Colunistas Por que odeiam tanto o Bolsonaro?

Por que odeiam tanto o Bolsonaro?

Fim do pique esconde! As verdades que esconderam de você desde o recente caso Roberto Jefferson a gestão da pandemia. O escritor e historiador Pedro Delfino desmente narrativas e fake news contra o Presidente Jair Bolsonaro e seu Governo em super artigo

-

- Advertisment -
  • Bolsonaro bateu de frente com a desinformação da imprensa e com as arbitrariedades do Supremo Tribunal Federal (STF),
  • com a corrupção dos partidos políticos e com o financiamento dos artistas,
  • com as invasões do Movimento Sem Terra (MST) e com a proteção da bandidagem,
  • com a demonização da polícia e com a vitimização das minorias,
  • com os abusos de direitos humanos das ditaduras comunistas e com o aparelhamento do Estado brasileiro,
  • com a repartição dos ministérios e com as mordomias do funcionalismo público,
  • com a politização das escolas e universidades e com a dominação cultural das ideologias,
  • com o ocultamento do Foro de São Paulo e com a amizade entre o Partido dos Trabalhadores (PT) e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).

Fascista, nazista, machista, racista, taxista, violonista, ginecologista… Será mesmo??

Bolsonaro é o racista cujo melhor amigo é um negro. É o homofóbico cuja esposa tem um melhor amigo gay e permite que esse homossexual praticamente more na sua casa.

  • É o machista que mudou as regras dos títulos de terra para que eles saíssem em nome das mulheres (e não dos homens como era antes) e sancionou quase 100 leis em benefício das mulheres.
  • É o “exterminador de índios” que defende que os povos indígenas devem ganhar royalties e enriquecer com a exploração das riquezas minerais da floresta.
  • É o “presidente da elite” que fez o maior programa de assistência social da história do Brasil que paga o triplo do Bolsa Família.
  • É o corrupto que é está sendo chamado de ladrão pelo mentor dos dois maiores escândalos de corrupção da humanidade.
  • É o ditador que por várias vezes contrariou sua própria militância que pedia pela intervenção militar e que faz de tudo para não precisar haver uma ruptura institucional.
  • É o tirano que, mesmo apanhando todos os dias da imprensa, permanece como o maior defensor da liberdade de expressão.
  • É o totalitário que defende que a população possa se armar para garantir sua liberdade contra um Estado absolutista.
  • É o nazista que a todo momento defende Israel e que construiu uma grande relação de amizade entre os dois países.
  • É o fascista que busca diminuir o tamanho do Estado.
  • É o genocida cuja política de segurança pública SALVOU cerca de 80 mil brasileiros da morte.
  • É o negacionista que comprou 500 milhões de doses da vacina.
  • É o idiota que está fazendo o Brasil ser um dos países de melhor desempenho econômico no pós-pandemia.
Desfile cívico-militar do 7 de Setembro, que este ano comemora o Bicentenário (200 anos) da Independência do Brasil. Foto Antônio Cruz/Agência Brasil

Logo se vê que todos os rótulos que a oposição tenta colar no Jair Bolsonaro carecem de qualquer fundamento mínimo. Não passam de narrativas que inventam para transformar uma pessoa comum no maior demônio que já andou pela terra. Num ser monstruoso que faria de Hitler e Stalin Madres Teresas de Calcutá perto dele.

Tudo isso se dá por um simples fato: não podem acusá-lo de corrupção, então precisam ficar inventando essas bobagens para jogar a opinião da massa de desinformados contra ele. Bobo é quem cai ainda…

E ainda dizem que a economia não vai bem…

Ao mesmo tempo, esse governo implementou o maior programa de assistência social da história que triplicou o valor do Bolsa Família e o maior programa de redução de impostos já feito no Brasil.

Tudo isso com uma pandemia de 2 anos, com a maior guerra na Europa desde a II Guerra Mundial e com todo o sistema dia e noite fazendo de tudo para JOGAR CONTRA.

Imaginem o que esse mesmo governo não seria capaz de conseguir em um cenário favorável em que todos os brasileiros pensassem no bem do país e remassem na mesma direção…

Sobre o caso Roberto Jefferson

Não há dúvidas de que Roberto Jefferson estava em prisão domiciliar por uma decisão INJUSTA, ilegal e inconstitucional do Alexandre de Moraes, que o prendeu, assim como fez com outras pessoas, baseado no esdrúxulo inquérito das “milícias digitais”. Ponto.

Uma vez preso, a decisão exige que ele cumpra certas regras, tais como: não conceder entrevistas, não se manifestar na internet e não receber visitas. Afinal, a prisão domiciliar não deixa de ser um tipo de prisão e não é porque a pessoa está em casa que ela pode levar a sua vida como outra qualquer.

Roberto Jefferson descumpriu algumas dessas regras, principalmente por ter gravado e publicado um vídeo se posicionando contra a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia, em que ele a chama de “prostituta” e “arrombada”. “Ah, mas a oposição também xinga o Bolsonaro o dia inteiro de coisas tão pesadas quanto e ninguém faz nada”. Sim, é verdade. Está errado também. Mas, nesse caso, o problema foi uma pessoa em prisão domiciliar ter burlado as regras da prisão com a publicação do vídeo. As ofensas foram apenas um agravante.

Por causa disso, Alexandre de Moraes decidiu que a prisão domiciliar deveria ser revogada e mandou a Polícia Federal buscá-lo para mantê-lo em cárcere, já que Roberto Jefferson estava afrontando a Corte.
Nisso, quando os policiais chegaram à casa dele, foi que ele os recebeu jogando algumas granadas (!!) e dando tiros de fuzil para afugentar os policiais.

Ora, eu nem comecei a dar a minha opinião ainda, apenas descrevi os fatos ocorridos até aqui e acho que já ficou claro para você que está lendo que os dois lados estão muito errados nessa história.
Alexandre de Moraes está errado em perseguir opositores e determinar prisões totalmente ILEGAIS e Roberto Jefferson está totalmente errado também pela *forma* que está reagindo às situações. Por mais que você esteja sofrendo uma injustiça, existem formas e formas de lutar contra ela e ele visivelmente optou pelos caminhos errados, que logicamente se voltariam contra ele mesmo…

Roberto Jefferson é um cara muito experiente. Não podemos dizer que ele não sabia exatamente as consequências de gravar um vídeo quando estava proibido de fazê-lo, de xingar a ministra com graves ofensas e de atentar contra os policiais com tiros!

Portanto, o que parece é que ele não está mentalmente bem ou então ele quis mesmo provocar a justiça, já prevendo essas consequências, para se colocar numa posição de mártir da democracia.

Não podemos dizer também que ele não sabia o MOMENTO decisivo em que estamos. O foco agora deve ser TOTAL em reeleger o Bolsonaro. Nada mais importa nesse momento e nada pode atrapalhar a perseguição desse objetivo, coisa que obviamente faria o presidente perder muitos votos se ele fosse a público defender uma pessoa cuja figura já não conta com a simpatia da maioria e que tinha acabado de atirar contra policiais.

Por isso que as palavras do Bolsonaro logo após o ocorrido foram perfeitas: ele tratou de condenar as atitudes tanto do Moraes quanto do Jefferson, disse que os inquéritos são ilegais, porém, atirar contra policiais também é crime!

Determinou a ida do Ministro da Justiça Anderson Torres ao local para resolver o conflito, se desvencilhou do caso (que obviamente ia ser usado pela oposição para desgastá-lo) e tirou essa munição deles.

O timing desse episódio foi péssimo. Mesmo com essa postura precisa do Bolsonaro, a esquerda já está usando o caso para difamá-lo e certamente alguns votos vai conseguir levar com isso.

Eu já falei aqui e repito muitas vezes:

Não adianta ficar querendo que o Presidente bata de frente com o STF, contra as arbitrariedades desse tribunal. Ele não tem poder para vencê-los. Pedir por isso é loucura, é querer implodir o governo. A única coisa que pode ser feita contra o STF é o caminho aberto pela própria constituição: eleger uma bancada suficiente no Senado para votar o impeachment dos ministros que pisarem fora da linha.

Pedro Delfino

Bolsonaro conseguiu se equilibrar no poder até essa eleição de 2022 em meio a tantos riscos de impeachment – o que já foi um milagre! – conseguiu ganhar tempo para que pudéssemos eleger essa bancada no Senado e reequilibrar o jogo.

Já conseguimos isso no primeiro turno e falta pouco para reeleger o presidente no segundo turno. Não queiram que ele coloque tudo a perder agora tão próximo da meta, para defender um sujeito que está objetivamente ERRADO no que fez.

Bolsonaro disse que “pintou um clima” entre ele e umas meninas de 14 anos?

Essa tentativa asquerosa da esquerda de distorcer as falas do Presidente para alegar que ele estava dizendo o contrário do que ele de fato disse.

Isso já aconteceu antes. A esquerda divulga até hoje um corte maldoso de uma fala do Presidente em que ele encenava uma falta de ar enquanto denunciava o protocolo suicida do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta (que queria que as pessoas procurassem os hospitais só quando já estivessem morrendo sem ar), ou seja, ele estava DEFENDENDO as vítimas de Covid e não zombando delas. Mas, para a esquerda, a verdade não importa, o que importa é o jogo político. E, sendo assim, eles atacaram novamente..

Fica claro, portanto, que o “pintou um clima” se referia ao fato de ter pintado uma brecha, uma oportunidade, para que ele pudesse pedir para entrar na casa delas e entrevistá-las. Se não fosse, respondam o seguinte:

1. Vocês acham que ele FALARIA isso em público?
2. Se fosse por outro motivo qualquer, por que ele estaria lá na casa delas com um monte de gente em volta, inclusive repórteres que filmaram tudo?

Qualquer pessoa que não esteja focada na missão de distorcer todas as falas do Presidente para destruir a sua imagem vai olhar para isso e perceber o óbvio: que ele estava ali DENUNCIANDO a situação pela qual essas meninas passavam, pregando que isso não poderia acontecer. E não se envolvendo com elas… Que interpretação criminosa! Além de totalmente errada.

Mais uma vez a esquerda mostra o seu verdadeiro caráter e o desespero de ter que inventar as maiores e mais absurdas mentiras para atacar alguém que não tem podres reais a serem explorados por eles.

Mintam mais, porque quanto mais vocês fazem isso, mais as pessoas têm certeza de que estão do lado certo!

Bolsonaro interferiu nas investigações da Polícia Federal??

De onde surgiu essa história de que o Bolsonaro é miliciano?

Tudo começou quando ficaram sabendo que tinha um miliciano morando no mesmo condomínio do
Bolsonaro, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro… Isso bastou para a oposição automaticamente já ver uma oportunidade de linkar uma coisa com a outra! Mesmo que a coisa não passasse disso realmente.

Não há registro deles se falando, dele sequer sabendo da existência desse miliciano no condomínio… Mas, isso não importa, para a esquerda o importante é fazer barulho!

Depois, começaram a cavar mais um pouco para ver se encontravam alguma coisa para sustentar a tese que queriam emplacar e encontraram uma outra “BOMBA” – vejam SÓ:

No ano de 2003, vinte e um anos atrás, há mais de duas décadas (!!), o Flávio Bolsonaro, bem no início do seu primeiro mandato como deputado estadual, resolveu homenagear a categoria dos policiais e ofereceu uma condecoração a trinta e dois policiais civis, militares, guardas municipais e bombeiros… Era um ato com intuito de prestigiar essas corporações, condecorando alguns membros delas, que são sempre muito criticadas pela mídia.

Entre esses 32, estava um sujeito chamado Adriano Magalhães da Nóbrega, que recebeu a sua medalha por ser tenente do BOPE. Uma posição de prestígio. E, até aquela altura, não se tinha notícia de nenhum ato ilícito ou suspeito desse Adriano. Era uma pessoal normal como qualquer outra.

Fato é que, 20 anos depois, esse Adriano apareceu como uma das pessoas investigadas na morte da Marielle. Não se concluiu nada contra ele, não foi provado nada… mas, o nome dele apareceu nas investigações como um dos suspeitos de estar envolvido no grupo de pessoas que TALVEZ tenham sido os autores do crime.

Então, vejam que loucura:

O Flávio Bolsonaro, no seu primeiro mandato como deputado estadual, no auge dos seus VINTE anos de idade, quis fazer uma homenagem para a Polícia. Chamou lá uns representantes da Polícia pra ganhar umas medalhas e fazer um discurso e, no meio desses 32 convidados, teve UM que vinte e um anos depois, apareceu como SUSPEITO de um crime.

Ou seja, não existe absolutamente NADA de concreto que ligue a família Bolsonaro à milícia… além é claro de uma forçação de barra absurda por parte da oposição e da mídia que ficam tentando emplacar essa história a todo custo e ainda colocar o assassinato da Marielle Franco na conta da família.

Isso é tão absurdo, tão absurdo, que mais parece que eles o fazem só para desviar o foco dos seus próprios crimes e ter uma carta na manga para contra-atacar sempre que alguém expor a ligação – aí sim, baseada em provas e já bem conhecida – do PT com o Crime Organizado, com o PCC e com a morte do Celso Daniel, por exemplo.

