Documentário desmascara máfia da saúde e patentes de vacina contra Covid-19

Cientista americana Judy Mikovits denuncia fraudes em dados da doença e alerta para o risco do uso de máscara

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Reprodução/NBC

Recentemente, a Dra. Judy Mikovits, bióloga molecular e cientista americana conhecida por seu ativismo contra más condutas científicas, lançou o vídeo Plandemic, no qual justifica que dificilmente haverá uma vacina para prevenir o Covid-19, denuncia fraudes científicas para beneficiar o mercado de patentes no setor farmacêutico e alerta para o risco do uso de máscaras.

Erroneamente, definida como ativista anti-vacina, a Dra. Judy Mikovits diz que seu trabalho é justamente desenvolver terapias imunológicas, ou seja, vacinas. Mas segundo ela, “não existe vacina que funcione contra qualquer vírus de material genético RNA”, diz a cientista. Como é o caso coronavírus, pois são mais propensos a sofrer mutações genéticas – atualmente existem sete tipos de coronavírus, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças.

Em Plandemic, vídeos de médicos na linha de frente do combate ao coronavírus foram divulgados, nos quais especialistas alegam que estão sendo induzidos ou pressionados a indicar determinados óbitos como possíveis casos de Covid-19, o que pode dar uma magnitude errada a doença. O documentário denuncia planos de saúde, como o Medicare, que tem investido em hospitais que recebem pacientes com Covid-19.

“A cada internação, o valor de U$13 mil é direcionado e caso este paciente precise do uso de ventilador pulmonar, mais U$39 mil é encaminhado ao hospital. E os pacientes morrem porque você deu a eles o tratamento errado,” destaca o documentário.

Um dos médicos, afirma que não há sentido no uso de máscaras para proteção e no isolamento social de pessoas saudáveis e explica: “Se você não é imunodeficiente e não é idoso, você deveria poder sair de casa sem luvas e sem máscaras. Caso você se encaixe nesses casos, você deve ficar em casa e usar máscaras e luvas. Não acho que todos deveriam usar, pois você acaba com sua flora bacteriana e se torna suscetível a outras infecções oportunistas. Eu garanto, quando reabrimos haverá uma quantidade realmente enorme de doenças”, alerta.

Outro profissional de saúde busca esclarecer por que esse cuidado excessivo, quando não necessário, pode ser prejudicial:

“Nós desenvolvemos uma resposta imune diariamente pelo contato. Quando retiramos o contato ou me abrigo em algum lugar, meu sistema imune cai. Ao limpar as mãos vigorosamente e limpar todas as superfícies, estou me preocupando com coisas que na verdade preciso para sobreviver. E quando todos nós saírmos dos abrigos, todos com a imunidade baixa, começando a trocar vírus e bactérias… As doenças vão explodir. Os blocos de construção do seu sistema imune são os vírus e as bactérias,” explica.

A Dra. Judy Mikovits acrescenta que não acredita que o novo coronavírus tenha sido “criado” em laboratório, mas também declara que não pode dizer que “ocorreu naturalmente” caso tenha originado em um laboratório. “Então está muito claro que este vírus foi manipulado. Foi estudado em um laboratório para onde animais foram levados. E é isto que foi liberado, deliberadamente ou não, algo que não pode ocorrer naturalmente”, diz ao entrevistador.

Mikovits associa os laboratórios da Carolina do Norte (EUA), o Instituto de Pesquisa de Doenças Infecciosas do Exército – Fort Detrix, e o laboratório de Wuhan (China). Onde pesquisas científicas relacionadas ao coronavírus estavam sendo financiadas pelo National Institutes of Health dos EUA, sob comando de Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos.

Durante a entrevista com Mikki Willis, a bióloga acusa o imunologista Anthony Fauci, que também tem sido assessor de ações de combate a epidemias nos últimos 6 governos, de desinformação, pagamento de suborno e de fabricar e encobrir fraudes científicas. Além de definir sua atuação como simples propaganda para promover o mercado de vacinas e patentes a favor de seus interesses e de Robert Redfield, atual chefe do Centro de Controle e Prevenção de Doenças.

Para elucidar seu posicionamento, a cientista faz alusão à época da descoberta do vírus da HIV-AIDS, na qual fez parte da equipe de pesquisa em imunoterapia. Segundo ela, artigos científicos foram ocultados ou adaptados indicando terapias erradas que resultaram na morte de milhões de pessoas, assim como tem acontecido com o novo coronavírus.

Confira o documentário: