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Argentinos protestam contra o governo e a quarentena

Desde o início das medidas de restrição, em março, mais 280 mil empregos foram perdidos

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Os cidadãos argentinos se uniram em protesto, ontem (13), contra o governo de Alberto Fernández e a quarentena obrigatória. Intitulado #Marcha13STodosaLasCalles, o movimento convocado pelas redes sociais teve ações nas cidades de Córdoba, Rosário, Mendoza, Tucumám e Bariloche, onde a convocação foi aberta por empresários e trabalhadores do turismo com atividades paralisadas desde março.

A quarentena obrigatória decretada pelo governo em 20 de março, segue vigente até o momento. Ainda assim, a pandemia não tem dado sinais de retrocesso. O país registrou um recorde de mais de 12 mil casos em 24 horas e, neste domingo, acumulava quase 550 mil casos, com mais de 11 mil mortos, segundo dados oficiais.

Também houve protestos, com panelaço e buzinaço, em frente ao apartamento da vice-presidente Cristina Kirchner, em Buenos Aires. As principais palavras de ordem foram “todos pela República”, “todos pela liberdade” e “fora Cristina”.

Está é a maior crise econômica do país em recessão desde 2018. Desde o início das medidas de restrição, mais 280 mil empregos foram perdidos, segundo dados do Indec. E um total de 40% da população vive na pobreza.

No mesmo dia, um artigo do ex-presidente Mauricio Macri foi publicado no jornal “La Nación”. No texto ele critica o atual governo e acusa Fernandez de “atacar de modo sistemático e permanente a Constituição e de usar decretos para restringir a mobilidade dos cidadãos.

FONTECorreio

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