Mais uma vez, como eu sempre digo: essas pessoas que ODEIAM o Bolsonaro e querem tirá-lo do poder de qualquer jeito ficam dia e noite procurando alguma coisa pra incriminá-lo e, mesmo assim, O MÁXIMO que eles conseguem achar é algo tão frágil, tão frágil, que só engana mesmo aquela parcela de bitolados que vai ouvir por aí que “o Bolsonaro é miliciano” e vai sair repetindo sem jamais analisar a fundo o motivo de falarem isso, porque, se analisassem, veriam que é uma acusação totalmente sem nexo.

Isso serve pra vocês verem o tanto que a oposição está desesperada contra ele, apelando até pra fantasia que não tem absolutamente nenhum fundamento na realidade.

Quem é o verdadeiro genocida??

O relatório da OMS, World Health Statistics – Monitoring Health for Sustainable Development Goals de 2018, colocou o Brasil como o 9° pior país do mundo em números de homicídios anuais (31,1 para cada 100 mil habitantes e 62 mil em números absolutos).

Já o estudo da ONG mexicana Seguridad, Justicia Y Paz foi além e publicou o ranking das cidades mais violentas do mundo. Pasmem: das 50 cidades com mais assassinatos no mundo, 21 (quase metade delas!) são no Brasil!

Realmente, os números sobre segurança pública no Brasil são alarmantes. Piores do que em países em guerra. Para se ter uma ideia de comparação, estima-se que cerca de 200 mil pessoas foram mortas ao longo dos 8 anos de guerra no Iraque, o que dá uma média anual de 25 mil/mortos por ano, menos da metade do que temos no Brasil.

O gráfico a seguir (que contempla o período 2007 a 2016) mostra perfeitamente, que o desastre da segurança pública no Brasil teve início justamente durante a Era PT.

Alguns já viram publicações minhas no meu perfil do Instagram sobre a ligação do PT com o PCC, sobre a amizade estreita que o partido mantém também com as FARC e sobre o papel crucial que a esquerda desempenhou na fundação do Crime Organizado através do Comando Vermelho vai poder concluir que essa explosão da criminalidade não foi apenas uma coincidência, mas é fruto de uma política muito bem pensada para levar o país propositalmente ao CAOS.

Afinal, o caos social é o elemento mais importante para todo e qualquer movimento revolucionário que só consegue avançar a sua agenda de construção de um Estado forte, totalitário e controlador, como todo bom Estado Comunista, se tiver antes uma situação de caos generalizado que faça as pessoas desesperadamente pedirem por uma força maior que venha estabilizar a sociedade com mão de ferro.

Quem não viu essas postagens a que me refiro e pode não estar entendendo a ligação entre uma coisa e outra, basta colocar na conta da simples incompetência. O que já seria motivo mais que suficiente para não votar nesse Partido das Trevas nunca mais!

De todo jeito, a boa notícia é que a eleição do Bolsonaro fez a política de segurança pública no Brasil dar uma guinada de 180°. Com isso, em apenas 4 anos de governo, nós já vimos o número de assassinatos anuais cair da casa dos 60 mil para a dos 40 mil.

São 20 mil pessoas morrendo A MENOS todos os anos simplesmente por causa da mudança de governo, coisa que em 4 anos até aqui representa 80 mil pessoas que deixaram de morrer. Ao final de um segundo mandato, seriam no mínimo 160 mil!

Portanto, eu pergunto:
Quem é o verdadeiro genocida?

O presidente que salva milhares de inocentes da morte, que trata bandido como bandido e defende o endurecimento das penas ou o ex-presidente que defende o desencarceramento dos presos, a liberação das drogas e a descriminalização de pequenos furtos e assaltos??

Bolsonaro desencorajou a vacinação?
A resposta é não.

Bolsonaro nunca foi contra a vacina, mas sim contra a obrigatoriedade da vacina.

Vejam que curioso: em 2018, ainda no governo Temer, o Ministério da Saúde quis impor a vacinação obrigatória contra sarampo aos refugiados venezuelanos que estavam tentando cruzar a fronteira com o Brasil para fugir da ditadura de Nicolás Maduro.

Naquela ocasião, porém, a esquerda foi contra a obrigatoriedade da vacina alegando que seria inconstitucional obrigar um cidadão a se vacinar contra a sua vontade.

Mesmo assim, ninguém foi chamado de negacionista, de antivacina, de anticiência, nem nada.
Afinal, o problema no Brasil nunca está no QUE se diz, mas em QUEM diz. Como foi a vez da esquerda se posicionar contra a obrigatoriedade da vacina, não houve a polêmica que fizeram agora quando o Bolsonaro resolveu dizer a mesmíssima coisa.

“Ah, mas ele disse que quem tomasse ia virar jacaré!”

Eu sei que não podemos exigir muito dos filhos da Pátria Educadora, mas o nome disso é figura de linguagem.

Ou seja, o Bolsonaro quis ilustrar ali o fato de que poderia acontecer qualquer coisa inesperada com quem tomasse. E ele estava certíssimo.

Primeiro porque o próprio contrato da Pfizer (empresa farmacêutica responsável pelas vacinas contra covid-19) e a bula da vacina são taxativos em dizer que a empresa não sabe quais efeitos colaterais a vacina pode causar e não se responsabiliza por nenhuma consequência desse tipo. Segundo porque os casos de pessoas que tomaram a vacina e desenvolveram complicações graves provam que o receio diante de uma vacinação em massa com uma substância até então desconhecida era totalmente justificado.

Bolsonaro comprou 500 milhões de doses da vacina e colocou-as à disposição do povo para todo mundo que quisesse tomar, mas também lutou para garantir o direito de escolha das pessoas em tomar ou não, igualzinho a própria esquerda fez lá atrás com os refugiados venezuelanos. O que está certo. A nossa constituição realmente diz que ninguém pode ser submetido a tratamento forçado.

Defender esse direito de escolha é defender o cumprimento da LEI.

Não houve nenhuma fala do Presidente, portanto, incentivando que as pessoas tomassem ou que não tomassem. Ele foi imparcial nesse ponto. Esses são os fatos, o resto é sensacionalismo.

O poder de compra dos brasileiros era melhor no tempo do PT?

A esquerda tem tentado emplacar essa narrativa e conta com a memória curta e a pouca idade de grande parte da população para sair ilesa com suas mentiras. Por isso, vamos trazer alguns números e fatos para colocar essa teoria à prova:

Primeiro ponto: segundo estudo do Instituto de Economia da UFRJ, desenvolvido pelo prof. Reinaldo Gonçalves, Lula e Dilma estão posicionados na segunda metade de um ranking que analisou o desempenho econômico de 30 presidentes da república. Lula ficando em apenas 19° lugar (ou seja, resultado abaixo da média histórica) e Dilma como a terceira pior presidente da história!

