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Eduardo Bolsonaro explica porque o Brasil precisa criminalizar o comunismo

PL 4425/20, proposto pelo deputado, busca equiparar o comunismo à apologia ao nazismo, que já é crime

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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) publicou um vídeo explicando os motivos pelos quais propôs, no dia 1º de setembro, um Projeto de Lei (PL 4425/20) que criminaliza o comunismo equiparando-o à apologia ao nazismo, que já é crime.

O texto foi inspirado em uma lei da Ucrânia aprovada em 2015, e apesar de não ser um tema novo, o parlamentar traça diversos acontecimentos históricos relacionados aos períodos antidemocráticos mundiais para esclarecer a importância e necessidade de uma medida como essa.

Conforme o deputado informou no dia da propositura, o PL visa combater qualquer ideologia que destrua um aspecto tão fundamental na vida do brasileiro. “Cabe a nós, parlamentares, repudiar todo tipo de genocídio, que são o resultado do nazismo e do comunismo”, disse.

O projeto altera a lei nº 7.170/83 sobre crimes contra a segurança nacional, que incluiria a proibição a “qualquer referência a pessoas, organizações, eventos ou datas que simbolizem o comunismo ou o nazismo”. E altera ainda a lei nº 9.394/96, de diretrizes e bases da educação brasileira, para que as instituições de ensino passem a “adotar medidas destinadas a conscientizar os estudantes sobre os crimes cometidos por representantes dos regimes comunista e nazista”.

Socialismo

Eduardo Bolsonaro cita o livro “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”, de Olavo de Carvalho, o qual relata: “O socialismo matou mais de 100 milhões de dissidentes e espalhou o terror, a miséria e a fome por um quarto da superfície da Terra. Todos os terremotos, furacões, epidemias, tiranias e guerras dos últimos quatro séculos, somados, não produziram resultados tão devastadores”, aponta um trecho.

O deputado manifesta que as mudanças de nomenclatura do socialismo para se esconder atrás de conceitos “democráticos”, não altera seu viés original.

“Eles pregam a ‘igualdade’, e para promover a igualdade não tem como gerar riqueza nas classes mais humildes a fim de equipará-las às classes com uma vida mais confortável. Então só o que ele podem fazer é o contrário. Demonizam o capitalismo, falam em burguesia e pegam a riqueza dessa classe e distribuem aos mais humildes. Transformando todos iguais, mas todos iguais na miséria.”

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