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“O carniça ataca Bolsonaro e na cara de pau se diz preparado para voltar”, diz Magno Malta sobre Lula

Ex-presidente fez discurso no dia da indepêndencia do Brasil (7) em tom de candidatura à reeleição

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Na última segunda (7), dia da indepência do Brasil, o ex-presidente Lula fez um discurso voltado a base eleitoral esquerdista. Lula criticou a gestão de Jair Bolsonaro na pandemia e falou sobre “reconstruir o Brasil”.

O ex-senador Magno Malta avalia que a narrativa desenvolvida por Lula busca recuperar o apoio dos cidadãos para a atual eleição municipal, mas mirando às eleições presidenciais de 2022.

Malta rebate a alegação de destruição do país pelo atual governo e relembra que na conta da gestão do ex-presidente há investigações sobre “mensalão, petrolão e, agora o covidão” em razão de prefeitos e governadores de esquerda que permanecem no poder.

Rejeição no Youtube

Na falta de uma liderança forte capaz de enfrentar Bolsonaro nas urnas, o petista ainda seria visto pela esquerda como o principal opositor à gestão conservadora. Mas o pronunciamento, no YouTube, recebeu milhares de descurtidas. Até o momento são mais de 119 mil avaliações negativas.

“Eles agora tem uma saída para a economia que eles destruíram. Eles passaram esse tempo todo e não sabia nada de economia e agora eles sabem e vão reconstruir… O discurso de Lula foi hilário”, descreve o ex-senador.

Malta reafirma que a perseguição é em razão de valores defendidos pelo governo e a maioria brasileira. “Vocês atacam Bolsonaro, não é pelo Bolsonaro, mas pelo que ele defende.” E define o atual chefe do Executivo como cristão, patriota e alguém que luta contra a corrupção. Característas, segundo ele, ausentes na oposição.

“Eles se retroalimenta com suas próprias mentiras, não fez o menor sentido […] Sabe que dia que ele vai voltar? Nunca. Conservador não vota na esquerda”, afirma e conclui fazendo um pedido aos brasileiros:

“Você que é conservador, cristão, ama o hino nacional, você não tem direito de dar um voto a essa gente. E se você sabe de fato o que eles fizeram, mais ainda você tem que lutar para que eles não voltem.”, finaliza Magno Malta.

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