Um outro estudo, chamado Renda e Produtividade nas Últimas Décadas, produzido e publicado pela PUC-Rio e o Insper, concluiu que entre 1994 e 2016 (período que abrange o governo FHC, Lula e Dilma), o PIB brasileiro cresceu 31,4%. Isso é 5 vezes menos que a média dos mercados emergentes (152,2%), menor que a média da OCDE (42,3%) e menor até do que a média da América Latina, que cresceu 37,4%.

Falando em América Latina, entre 2002 e 2010 (considerando agora só o Governo Lula), o crescimento do Brasil só foi melhor que o do México! Absolutamente todos os outros países da região cresceram mais que o Brasil, incluindo até a Venezuela!

Sendo assim, por que então ainda existe essa imagem de que a coisa era tão boa naquele tempo?
Por uma junção de três fatores: assistencialismo, crédito baixo e propaganda.

O Bolsa Família realmente deixou marcada essa impressão no imaginário dos mais pobres. Porém, é bom que se diga: durante o governo Bolsonaro o Bolsa Família não apenas não foi cancelado, como foi AMPLIADO. Isso mesmo. Se o valor médio recebido pelos beneficiários do Bolsa Família era de apenas R$ 192 reais, hoje, o Auxílio Brasil paga o valor mínimo de R$ 600! Mais que o triplo. E, se o PT deixou o governo em 2016 com 13 milhões de famílias atendidas pelo Bolsa Família, hoje, o Auxílio Brasil já contempla 20 milhões.

Esse é um crescimento que superou e muito o crescimento da população, que, de 2016 a 2022, cresceu 4,3%, enquanto o auxílio cresceu 35%!

O segundo fator, o do crédito baixo, foi talvez o que mais tenha contribuído de fato para essa percepção distorcida das pessoas.

O governo PT, desde o início, adotou uma política de baixar as taxas de juros para facilitar o crédito à população e injetar dinheiro na economia. Essa é uma medida arriscada, pois, por mais que ela PAREÇA boa de início no momento em que muitos passam a ter acesso a empréstimos e financiamentos com maior facilidade, cria-se uma bolha insustentável que logo cobra o seu preço.

O PT tentou bancar um poder de compra ilusório para artificialmente elevar a economia brasileira, mas, quando a bolha estoura, tudo vem abaixo: isso aconteceu a partir de 2012 com o início da maior crise econômica da nossa história. Crise essa que fez explodir a inflação, a recessão e o desemprego, colocando os mais pobres em um situação pior do que eles estavam antes.

Porém, como a imensa maioria das pessoas não entende de economia, elas não conseguem ligar a causa com o efeito e perceber que foi justamente aquele breve período de bonança que criou a tragédia que veio a seguir.

Portanto, se o fator da assistência social mostrou-se uma falácia e o do crédito baixo nada mais que um sonho de uma noite de verão, sobra o quê? Sobra apenas o fator da propaganda!

“Nunca antes na história desse país” viu-se um esforço midiático tão grande para glamorizar as conquistas de um governo, tornando a percepção geral das pessoas sobre ele MUITO MELHOR do que ele de fato foi.

A insistência em bater na tecla de que “o PT ajudou os pobres”, de que “na época do PT as coisas eram melhores” “no passado todo mundo tinha dinheiro” serve para fazer com que muitos (realmente passem a acreditar nesse mantra, mesmo que ele não tenha conexão com a realidade.

É bom lembrar ainda que esses números medíocres apresentados pelos estudos são de uma época em que as conjunturas eram todas extremamente favoráveis à economia brasileira: com a crise nos países desenvolvidos e consequente ascensão dos BRICS, com o boom das commodities e sua incrível valorização de 700%, com a descoberta do pré-sal e o crescimento chinês de 10% ao ano que puxou os parceiros comerciais para cima.

Todos esses são fatores EXTERNOS que nenhuma relação tiveram com ações internas do governo brasileiro.

Já o Governo Bolsonaro atravessa hoje(2020-2022) uma situação delicada em nível global, com a maior crise humanitária desde a Gripe Espanhola (1918-1920) e com a maior guerra na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Situação essa que fez a inflação e a recessão explodirem no mundo inteiro… Mesmo assim, o Brasil foi um dos países que menos caiu e um dos que mais rápido voltou a crescer: no trimestre em que estamos, por exemplo, o Brasil acaba de alcançar o 2° lugar no G20 e o 5° do mundo em taxa de crescimento!

Bolsonaro comprou 51 imóveis em dinheiro vivo??

Segundo as Fake News que circulam por aí entre os esquerdistas, sim. Porém, quando você vai ler a matéria do portal UOL que iniciou toda essa polêmica, você percebe que a coisa é bem diferente: de 1990 até hoje, o Presidente, seus 3 filhos mais velhos, seus 5 irmãos, sua mãe (que já até morreu!) e duas ex-mulheres (meu Deus, incluíram até as ex-esposas que já são casadas com outras pessoas, mas tudo bem…), compraram 51 imóveis, totalizando R$ 25 milhões em valores atualizados.

Vamos lá então:

R$ 25 milhões/51 imóveis = média de R$ 490 mil por imóvel

51 imóveis/12 pessoas = 4 imóveis por pessoa

32 anos/4 imóveis por pessoa = 1 imóvel a cada 8 anos

A matéria do UOL, maliciosa que só, tentou fazer de tudo para apresentar a situação de forma escandalosa, aglutinando números de 32 anos e 12 pessoas diferentes para fazer a coisa parecer muito maior do que ela/realmente é. Mas, basta esmiuçar os números apresentados por eles mesmos, como foi feito aqui, para se dar conta de que as transações analisadas são bem razoáveis. A matéria expõe APENAS que, cada uma dessas 12 pessoas, comprou, no período de uma década, 1 imóvel na faixa de 490 mil reais. O que tem de suspeito nisso?!

Além do mais, o mau-caratismo da nossa mídia tentou fazer parecer que esses imóveis foram sendo acumulados ao longo do tempo pela família. No entanto, eles foram sendo comprados na medida em que outros foram vendidos. Ou seja, essas 12 pessoas somadas (algumas delas que nem fazem parte da família, como as duas ex-esposas) não possuem 51 imóveis.
Esse número é a soma de imóveis que foram sendo vendidos e comprados ao longo de 32 anos.

