Início Política Cineasta destaca viés escravocrata entre comunismo e socialismo

Cineasta destaca viés escravocrata entre comunismo e socialismo

O escritor político Dinesh D' Souza explica que ambas ideologias se aproveitam do medo e da irracionalidade das pessoas para se fortalecer e dominar nações

-

Em entrevista à apresentadora Candace Owens em seu talk show, o cineasta e escritor político Dinesh D’Souza distingue o comunismo do socialismo, e explica que ambas ideologias se aproveitam do medo e da irracionalidade das pessoas para se fortalecer e dominar nações.

O cineasta apresenta o comunismo como um sistema político, enquanto o socialismo passa pelo sistema econômico, e, portanto são capazes de coexistir ou não.

“A China era uma sociedade comunista e socialista e se livrou do socialismo quando se direcionou à um sistema de mercado controlado pelo Estado. Relativamente um livre mercado, mas mantendo a estrutura política comunista – sem democracia, sem eleições livres e controlando a vida das pessoas.”

Segundo D’ Souza, estes sistemas poderiam ser vistos como uma forma de escravidão moderna, permintindo que as pessoas trabalhem e enriqueceçam desde que o sistema de direitos não fosse questionado. Os chineses, antigamente de maioria camponesa e sobrevivente a inúmeras dificuldades, agora viveria um sonho proporcionado pelo Estado comunista, que em troca demanda subserviência.

Esquerda e a política do medo

D’Souza é o criador do documentário conservador de maior bilheteria produzido nos Estados Unidos – “2016: Obama’s America” – uma produção crítica ao ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Ele defende que o conservadorismo e a “crença de que existem padrões morais no universo e que viver com eles é a melhor maneira de ter uma vida plena e feliz”. No mesmo caminho, critica a esquerda por sempre buscar o poder pela promoção do medo.

“É uma maneira de tentar no manter em estado de alerta o tempo todo. Desde os anos 70, a esquerda diz ‘estamos ficando sem comida’; nos anos 80 ‘apocalipse nuclear’; em 1990 ‘a camada de ozônio acabando’; em 2000 ‘mudanças climáticas’ e agora o coronavírus”, exemplifica e em seguida esclarece: “ Querem silenciar as pessoas racionais e criar um efeito manada. Se conseguir fazer as pessoas pensar que suas vidas estão em perigo, elas se submetem à irracionalidades e a esquerda prospera”, conclui.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

WhatsApp Receba as notícias do Relevante