Guerra Cultural O desfecho, a verdade e o silêncio

O desfecho, a verdade e o silêncio

"A mídia, “perseguida”, vem com a sua narrativa pronta para confundir os desavisados que, ao se depararem com a comoção dos “super virtuosos” das redes sociais, saem replicando as falácias achando que estão do lado certo", revela Larissa Braide em artigo

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Sexualizam as crianças com músicas, filmes, propagandas e até desenhos.
Querem a revolução sexual, o empoderamento, o fim dos dogmas e as condutas cristãs que, segundo eles, são arcaicas e só servem para aprisionar.

Pedem penas brandas para os bandidos, e a “humanização” na cadeia, afinal, os direitos humanos são para todos (menos para bebês indesejados no ventre).
Alguns movimentos afirmam categoricamente que o homem é mau por natureza e a mulher é sempre a vítima dele.
Há uma “cultura do estupro” que precisa ser combatida com leis severas, mas, se o autor do crime for menor de idade, ele não pode pagar por isso, afinal é só uma criança.

A mídia, “perseguida”, vem com a sua narrativa pronta para confundir os desavisados que, ao se depararem com a comoção dos “super virtuosos” das redes sociais, saem replicando as falácias achando que estão do lado certo.
Afinal, quem não quer estar do lado dos que defendem o que é bom e moral?

Aí vem o desfecho, a verdade e o silêncio.

O sangue mais uma vez foi derramado sobre um discurso pronto, com a moral emprestada do cristianismo (pois se sabemos o que é bom e o que é mau é por causa dele), para defender o que não tem defesa, para justificar a imoralidade contida nas entrelinhas de quem acha que é dotado de bondade.

“Criança não é mãe”, “Estuprador não é pai”, “Fetos são aglomerados de células”, “O Estado é laico”, “Deus não tem que estar nas leis ou na política” … são essas as respostas que eles dão para as mais complexas e difíceis situações da vida.

Deveriam então devolver a justiça social, o amor ao próximo e tantos outros conceitos que nos tiraram da barbaria para uma vida moralmente aceitável.
Desapossem-se do cristianismo que vocês rejeitam e vivam as suas próprias condutas, sentem em seus tronos autointitulados e condenem um inocente à morte disfarçando a arrogância em nome de uma pseudo liberdade.

E o que resta aos que vivem à luz da palavra divina e aos que mesmo sem religião alguma, defendem a vida humana?

Resistir! Sim, somos nós a resistência à parte de uma geração beligerante, vazia, sedenta por morte e muito bem disfarçada de amor ao próximo.
A verdade é que só possuem amor pelo próprio umbigo e por sua ideologia pintada de vermelho.
Tempos sombrios.

Larissa Braide – Sou Amiga de Jesus, advogada, empreendedora, e estou buscando servir essa geração com o que Deus me entregou.

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