Vamos desenhar para ficar ainda mais fácil de entender o absurdo cometido nessa matéria: se eu compro um imóvel de R$ 500 mil, uns anos depois vendo (recebo os mesmos R$ 500 mil), junto mais R$ 300 mil que eu tenho guardado e compro um outro de R$ 800 mil, eu terei gasto um total de R$ 800 mil e terei o patrimônio de I apenas um imóvel. Certo? Porém, pela metodologia tendenciosa do UOL, eu teria gasto um total de R$ 1,3 milhão (R$ 500 mil + R$ 800 mil) e teria um patrimônio de 2 imóveis, o que absolutamente não procede!

Esse é apenas um jeito distorcido de apresentar fatos verdadeiros e fazer a coisa parecer suspeita aos olhos de quem não presta atenção.

“Ah, tudo bem, Pedro, já entendi que os números em si não têm nada de mais… porém a questão é que ele comprou tudo isso em dinheiro vivo! Isso é um forte indício de que tem alguma coisa errada aí!”

Nada disso, meu caro leitor inocente de manchetes. Deixe-me explicar: o próprio CNB (Colégio Notarial do Brasil, entidade que representa mais de 9 mil cartórios no país) declarou que “moeda corrente nacional”, como consta nos registros de compra e venda de tais imóveis e como foi ressaltado pela matéria como sendo sinônimo de “dinheiro vivo”, NÃO SIGNIFICA que os imóveis foram comprados em dinheiro vivo.

Essa foi mais uma artimanha do autor da matéria para induzir as pessoas a imaginarem uma transação ilegal ocorrendo com malotes de dinheiro em espécie.
O órgão explicou ainda que moeda corrente nacional é um termo padrão usado em todos os registros de imóveis até 2019, quando pela primeira vez a lei impôs a necessidade de detalhar a forma de pagamento. Até então, essa informação era irrelevante para os cartórios e, portanto, eles colocavam “moeda corrente nacional” independente da forma que o imóvel foi pago.

Essa é a situação perfeita, diante de tantas mentiras expostas, para vocês perceberem o quanto que a imprensa brasileira JOGA SUJO e o quanto não dá para confiar em nada do que eles dizem sobre o Presidente, pessoa cuja reputação eles claramente tentam destruir dia e noite com matérias criminosas desse tipo.

Que mais essa Fake News sirva pelo menos para fazer mais pessoas abrirem os olhos para essa realidade e fazer a imprensa perder o pouco de credibilidade que lhe restava.

É verdade que o Governo Bolsonaro cortou verbas da Educação??

A imprensa e a oposição estão noticiando sem parar que o Governo Bolsonaro cortou verbas das universidades federais, deixando-as quase em ponto de fechar as portas. Isso é claramente mais uma grande FAKE NEWS para tirar votos do Presidente às vésperas da eleição.

Explico por quê:

O Governo não CORTOU verba nenhuma, ele apenas RETEVE. A diferença entre uma coisa e outra é enorme, pois “cortar” significa que a verba não seria mais disponibilizada, já “reter” significa apenas que ela foi adiada.

Adiada por quanto tempo, nesse caso específico? Por somente DOIS MESES!

Isso mesmo. A previsão é de que elas sejam entregues normalmente em dezembro. Abaixo, eu transcrevo um trecho da mensagem enviada pelo Governo Federal através do Siafi (Sistema Integrado de Adm. Financeira do Governo) para todas as universidades e institutos federais de educação (ou seja, nenhum deles pode dizer que NÃO SABE disso, porque todos receberam o comunicado que deixa tudo muito claro):

A retenção equivale a R$ 2,4 bilhões, o montante representa 11,4% da dotação atual de despesas discricionárias do órgão e de suas unidades vinculadas. Por fim, cabe esclarecer ainda que, conforme Decreto 11.216/2022, há a perspectiva de liberação dos limites estornados no mês de dezembro.

Em outras palavras: a retenção é de apenas 11,4% das verbas para despesas discricionárias e somente até dezembro, quando há a previsão de liberá-las normalmente.

Muito bem, duas coisas precisam ficar claras nisso:

1. Por que houve necessidade de fazer essa retenção?

Deixo com que as palavras do próprio Ministro da Educação, Victor Godoy, em entrevista coletiva concedida sobre o tema, expliquem:

Quero deixar claro que não há corte do Ministério, não há redução do orçamento das universidades federais, não há por que dizer que faltará recurso ou paralisação nos institutos federais. Nós tivemos uma limitação na movimentação financeira baseada na Lei de Responsabilidade Fiscal. Se a universidade tiver de fazer um empenho maior do que o limite legal estabelecido pelo governo, pode me procurar, e vamos ajustar com o Ministério da Economia. Há previsão para isso.

A Lei de Responsabilidade Fiscal impõe limites aos gastos do Governo, que não podem superar o teto sob pena de incorrer em crime de responsabilidade e ficar suscetível a um processo de impeachment. Portanto, quando, em um mês, os gastos batem no limite, o governo precisa reter o restante dos gastos e deixar para realizá-los no meses seguintes a fim de equilibrar as contas.

E não é apenas a área da Educação que passará pelo contigenciamento das verbas. No decreto mencionado estão previstas retenções momentâneas em outros 33 ministérios, agências e órgãos do governo. Isso é a coisa mais corriqueira do mundo, todos os governos fazem isso com freqüência por motivos contábeis… E até nós mesmos fazemos isso com nossas despesas pessoais. A coisa só está dando polêmica agora porque estamos em processo eleitoral e a oposição quer tirar votos do Presidente a qualquer custo.

2. O que são despesas discricionárias?

A mensagem transcrita acima dizia: “a retenção representa 11,4% da dotação atual de despesas discricionárias”.

Nas contas públicas existem as despesas obrigatórias e as despesas discricionárias. Esse detalhe é importante, pois despesas discricionárias são despesas que o governo banca com verbas ALÉM do obrigatório. Ou seja, as obrigatórias são aquelas que servem para manter o funcionamento do órgão (exemplo: salários de professores, conta de água, luz etc.); e as discricionárias são verbas extra que o governo repassa para arcar com despesas não previstas.

Portanto, dizer que a retenção MOMENTÂNEA de APENAS 11,4% das despesas DISCRICIONÁRIAS representa um risco para a continuidade das universidades federais é uma histeria sem fundamento algum e que só pode cair na conta do mau-caratismo, considerando que esses órgãos todos foram informados pelo ofício do Siafi e não podem de forma alguma alegar que “não sabiam”.

O que eles também não podem dizer que não sabiam é que os maiores cortes na área da educação das últimas décadas aconteceram justamente durante o Governo PT. E diferente do que foi explicado sobre a retenção momentânea feita agora, que será liberada logo em seguida, o corte feito pela Dilma em 2015 foi CORTE mesmo. Foram verbas que a Educação perdeu e não viu mais.

