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“Isso é crime contra a humanidade”, diz médico sobre estados omissos à cloroquina

Segundo Dr. Wong, o discurso de “sem comprovação científica” foi uma das maiores desculpas usadas por autoridades para proibir médicos de prescreverem o remédio

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O médico pediatra e toxicologista, Dr. Anthony Wong, recentemente compartilhou informações sobre a gestão prefeitos e governadores no combate ao coronavírus. Ele destacou o discurso de “sem comprovação científica” como uma das maiores desculpas usadas por autoridades mal intencionados para proibir médicos de prescrever hidroxicloroquina.

“As informações que nós temos, tanto do Ministério da Saúde, como de órgãos distribuidores… estamos tendo um excesso de suprimento de hidroxicloroquina. Está sendo escondido por governantes mal intencionados. Isso é crime contra a humanidade”, denunciou em entrevista à TV Jornal da Cidade Online.

O especialista cita o exemplo do próprio presidente para confirmar a eficácia da hidroxicloroquina. “O presidente Jair Bolsonaro se curou do coronavírus utilizando a hidroxicloroquina. Ele é do grupo de risco pois tem 65 anos e sofreu uma série de cirurgias no abdômen devido a facada. Essa histeria em torno do vírus chinês é 99% política e 1% saúde pública”, disse.

E acrescenta: “Não conheço ninguém que morreu por causa de hidroxicloroquina para prevenção de malária, por que agora?”, questiona.

Segundo Wong, a covid-19 deveria ser tratada como uma doença respiratória como outra qualquer, mas criou-se uma narrativa de um vírus extraordinário causa um temor que destruiu economias e além de afetar os contaminados pelo vírus teve grande influência em pessoas saudáveis.

“Com toda essa estratégia errada, você fez com que destruíssem economias, aumentou o isolamento social, aumentou a insegurança das pessoas, aumentou a depressão, suicídio, violência e principalmente a fome nos países mais pobres”, ressalta.

O médico critica as classes sociais mais favorecidas, que podem permanecer no conforto de suas casas sem grandes consequências; enquanto a parcela mais pobre da sociedade sofre com o desemprego, a fome e dependem do sistema público de saúde.

“As classes A e B estão muito egoístas. As classes C, D, E estão dividindo as coisas. As organizações criminosas perceberam a importância da hidroxicloroquina e estão dando hidroxicloroquina para as pessoas das favelas. As classes A e B não está querendo tomar por egoísmo, desinformação, alguma coisa assim.”

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