Colunistas Passaporte sanitário ou de insanidade?

Passaporte sanitário ou de insanidade?

"Não é sobre vacina, sobre cura, sobre caos no sistema de saúde… É sobre controle", diz Henrique Gustavo em novo artigo

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Com a exposição dos seguintes números extraídos do Banco de Dados VigiMed Anvisa, a defesa de um pedaço de papel que autorize ou vete a entrada em determinados locais, de qualquer um baseado em uma – ou sabe-se lá quantas – picadas passa a ser claramente apenas – e unicamente – uma necessidade de controle social por estes defensores. Pior; a insistência para que seja obrigatória em crianças, seus filhos e netos, extrapola o âmbito “birra / teimosia” e atinge o lado insano, para não dizer canalha.

Antes de mais nada, vou explicar o que é este VigiMed:

É um sistema abastecido com relatos de suspeitas de eventos adversos aos medicamentos e vacinas disponibilizado pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para cidadãos, profissionais de saúde, detentores de registro de medicamentos e patrocinadores de estudos.

De forma simples, quando se tem uma reação não esperada a uma medicação / vacina, é lá que se reúnem os dados.

Recentemente em uma live, a Dra Maria Emília Gadelha Serra, junto com o virologista Dr. Paolo Zanotto abordaram números que de tão alarmantes, chegam a ser estarrecedores e incrivelmente “ensurdecedor” o silêncio da mídia a respeito dos mesmos.

Também antes de expor os números, deixo claro que estes dados refletem relatos PÓS-VACINAÇÃO e, da mesma forma que não se tem a confirmação da ligação do efeito à causa, também não se tem a certeza da negativa. O que realmente importa e que deve ser levado em consideração para seu pensar é:

Nunca houve tantos relatos de efeitos adversos pós vacinação na história (muito menos de mortes) – isto somando todas as vacinas aplicadas na última década. Com estes números, não deveríamos abrir mais espaço para investigações ao invés de lutar pela imposição de uma droga experimental que não se tem ideia do que virá a acontecer com os organismos a longo prazo?

Apesar do número já parecer muito alto para a situação, vale ressaltar que segundo uma publicação da Harvard Pilgrim Health Care, menos de um por cento (1%) das reações adversas de vacinas são notificadas. Dessa forma, o número tende a ser muito maior.

Segue a tabela como um todo compilado:

Como pode ser visto, quase 1.300 pessoas perderam suas vidas após a vacinação com algum dos produtos aplicados. – até 02 de dezembro de 2021.

Quando mais explorado uma a uma, percebe-se até o curioso caso da CoronaVac, em que o percentual de óbitos relatados nos eventos adversos – 998 casos (25,68%, onde a cada 4 relatos, um é de óbito), supera o de contaminação por Covid-19 pós vacinação (911 casos).

Vale mostrar também que a vacina da AstraZeneca é a que mais apresenta reports de eventos adversos com mais de 11.200, sendo destes, um percentual de óbitos de cerca de 2% (231 mortes).

Na sequência, aparece a Pfizer com 4.644 notificações, sendo 51 mortes. E aqui vale lembrar que a nova 3ª dose deve ser, se possível, feita com esta. Mesmo para quem tomou duas da Astra, por exemplo.

O número de óbitos (extraídos até 02 de dezembro de 2.021) no Brasil relatados pós vacinação, se assemelham aos do Reino Unido

Entretanto, fica claro que lá a notificação já estava batendo acima de um milhão. Isto em 08 de setembro de 2.021.

Os reports do Reino Unido correspondem a praticamente a metade do reportado na União Europeia (outros mais de 2 milhões e 200 mil reports), porém, na União Europeia a totalização de mortes reportadas passa dos 24 mil óbitos.

Mais curioso (pra não dizer absurdo), é que pesquisas de vacinas já foram suspensas com números mínimos de óbitos – em torno de 15 –, e outras, que já estavam no mercado pararam de ser trabalhadas por relatos de eventos adversos altos, porém não fatais, mas relativos a dor, por exemplo…

Como a mídia, políticos e o sistema conseguem convencer pessoas a não somente se estimularem a fazer parte de um grande estudo (é isto que a vacinação em massa antes da conclusão da fase 4 é) mas também de quererem obrigar os outros a fazer parte?

