ideias. Por isso a alternativa adotada a simples mudança de mercado em função do exercício da livre escolha a qual todos têm direito.