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Soros propõe troca de favores a Argentina se Fernández prejudicar Bolsonaro e prolongar quarentena, afirma jornalista

Bilionário busca controlar medidas políticas mirando, inclusive, o enfraquecimento do presidente brasileiro Jair Bolsonaro

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O jornalista argentino Nicolás Morás denunciou uma suposta interferência do bilionário George Soros no governo do país a fim de controlar medidas políticas tomadas pelo presidente Alberto Fernández para alcançar alguns interesses pessoais, mirando, inclusive, o enfraquecimento do presidente brasileiro Jair Bolsonaro.

Em um vídeo no YouTube, que se remete a abril deste ano, Morás contextualiza a situação da Argentina que passa por uma das piores crises da história agravada pela pandemia de coronavírus. Com cerca de 30 mil empresas em processo de quebra e 200 mil postos de trabalho a ponto de serem encerrados representando uma queda estimada do PIB entre 6% e 10%.

O governo, portanto, estaria pronto para dar os primeiros passos para decretar o encerramento da quarentena. Contudo, conforme revela Morás, poucos minutos antes da videoconferência com governadores das províncias argentinas, uma ligação de Soros para Fernández resultou no prolongamento das medidas restritivas.

A oferta de Soros incluiría o adiamento de pagamento de juros de empréstimos do Fundo Monetário Internacional (FMI) por 5 anos e a promessa de empréstimos facilitados para enfrentar a crise. Ademais, a proposta de instalação imediata de fábricas da Grifols, uma farmacêutica financiada pelo empresário, segundo o site La Vanguardia, que atua atualmente no desenvolvimento de pesquisas de “plasma anti-coronavírus”.

Uma nova linha de crédito de 20 bilhões de dólares também está entre o acordo, o que seria disponibilizado em 2021 por meio do Banco Central americano (FED) caso o candidato do partido Democratas, Joe Biden vença eleições presidenciais, ou através de uma parceria entre FMI, Banco Mundial e um consórcio de multimilionários filantropos, caso Donald Trump seja reeleito.

Em contrapartida, o magnata pediu a ampliação das medidas de isolamento social, que recentemente passaram por novo prolongamento até 16 de agosto, e a cooperação para desestabilizar o máximo possível o presidente brasileiro Jair Bolsonaro, um dos principais críticos de Soros. O ajuste do monopólio do fornecimento de energia para a implantação de um consórcio internacional também é um dos termos, o qual teria como integrantes o próprio Soros, além de Bill Gates, Jeff Bezon e outros líderes.

Além dessas mais duas exigências foram impostas, uma referente a viabilização de meios para a legalização do aborto ainda neste ano, com a implantação de clínicas Planned Parenthood na Argentina, maior rede de abortos dos Estados Unidos, e outra para a implantação da reforma educativa integral, a qual pretende adaptar as visões de patriarcado e ideologia de gênero.

Morás afirma que sua fonte, de origem Argentina, precisou fugir do país para preservar sua segurança, mas assegura que a verificação das informações foi profunda e tratou diretamente com ministros e governadores que estariam envolvidos nas decisões do governo, além de especialistas em operações de lobbies.

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