Como alguém pode dizer, em sã consciência, após estes números, que “não vê a hora de disponibilizar estas vacinas para seus filhos pequenos”?

Não percebem a loucura que defendem?

Seus filhos e netos mascarados, respirando abafadamente, tossindo num pano próximo ao nariz, evitando contato com outras crianças, e estes mesmos adultos que acham isto certo, indo em bares e restaurantes, praças de alimentação, escritório, aceitando que um fantoche delibere que “estes locais estão seguros, a escola não”. Isto mesmo tendo que o risco de morte para crianças e adolescentes de 5 a 19 anos, beira o 0,1-0,2%.

Sabendo disso, o lógico, a razão, não seria expô-los ao vírus para combater enquanto são fortes? Afinal, quantos de vocês não eram colocados para brincar com o amigo, vizinho, primo que tinha catapora na infância, pois já era sabido que o risco da contaminação na vida adulta, seria muito maior?

Veja bem, de jeito nenhum estou falando que “chega de vacina!”. Pelo contrário, em defesa da liberdade, defendo inclusive que você se vacine se quiser, inclusive defendo que ela deveria não só ser aplicada pelo SUS, mas vendida livremente em farmácias e clínicas para os interessados. Da mesma forma, defendo também que, por exemplo, anabolizantes também o fossem.

Mas sobre o passaporte sanitário, você, defensor dele, não percebe o quão estúpida é sua defesa?

Veja o seguinte:

Posso contrair covid?
Não vacinado: sim
Vacinado: sim

Transmito covid?
Não vacinado: sim
Vacinado: sim

Posso morrer de covid?
Não vacinado: sim
Vacinado: sim

Posso ter efeitos adversos da vacina, entre eles, vir a óbito?
Não vacinado: não.
Vacinado: sim.

Tirando esta última pergunta que foi colocada de forma “irônica” – mas que não deixa de ser um fato. – o passaporte sanitário serve apenas para um controle do estado sobre o indivíduo, pois o vacinado não deixa de se contaminar ou transmitir, mas não precisará ser testado, enquanto alguém que já contraiu e se curou e, COMPROVADAMENTE PELA CIÊNCIA tem uma imunização mais eficaz que qualquer destes experimentos em questão, terá que fazer o teste.

Entenda, não é sobre vacina, sobre cura, sobre caos no sistema de saúde… É sobre controle.

Não vou entrar nem nas questões de não serem vacinas, serem terapias Gênicas.
Não vou entrar nas questões de que quando aplicadas estas terapias de RNAm, acabam por encontrar nanopartículas destas nos ovários e testículos (controle de natalidade?), por exemplo…

Se mesmo assim você insiste na legalidade de um passaporte sanitário e na obrigatoriedade de uma “vacina” que só estará na sua fase de conclusão provável em meados de 2.023; que nas fases de testes que nos encontramos, já fez milhares de mortes e deixou outros milhares debilitados; que não evita a contaminação muito e menos a transmissão – inclusive de vacinado para vacinado, pela lógica – do que você diz que ela faria e, pior, diz que as crianças somente retornarão ao convívio normal após elas serem injetadas com isso, não…você não precisa de um atestado de vacina, mas de um comprovante de insanidade ou de mau-caráter.
Você pode escolher.

Fiquem com Deus!

Quando me perguntam se tenho medo, simplesmente responde:
“Salmo 91.2…”e direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nEle confiarei.”

Henrique Gustavo (Colunista) É administrador de empresas e trabalha no setor farmacêutico. Também é hipnoterapeuta e pensador. Nas horas vagas, estuda o setor financeiro, ajuda pessoas com problemas e passa tempo com a família.



Henrique Gustavo
É administrador de empresas e trabalha no setor farmacêutico. Também é hipnoterapeuta e pensador. Nas horas vagas, estuda o setor financeiro, ajuda pessoas com problemas e passa tempo com a família.

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