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Militantes do PSOL continuam querendo tirar a vida de Bolsonaro

Grupo ligado ao PSOL ataca ativista pró-vida Victor Jansen e faz ritual contra a vida do presidente da república

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Todos sabem o que aconteceu em Juiz de Fora, no dia 6 de setembro de 2018. Adélio Bispo de Oliveira, filiado ao PSOL de 2007 a 2014, tentou tirar a vida do então candidato à presidência do Brasil, Jair Messias Bolsonaro. No mesmo dia, o nome do criminoso foi inserido no sistema de identificação de visitantes da Câmara dos Deputados, num evidente movimento coordenado para criar um álibi caso o assassino conseguisse escapar. E ainda no mesmo dia, pelo menos quatro advogados brotaram em Juiz de Fora para defender Adélio: Zanone Manoel de Oliveira Júnior, Pedro Augusto de Lima Felipe e Possa, Fernando Costa Oliveira Magalhães e Marcelo Manoel da Costa. Zanone foi advogado de defesa do pedófilo e assassino Gilberto Fernandes da Silva, o que diz muito sobre seu caráter e sobre a estirpe dos seus clientes.

Adélio Bispo não ficou pouco tempo no PSOL. Ele ficou cerca de sete anos no partido e isso não é nenhuma novidade. O partido reúne o pior tipo de militante de esquerda. Pessoas que se envolvem em rituais de magia negra, com a militância em favor do aborto e com ameaças à vida de desafetos. Escrevi há alguns meses um artigo denunciando artistas da mesma vertente ideológica que expressavam abertamente sua vontade de matar o presidente. É gente como Gabriel Wainer, diretor na Editora Guará, que publica quadrinhos que enaltecem qualquer tipo de violência ou agressão contra pessoas de direita, que em 2020 sugeriu tacar fogo na ministra Damares:

Este artigo é uma extensão do texto que postei semana passada comentando esse lado maligno da militância de esquerda tão bem representado nas fileiras psolistas. Aqui, quero mostrar como o PSOL trabalha com jovens cuja desgraça moral mostra o pior lado da humanidade, mas como existem jovens com coragem para desafiar esses malucos. No dia 23 de junho deste ano, um grupo de feministas vinculadas ao partido fez uma manifestação para pedir a morte de um bebê aos sete meses de gestação. Mas claro que eles não deixaram passar a oportunidade de misturar a defesa do sacrifício humano com rituais demoníacos contra o presidente Bolsonaro.

Veja bem, no final de 2018 uma menina nasceu em San Diego, na Califórnia, com menos de seis meses de gestação (23 semanas), ainda menos que o bebê que essas feministas queriam abortar. Essa informação é importante porque torna inegável que o aborto de um bebê em sua 30ª semana de gestação é um assassinato. Professores de esquerda e militantes socialistas estavam na manifestação do dia 23 justamente para exigir que esse crime ocorresse. Uma dessas pessoas era a pré-candidata a deputada federal pelo PSOL Dani Sanchez, que estava na manifestação para defender o aborto.

Victor Jansen, um ativista político cristão, pré-candidato a deputado distrital do DF, estava no local para protestar contra o aborto e acabou presenciando essa loucura coletiva envolvendo índios cantando que iriam “pegar o Bolsonaro e amarrar lá no cipó”, a defesa explícita da morte de um bebê aos sete meses de gestação e rituais de bruxaria. Claro, Jansen foi recebido com agressividade e foi alvo de ataques dos presentes. As imagens são claras quanto à postura pacífica do ativista cristão e do caráter violento dos manifestantes de esquerda:

Duas coisas chamam a atenção. A primeira delas é a existência de grupos que se organizam para exigir o sacrifício de um bebê, muitas vezes contando mentiras para justificar o absurdo. Como eu expus em meu último artigo, são pessoas que quando vão defender o aborto dizem que até as 26 semanas o feto não sente dor, mas que não tiveram nenhum problema para exigir a morte de um bebê com 30 semanas de gestação. A segunda é a total falta de ressonância nos meios de comunicação desse padrão encontrado em dezenas de militantes do PSOL: a manifestação explícita contra a vida de Jair Bolsonaro, muitas vezes sob as vistas de agentes da lei ou registradas em vídeos ou fotos.

Não é demais afirmar que em certas situações, cidadãos de bem como Victor Jansen podem ser vistos como proxies do homem mais odiado por aquele partido e acabem recebendo o tratamento violento que desejam aplicar ao presidente. Aliás, muitos já perceberam que o ódio que a esquerda nutre contra Bolsonaro é direcionado também ao seu eleitorado ou a pessoas que pensam de modo semelhante. E se eles defendem a morte até de bebês em gestação, por que poupariam os nascidos? Ou seja, Jansen foi muito corajoso ao tentar expor as aberrações que aconteceram na Esplanada no mesmo dia em que foi protestar contra o aborto. Creio que muitos já receberam tratamento parecido, mas tiveram seus relatos abafados pela espiral do silêncio imposta pela grande mídia.

E você, já foi alvo de ataques da esquerda por defender o que é correto? Tentou se manifestar contra os absurdos pregados por ignorantes arrogantes e foi tratado de forma agressiva em resposta? Se sim, deixe seu caso nos comentários. Deus os abençoe e até o próximo artigo.

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Henrique Guilherme (Colunista) É escritor e apresenta o programa O Patriota: A Voz da Resistência. Ele é economista, mestre em Administração Pública e hipnoterapeuta. Também é pós-graduado em Administração de Empresas, Biotecnologia, Matemática e História Militar. Guilherme é geek, patriota, de direita e, principalmente, cristão. Ele dedica sua vida a derrotar as forças do mal e criou a série de livros Guia do Patriota para ajudar todos aqueles que buscam fazer o mesmo.

Henrique Guilherme
É escritor e apresenta o programa O Patriota: A Voz da Resistência. Ele é economista, mestre em Administração Pública e hipnoterapeuta. Também é pós-graduado em Administração de Empresas, Biotecnologia, Matemática e História Militar. Guilherme é geek, patriota, de direita e, principalmente, cristão. Ele dedica sua vida a derrotar as forças do mal e criou a série de livros Guia do Patriota para ajudar todos aqueles que buscam fazer o mesmo.

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