“Bolsonaro é a prova científica que a hidroxicloroquina é eficaz”, diz Alexandre Garcia

Jornalista estreou hoje (27) no quadro “CNN - Liberdade de Opinião"

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Reprodução/CNN

Alexandre Garcia estreou hoje (27) no quadro “CNN – Liberdade de Opinião”. O jornalista participa ao vivo durante o jornal ‘Novo Dia’, apresentado por Rafael Colombo e Elisa Veeck às 7h e também no ‘Visão CNN’, sob liderança de Evandro Cini e Luciana Barreto às 13h.

Os âncoras farão perguntas sobre os temas do momento nos noticiários para que Garcia, e também ao jornalista Sidney Rezende, para que eles possam comentar a partir de suas perspectivas. Uma forma de garantir a “liberdade expressão e na pluralidade de opiniões”, segundo a emissora, e este foi justamente o tema de abertura.

Garcia explica que durante o seu processo de formar uma opinião ele se certifica primeiramente se o assunto é um fato, pois “a dúvida é essencial.” “Nós estamos discutindo muito isso aqui no Brasil, porque tentaram nos fazer aceitar um pensamento único, que é algo do totalitarismo e não produz ideias, não frutifica.”

Alexandre deixa claro que a pluralidade de expressões é necessária para o grande debate e desenvolvimento de nações, mas os extremismos, tanto de esquerda quanto de direita, que são os fatores inconvenientes da sociedade, mas que por sua vez existem mecanismos democráticos de defesa.

O apresentador, Rafael Colombo, questionou o jornalista sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de bloquear perfis em redes sociais. E Garcia aproveitou o gancho com o nome do presidente para mencionar, em resposta aos “chavões” da imprensa, que Bolsonaro “é a comprovação científica da eficácia da hidroxicloroquina” no tratamento contra a Covid-19”.

Cansado de ouvir jornalistas afirmando incessamente que não há comprovação do medicamento, enquanto em inúmeros casos pessoas foram salvas da doença, ele alega que essa “teimosia” faz com a imprensa perca sua credibilidade.

Respondendo sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade, Alexandre aponta a contradição do ministro Alexandre de Moraes que até então defendia a liberdade de expressão prevista no Art. 5º da Constituição como cláusula pétrea, imutável e agora está “triturando” a norma suprema.