Viva a “Pátria Educadora”!

Bolsonaro tem culpa pela alta dos preços?

Como podemos ver pelas matérias da própria imprensa, o mundo inteiro está sendo atingido com a inflação, até os países desenvolvidos que historicamente nunca sofrem com isso.

Isso é uma consequência direta de dois fatores EXTERNOS (uma pandemia mundial de dois anos e a maior guerra na Europa desde a Segunda Guerra Mundial, entre Rússia e Ucrânia) somado – é lógico – ao discurso suicida que a mídia e a oposição emplacaram no Brasil, que dizia: “a economia a gente vê depois”.

Pois bem, o “depois” chegou e está cobrando o preço pelas exageradas e excessivas paralisações que foram feitas, mesmo diante de todos os alertas do Presidente Bolsonaro de que isso ia ter uma consequência desastrosa especialmente para os mais pobres, em forma de inflação e desemprego principalmente.

Ele não foi ouvido, porém. Os mesmos que se autoproclamam os “defensores dos pobres e oprimidos” não deram a mínima para o sofrimento das pessoas. Eles só quiseram saber de politizar a pandemia e levar o país ao caos para acabar com as chances de reeleição do Presidente.

Afinal, o que é o tal do Orçamento Secreto??

O “orçamento secreto” não é uma criação do Bolsonaro, como mais uma vez tentam atribuir falsamente a ele e induzir as pessoas ao erro.

Foi o Congresso que criou essa ideia e aprovou essa lei, que o Bolsonaro vetou! Depois, o próprio Congresso derrubou o veto do Presidente, inclusive, com o apoio dos deputados do PT. Ou seja, o tal “orçamento secreto” está muito mais para ser “do PT” do que “do Bolsonaro”, que foi quem tentou barrá-lo sem sucesso.

Na lei, chama-se esse novo dispositivo de emenda do relator. O Executivo todos anos distribui verbas para os parlamentares usarem em seus estados, para alguma obra, para algum hospital… para aplicar de alguma forma nos seus estados de origem.

Existem alguns tipos de emenda diferentes. A novidade dessa é que a Emenda do Relator é destinada ao Relator da Comissão Mista de Orçamentos, comissão que fica a cargo do Congresso Nacional. É ele quem vai decidir como serão distribuídas as verbas.

A crítica justa que se faz a essa novidade é que não há nenhuma regulamentação que preveja meios de fiscalizar para quem foi dada cada parte da verba e como ela foi usada depois.
Esse obscurantismo é o que originou o termo orçamento “secreto”, mas, na verdade, o orçamento não é secreto, o orçamento é público e todas as verbas destinadas a tal comissão são conhecidas, o que é secreto mesmo nele é somente a divisão que é feita no Congresso posteriormente.

Moral da história: quem quiser falar mal da Emenda do Relator, apelidada de “Orçamento
Secreto”, que fale, pois é uma novidade que merece críticas mesmo.

Agora, não atribua a culpa disso ao Bolsonaro que foi quem TENTOU VETAR a criação dessa lei e impedir que ela fosse aprovada. Culpe o parlamento: mais especificamente a bancada da oposição, da qual o PT faz parte, que não apenas inventou essa ideia desnecessária como derrubou o veto do Presidente para impor a sua vontade a todo custo.

Por que Bolsonaro decretou sigilo de 100 anos??

O cinismo do Lula é tanto que ele é capaz de acusar o Bolsonaro de decretar uma coisa que, na verdade, foi criação do próprio PT!

Isso mesmo, o tal “sigilo” é uma criação de 2011, presente no artigo 31 da Lei de Acesso à Informação, promulgada pela Dilma Rousseff.

A lei, que é semelhante ao que se tem em muitos outros países, prevê que informações pessoais relativas à intimidade, vida privada, honra, imagem, segurança e serviços de inteligência tenham acesso sigiloso para proteção da pessoa.

Por exemplo, um Presidente da República tem no seu entorno uma equipe que faz a sua segurança dia e noite e em viagens ao exterior. Os gastos com isso devem ser sigilosos para o próprio bem e viabilidade das operações de segurança.

Os governos anteriores também classificaram como “secretas” muitas informações porque o
Presidente da República precisa de discrição para manter a sua estrutura de segurança. O Bolsonaro ainda mais que os seus antecessores!

O Min. da Justiça inclusive já explicou que dados sobre quantitativos, localização, deslocamentos, mobilização, visitas recebidas, exames de saúde etc. são protegidos por sigilo porque são informações sensíveis à operações policiais e de inteligência de proteção do Presidente que tem todos os seus passos rastreados e controlados pela equipe de segurança.

Diferente da imagem que a oposição tenta passar, o sigilo não serve para ficar comprando lagosta e caviar em segredo… Eles deveriam saber disso, já que foram eles que criaram a lei!

Aliás, o próprio texto da lei assegura: “informação relativa à vida privada, honra e imagem de pessoa não poderá ser invocada com o intuito de prejudicar processo de apuração de irregularidades em que o titular das informações estiver envolvido, bem como em ações voltadas para a recuperação de fatos históricos de maior relevância”.

Ou seja, se houver indício de irregularidade, o sigilo pode ser derrubado em prol das investigações, o que quer dizer que a Justiça pode ter acesso às informações sigilosas se ela quiser.

É difícil imaginar que o Lula não saiba disso, afinal, essa lei tem a impressão digital do PT. Ele só está fazendo o que mais gosta de fazer: lançar acusações sem fundamento contra o Presidente para transformar algo corriqueiro em um escândalo aos olhos dos desavisados.

Fiquem atentos!

O Bolsonaro tem culpa pelas mortes de Covid?
Ele demorou a comprar as vacinas?

Veja essa retrospectiva bem didática

• Em 4 de fevereiro de 2020, o Governo Federal decretou estado de emergência para conter a chegada do coronavírus no Brasil, que já se espalhava pela Europa. Porém, governadores e prefeitos não quiseram cancelar o Carnaval (que seria no final daquele mês) e decidiram manter as festas, convidando milhões de turistas do mundo inteiro para vir ao Brasil e trazer o contágio.

• Em março de 2020, Bolsonaro chegou a chamar a Covid de “gripezinha”, porém, em um contexto que normalmente se omite: disse ele que, pelo seu histórico de atleta, ou seja, alguém saudável, sem comorbidades e fora do grupo de risco, se ele pegasse, o máximo que teria seriam sintomas de uma leve gripe.

