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Bioquímica francesa derruba mitos sobre a Covid-19

Corinne Reverbel questiona vacina e distanciamento social e expõe uma série de estudos que validam a eficácia da hidroxicloroquina

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A bioquímica e microbióloga francesa, Corinne Reverbel expôs uma série de mitos sobre a Covid-19 em seu Twitter. Ela destaca que uso de máscaras e o isolamento social não são medidas eficazes e que a hidroxicloroquina é o melhor caminho para prevenção ou tratamento da doença.

Reverbel é gerente de projetos de desenvolvimento de sites em otimização de mecanismos de busca e durante o surto de coronavírus tem reunido informações confiáveis e relevantes sobre o tema. Ela também aponta que ao contrário da vacina, a qual os efeitos ainda são tão somente especulativos, a hidroxicloroquina possui efeitos colaterais são pouco expressivos.

Um dos estudos publicados relaciona o uso preventivo da hidroxicloroquina à redução do risco contágio entre os profissionais da saúde. A cadeia de pesquisas indica benefícios entre pacientes com reumatismo, entre jovens e em idosos, registrando-se queda da taxa de mortalidade de 26,4% para 13,5% nos 2.541 pacientes do Hospital de Detroit. A azitromicina reduziu a taxa para 22,45%, sendo que a faixa etária média dos pacientes avaliados é de 64 anos.

Outro composto bastante avaliado em questão de eficácia no combate ao vírus é o Remdesivir. Produzido por grandes indústrias farmacêuticas, o remédio, em comparação a cloroquina, apresentou baixa redução na taxa de mortalidade. “Os pacientes que receberam #Remdesivir tiveram uma taxa de mortalidade de 13%, em comparação com 10% para aqueles que não receberam”, aponta.

Máscaras e isolamento

Reverbel não acredita na eficácia de métodos como o isolamento social ou uso de máscaras. Para validar seu entendimento ela cita o exemplo de países como Noruega, Finlândia, Suécia, Dinamarca e Holanda que decidiram não impor o uso do equipamento. “Não houve segunda onda, apesar do desconfinamento, apesar do festival de música, apesar das aglomerações… Essa imposição de máscaras, enquanto a epidemia acaba, não é baseada em nenhum dado científico”, diz ela.

Vacina

A especialista também questiona a esperança aplicada unicamente em um possível vacina. “Eles querem nos vacinar com uma vacina não testada, sob os procedimentos normais de segurança, e ninguém pode registrar uma reclamação contra a Aztra Zeneca se houver efeitos colaterais graves”.

Segundo ela, além de perigosa, a vacina pode não ser necessária, visto que nesta altura a população já pode dispor de imunidade coletiva. Desse modo a proporção vulnerável à infecção por coronavírus pode ser bem menor do que se imagina.

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