Início Internacional Médicos da Espanha questionam “pandemia” e denunciam possível fraude mundial

Médicos da Espanha questionam “pandemia” e denunciam possível fraude mundial

Mais de 400 profissionais espanhóis afirmam que desastre mundial pode ter sido provocado pela OMS e demais autoridades

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Um grupo de 140 médicos espanhóis da Associação dos Médicos pela Verdade se reuniram com mais de 400 profissionais da área no Palacio de La Prensa, em Madri para questionar publicamente a versão oficial sobre a pandemia de Coronavírus anunciada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Durante a reunião, no dia 02 de agosto, Heiko Schöning, representante da Comissão na Alemanha apresentou um relatório do Ministério do Interior Alemão o qual indica que os riscos da pandemia foram superestimados e o desastre mundial possivelmente se deu em razão das ações da OMS e demais autoridades.

Segundo o relatório, conclui-se que diversas medidas adotadas não são eficazes, como o caso de confinamento de pessoas saudáveis ​​e uso de máscaras. Questiona-se dados de testes, estatísticas de infectados, e consequentemente, o número de mortes já que muitos pacientes embora tivessem o coronavírus, geralmente morreram por outras patologias.

Diversos alertas foram proferidos pelos profissionais como sobre a transmissão ocorrer por espirros e tosse, não pelo ar, objetos, água, fala ou ar condicionado ou que o uso permanente de luvas ou tiras de queixo não ser recomendado, pois causam doenças respiratórias e da pele.

E ainda referete ao uso permanente de máscara, agente causador de doenças respiratórias, auto-contaminação, proliferação de microrganismos e pneumonia. Mas a categoria critica o fato de a opinião médica não está sendo ouvida pelas autoridades.

Apesar de muitas pessoas terem morrido por falta de cuidados médicos corretos, a curva de epidemia, contágio e mortalidade está caindo drasticamente. O relatório do Ministério do Interior apresentado ainda ressalta a divulgação irresponsável de informações pela OMS baseada em estudos científicos não comprovados além de outros tópicos:

  • Os testes de PCR não detectam vírus infecciosos, mas detectam parte do material genético, mas podem ser de vírus de anos anteriores ou restos virais de vacinas contra influenza.
  • 95% dos contaminados não apresentam a doença, embora a PCR tenha testado positivo, eles são pessoas assintomáticas, ou seja, não estão doentes nem são contagiosas.
  • A maioria dos médicos e demais vítimas fatais tinham outras doenças anteriores, principalmente cardiovasculares. 93% tinham mais de 80 anos e apenas 5% foram tratados.
  • A hidroxicloroquina tem bons efeitos terapêuticos, mas não é um retroviral e possui muitos efeitos colaterais adversos, como cardíacos.
  • As vacinas precisam de anos de pesquisa em várias fases. Não de forma imediata e irresponsável com uma vacina de emergência para um vírus não letal.
  • É preciso fortalecer o sistema imunológico com os rios e praias abertos, ao ar livre, com alegria e sem o medo causado pelas medidas sanitárias erradas.
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