E ele estava certíssimo. O tempo mostrou que foi exatamente isso que aconteceu quando ele contraiu o vírus.

Além disso, o próprio Dr. Drauzio Varela, o médico-especialista da Globo, utilizou o mesmo termo
“gripezinha”, à época, para se referir à Covid. Porém, quando foi com ele, toda a mídia teve a boa vontade de entender o que ele quis dizer e não fazer qualquer polêmica em torno disso…

• Depois, quando os casos de Covid-19 começaram a se multiplicar no Brasil, o STF tirou a competência do Presidente sobre as restrições e entregou nas mãos dos mesmos prefeitos e governadores que tinham realizado o Carnaval em meio a um início de pandemia e dado origem a todo esse problema.

Aí você pensa: pelo menos isso pode servir para tirar o foco do Bolsonaro. Mas não. Mesmo com suas mãos atadas, cada nova morte que a mídia anunciava era creditada à suposta incapacidade do Presidente.

As pessoas só não percebiam que a “incapacidade” do Presidente havia sido imposta a ele pelos limites da decisão judicial de nossa Suprema Corte. Ou seja, se o povo tem a impressão que a gestão da pandemia foi desastrosa, ele não deveria criticar o Presidente por isso, mas, sim, juntar-se a ele, pois tudo o que ele queria e não podia – era conduzir a pandemia de forma radicalmente oposta ao que estava sendo feito.

• Os lockdowns e fechamentos, por exemplo, que depois chegaram a ser classificados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como soluções ineficientes (provando que o Bolsonaro estava certo mais uma vez) foram anunciados por esses governadores e prefeitos como o caminho para livrar o país da peste, mas, não sem a crítica contundente do Bolsonaro que via o problema econômico que isso causaria afetando a vida de milhões de brasileiros que sofreriam com a fome e o desemprego. A resposta que ele recebeu foi: “A economia a gente vê depois”.

Ok. Passado um tempo, a conta chegou em forma de alta inflação e crise econômica e os mesmos que não quiseram ouvi-lo antes agora o culpam por isso.

• Mesmo assim, Bolsonaro tentou fazer o que estava ao seu alcance para adotar uma abordagem equilibrada, que não focasse apenas na Saúde ou apenas na Economia, mas que lutasse nas duas frentes. Para isso, criou o Auxílio Emergencial, que liberou mais de R$ 300 bilhões para assistir à população mais carente que se viu extremamente prejudica com a perda de receita durante a pandemia; e, ainda, repassou aos estados e municípios verbas que ultrapassaram os R$ 100 bilhões, além do que o governo já investe em Saúde normalmente.

Porém, o que se viu foi uma farra com o dinheiro público. Governadores e prefeitos se aproveitaram dos repasses para realizar corrupção e superfaturamento (como o famoso escândalo das compras de respiradores por mais que o do preço em vários estados), pagar dívidas dos seus governos falidos e montar hospitais de campanha que sequer chegaram a ser usados.

Nenhum desses foi preso, nenhum desses foi investigado, nenhum desses foi chamado de genocida, no entanto.

• Na sequência, o Presidente foi duramente criticado por demitir o ministro Mandetta. Sua demissão foi motivada por dois pontos básicos:

1) a relutância em aceitar o tratamento precoce, coisa que ficou comprovada depois que é determinante para aumentar as chances de sobrevivência (segundo o ex-ministro, as pessoas deveriam procurar os hospitais apenas se já tivessem com sintomas, ou seja, quando a doença já estava em estágio avançado e a chance de cura era muito menor);

E 2) em dizer que médicos e pacientes não tinham a liberdade de testar soluções alternativas, considerando que ainda nem existiam as vacinas e não havia remédio conhecido para a Covid.
Ou seja, era uma política sem lógica que parecia estar sendo pensada justamente para impedir que as pessoas fossem curadas… Mesmo assim, quem saiu como o irresponsável no retrato da mídia foi o Presidente.

• Mais tarde, quando surgiram as primeiras vacinas e ainda pairava no ar a dúvida de todos sobre a confiabilidade delas (que tinham reduzido para poucos meses um processo de produção e testagem que normalmente leva uma década para ser aprovada pelos órgãos reguladores), o Presidente remou contra a maré novamente colocando-se ao lado da liberdade de escolha do cidadão em escolher se vacinar ou não. E foi chamado de negacionista por isso.

Ora, a mesma oposição que agora esperneava a favor da obrigatoriedade foi a oposição que esperneou em 2018 CONTRA a obrigatoriedade quando o Ministro da Saúde exigiu a vacinação de sarampo dos venezuelanos que quisessem imigrar para o Brasil.

Diziam eles à época que era inconstitucional obrigar alguém a se vacinar… Mas, como sempre, o problema não está no QUE se diz, mas sim em QUEM diz. Como era a vez da esquerda, ninguém foi chamado de antivacina, anticiência ou negacionista.

• Depois disso, o Presidente ainda ganhou um novo apelido, “genocida”, por ele simplesmente não ter comprado as vacinas da Pfizer de cara, o que foi retratado pela oposição e pela imprensa como uma “demora que custou a vida de muitos”, sendo que a empresa queria impor ao governo brasileiro um contrato em que eles não se responsabilizariam por NENHUM dano colateral do vacinado, mesmo que o levasse a óbito.

E se começassem a pipocar relatos de reações adversas graves (como de fato aconteceu depois)? Tudo cairia ainda mais nas costas do Presidente ou quem o pressionou para assinar de olhos fechados assumiria a culpa por isso? Acho que não.

Passado esse imbróglio, o Governo Federal comprou 550 milhões de vacinas em 2021 e as distribuiu aos estados e municípios para que eles armassem seus palanques e propagandeassem que estavam levando a vacinação a cabo *apesar do Presidente*, sendo que foi
ELE quem comprou e distribuiu as vacinas.


No final das contas, o Brasil foi um dos países que tiveram índice de vacinação acima da média global e tornou-se o quarto país do mundo com maior número de vacinados. Mas, essas coisas a mídia não vai te contar…

A gestão da pandemia é uma das principais críticas que se fazem ao Governo Bolsonaro. Porém, como vocês podem ver, a postura do Presidente foi muito mais sensata do que a dos governadores e prefeitos que, de fato, estiveram à frente da pandemia na prática. Quase tudo o que ele disse ou fez se provou correto com o tempo e todas desgraças que usam para culpá-lo hoje, na verdade, são consequências de atos que não foram seus.

