quarta-feira, janeiro 27, 2021
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“Nós queremos que a China cresça!”, diz o autoproclamado presidente eleito dos EUA

"Se o lema de Trump era “America First” (América em Primeiro Lugar), o de Biden fatalmente será “America Last” (América por Último). Para quem ainda achava que esses alertas sobre a ligação Biden-China eram “teoria da conspiração”, está aí a prova agora", destaca Pedro Delfino

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Eu venho batendo nessa tecla há muitos meses já: a política externa americana em relação à China foi um desastre total sob todos os últimos presidentes, da década de 90 em diante, justamente porque eles foram enganados pelas instituições internacionais com a teoria de que a China se tornaria mais democrática e aberta conforme se desenvolvesse economicamente.

Bem, eu não preciso dizer que isso foi um ERRO. O crescimento chinês só serviu para duas coisas: fortalecer o regime do Partido Comunista e dar aos EUA o “maior inimigo que o dinheiro pode comprar”.

Trump foi o primeiro e único presidente que ousou atacar o problema antes que ele se tornasse grande demais para ser revertido, expondo as verdadeiras intenções da China que são, basicamente, tornar-se grande o bastante para superar a América como maior potência mundial, conquistar a hegemonia global e começar a dar as cartas na comunidade internacional de acordo com os seus próprios valores totalitários.

A fala de Joe Biden, a essa altura do campeonato, não se classifica mais como um mero equívoco, mas como um crime de lesa-pátria e traição da soberania nacional, que, infelizmente, atinge todos os países do ocidente que dependem dos EUA para preservação da ordem democrática e liberal de hoje.

Biden, se ganhar, não será apenas um mau presidente. Muito pior do que isso: será um capacho responsável por abrir os caminhos para a realização dos planos chineses, em detrimento dos interesses americanos — e ocidentais e brasileiros, por consequência.

Se o lema de Trump era “America First” (América em Primeiro Lugar), o de Biden fatalmente será “America Last” (América por Último). Para quem ainda achava que esses alertas sobre a ligação Biden-China eram “teoria da conspiração”, está aí a prova agora. Que Deus nos livre da desgraça de ter um fantoche do Xi Jinping na Casa.

Confira o vídeo

Pedro Delfino é especialista em História da Civilização Ocidental e História da Igreja Católica; autor do livro Mentalidade Atrasada, Nação Fracassada (que aborda temas como História, Filosofia e Política); do Curso de História Geral da Civilização Ocidental, do Curso de Excelência Catholica, do livro Via Sancta e é co-Fundador do Movimento Brasil Conservador.
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