Início Política Malta cobra posicionamento de Luiz Fux em defesa da democracia

Malta cobra posicionamento de Luiz Fux em defesa da democracia

Ex-parlamentar pede que novo presidente do STF não seja neutro em relação aos problemas da nação

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O ex-senador Magno Malta comentou suas expectativas sobre a futura atuação do novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, que tomou posse, na última quinta-feira (10). Fux terá mandato de dois anos à frente da Corte e também da presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

“Eu espero que não seja ‘neutro’ só porque se tornou [presidente do STF], ele não tem sido neutro no plenário do Supremo, mas que não se assuma agora como Pilatos que lavou as mãos diante de uma situação só porque agora é o presidente do Supremo”, diz ele.

Magno Malta aproveita para questionar qual será o futuro posicionamento do ministro em defesa de valores e princípios constitucionais. Como é o caso da legalização da maconha e de marchas que defendem pautas de esquerdas, mas altamente prejudiciais à sociedade. Além de contestar a fala de Fux sobre as Forças Armadas não ser o poder moderador no Brasil, ao contrário do que define a Constituição.

Portanto, o ex-senador cobra ao novo presidente do STF que deixe claro qual será o viés de sua atuação em defesa da lei suprema do Brasil, garantia dos direitos da nação e harmonia entre os poderes.

José Dirceu e Luiz Fux

O ex-parlamentar relaciona a atuação esquerdista dos ministros do STF com os nomes políticos que fizeram a indicação de cada um para o plenário. E relembra que Fux foi indicado pelo ex-presidente Lula, sob orientação do ex-ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu durante o período de investigações sobre o mensalão.

Uma fala de José Dirceu expõe o assédio moral cujo Fux o submeteu a fim de ser indicado ao cargo de ministro. Segundo a queixa, Fux alegou ter conhecimento do processo e prometeu resguardar os investigados.

“Eu fui assediado moralmente por ele durante mais de seis meses para recebê-lo e eu não queria. Eu o recebi e sem eu perguntar nada, ele não apenas disse que conhecia o processo, ele tomou a iniciativa de dizer que ia me absolver”, disse Dirceu além de afirmar ter respondido o seguinte: “Eu não quero que o senhor me absolva, eu quero que o senhor vote nos autos porque eu sou inocente, não é porque não tem prova não, eu fiz contraprova e sou inocente.”

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