Essa foi uma situação nova para todo mundo e não existia manual. O mundo inteiro errou. O mundo inteiro acreditou em coisas que se mostraram falsas depois. O mundo inteiro sofreu com as mortes e, agora, sofre com a inflação. Não foi exclusividade do Brasil. A própria OMS teve que voltar atrás incontáveis vezes em suas orientações que, com o tempo, acabavam se provando equivocadas. Exigir uma postura irretocável do Presidente nesse sentido é típico de quem já quer vê-lo cair previamente e busca argumentos (mesmo que falsos) para justificar isso.

Porém, o que me deixa tranquilo não é saber se o Presidente acertou 100% ou não, mas ter plena certeza de que ele tentou fazer o que parecia certo a cada momento sempre pensando no melhor para o Brasil, coisa que ninguém pode colocar a mão no fogo para garantir em relação aos seus opositores, que, desde o início, sempre focaram claramente em politizar pandemia visando as eleições de 2022 e reverter um cenário em que o Bolsonaro se apresentava como o favorito a uma fácil reeleição.

Infelizmente, o sistema viu na pandemia a oportunidade única de usar o medo e a dor das pessoas para se unir contra o inimigo em comum que todos eles mantinham.
E, pela quantidade de pessoas desinformadas que foram na onda deles, parece que eles já conseguiram repetir a mentira por vezes suficientes a ponto de fazer dela uma verdade absoluta…

O Bolsonaro debochou das vítimas do Covid?

A imprensa no Brasil é tão suja e canalha que eles conseguem inverter totalmente a situação e rotular como deboche a fala de quem estava justamente tentando DEFENDER os infectados pela covid para que eles não morressem com o protocolo suicida do ex-ministro Mandetta!

Todo mundo sabe hoje que a ação mais importante para SALVAR A VIDA de um infectado pela covid é começar o tratamento no estágio inicial da doença e que, conforme o vírus avança, as chances de sobreviver vão caindo dramaticamente.

Essa era a briga entre Bolsonaro e Mandetta. O ex-ministro queria que as pessoas só recorressem aos hospitais quando já estivessem sentindo falta de ar, ou seja, quando a doença já estivesse em estágio avançado demais e as chances de cura fossem pequenas. Bolsonaro se posicionou CONTRA esse protocolo absurdo e A FAVOR de cuidar dos doentes desde o início para maximizar as suas chances de cura!

Ele imitou a pessoa com falta de ar NÃO para debochar da doença como a extrema-imprensa criminosamente noticiou, mas para ILUSTRAR o ABSURDO que era a ideia do ex-ministro e deixar claro que, quando a pessoa já estivesse quase morrendo em casa, seria tarde para procurar os hospitais.

Mesmo assim, o Bolsonaro (que lutou para proteger os doentes) foi chamado pela mídia de genocida e o Mandetta (que criou o protocolo mais irresponsável possível) saiu como herói injustiçado.

Se você olha para uma situação como essa e não consegue perceber o quanto a imprensa no Brasil tem atuado para DISTORCER tudo o que acontece de forma a destruir a imagem do Bolsonaro, mesmo nas situações em que ele está coberto de razão, é um sinal de que você já está cego pela lavagem cerebral.

Bolsonaro resolveu mexer com absolutamente TODOS os grupos que rondavam o poder buscando benefício próprio. “Bolsonaro 2018” era um movimento que pedia uma faxina geral. QUALQUER presidente que fosse eleito com essa missão sofreria a mais dura retaliação já vista. Portanto, ninguém verdadeiramente odeia o Bolsonaro porque ele falou isso ou fez aquilo… Esses motivos não passam de desculpas para esconder o ódio daquele que é a única pessoa capaz de destruir todo o ESQUEMA de poder que se perpetuava no Brasil há décadas.

E, por causa do meu Nome, sereis odiados de todos. Contudo, aquele que permanecer firme até o fim será salvo.

Mateus 10:22

Pedro Delfino é especialista em História da Civilização Ocidental e História da Igreja Católica; autor do livro Mentalidade Atrasada, Nação Fracassada (que aborda temas como História, Filosofia e Política); do Curso de História Geral da Civilização Ocidental, do Curso de Excelência Catholica, do livro Via Sancta e é co-Fundador do Movimento Brasil Conservador.
contato
Instagram @phdelfino
E-mail: contato@phdelfino.com

O Relevante News valoriza a liberdade de expressãoA opinião do colunista é autônoma e de responsabilidade do respectivo comunicador, que é livre para expressá-la sem qualquer interferência.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here

Últimas notícias

Os responsáveis pelo colapso são os que se proclamam defensores da democracia

Milhões de pessoas de um lado contra uma meia dúzia do outro. Essa meia dúzia precisa se lembrar que não cabe a eles determinar o que o povo pode ou não pedir. Se o povo é soberano e o verdadeiro PATRÃO de todo funcionário público, ele pode pedir O QUE QUISER.

“Nunca interrompa o seu inimigo quando ele estiver cometendo um erro”

"O criminoso SABE que não tem saída e que, diante disso, restam duas alternativas: entregar-se para a prisão ou tentar a sorte, sair atirando e - quem sabe? - por um milagre conseguir escapar", destaca Pedro Delfino

Estado Autocrático do Xandaquistão

Você duvida do processo eleitoral?“-Fique quieto!”Você acha que deveria ser possível auditar a eleição?“-Não fale isso!!”São descobertas...

Fome de Poder Global

Esse artigo não tem o intuito de falar em teorias de Marx, Engels, Lênin, Trótski, Stalin ou...
- Advertisement -

Moraes manda bloquear contas de pessoas e empresas ligadas as manifestações

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio de contas bancárias de 43 pessoas físicas e jurídicas suspeitas de financiar "atos antidemocráticos" e que não aceitam o resultado da eleição presidencial de outubro.

Onde o povo Brasileiro Entra Nessa Democracia?

A verdade é que o Brasil não é uma democracia pelo simples fato de que o povo não participa de nada em relação ao Estado e muito menos em relação aos governos.

Você deve ler isso...

Os responsáveis pelo colapso são os que se proclamam defensores da democracia

Milhões de pessoas de um lado contra uma meia dúzia do outro. Essa meia dúzia precisa se lembrar que não cabe a eles determinar o que o povo pode ou não pedir. Se o povo é soberano e o verdadeiro PATRÃO de todo funcionário público, ele pode pedir O QUE QUISER.

“Nunca interrompa o seu inimigo quando ele estiver cometendo um erro”

"O criminoso SABE que não tem saída e que, diante disso, restam duas alternativas: entregar-se para a prisão ou tentar a sorte, sair atirando e - quem sabe? - por um milagre conseguir escapar", destaca Pedro Delfino
- Advertisement -

Você pode gostar tambémRELATED
Recomendado para você

WhatsApp Receba o nosso CONTEÚDO no WhatsApp