Grupo de extrema esquerda apoiado por Soros tenta incluir conservadores na lista negra de grandes empresas

Site destaca que a pressão pela retirada de mídias conservadoras do mercado através de golpes financeiros pode se tornar uma tendência

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Reprodução/SumOfUs

Os grupos SumOfUs e Sleeping Giants são ativistas políticos de extrema esquerda que ficaram conhecidos por promover difamações sobre qualquer mídia conservadora com o objetivo de pressioná-los a sair do mercado.

Enquanto, o SumOfUs, supostamente um grupo ativista de “direitos humanos”, é apoiado pelo Open Society Foundations de George Soros, a Tides Foundation, o Media Democracy Fund e a Rockefeller Brothers Foundation, o Sleeping Giants mantém seus responsáveis e colaboradores anônimos. Apenas a identidade do ex-profissional de publicidade Matt Rivitz, foi revelada em 2018.

Em 2019, os dois grupos realizaram um protesto na assembleia geral anual da Mastercard, empresa internacional dos cartões de crédito, pedindo que fosse estabelecido um “comitê de direitos humanos” que monitorasse os investimentos em organizações de “extrema direita”, colocando-as na lista negra financeira.

Os grupos ativistas circularam o local com um cartaz dizendo: “Colocando os grupos de ódio fora dos negócios? #Impagável.” “Nos últimos anos, a ascensão da extrema direita causou estragos em todo o mundo, aterrorizando e prejudicando grupos marginalizados”, escreveu SumOfUs em seu comunicado à imprensa.

Os acionistas votaram contra a proposta na época, alegando o compromisso com o princípio de permitir “todas as compras legais”. Porém, no ano anterior, a Mastercard pediu a retirada do serviço do JihadWatch.org, do fundador e crítico do Islã, Robert Spencer. E também pressionou um processador de pagamento para interromper o serviço ao ativista conservador, fundador e autor do think tank David Horowitz.

O aumento da lista negra financeira tem sido uma tendência nos últimos anos. Os grupos ativistas pressionam as empresas de mídia social tentam enfraquecer a capacidade do direito político de fazer negócios na Internet com a interrupção de de processadores de pagamento on-line, informa o Breitbart.

“A Electronic Frontier Foundation (EFF) está profundamente preocupada com o fato de os processadores de pagamento estarem fazendo escolhas sobre quais sites podem ou não aceitar pagamentos ou processar doações”, disse uma porta-voz da EFF ao site em 2018.