Início Internacional Médica abortista que cortava cordas vocais de bebês perde a licença médica

Médica abortista que cortava cordas vocais de bebês perde a licença médica

A americana Leah N. Torres, conhecida por sua crueldade, chegou se definir como ‘estripadora de útero'

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A médica abortista Leah N. Torres teve sua licença profissional suspensa pelo Conselho de Medicina Legal do Alabama, nos EUA. Torres ficou conhecida, em 2018, por sua crueldade ao se vangloriar, pelo Twitter, por cortar as cordas vocais de bebês durante os processos de abortos.

Na publicação, já removida de sua conta ela declarou: “Você sabe que os fetos não gritam, certo? Primeiro, eu faço o corte transversal da corda [vocal], então não há realmente oportunidade, se eles estiverem desenvolvidos o suficiente para ter uma laringe. Não vou pedir desculpas por realizar a medicina. Eu também sou uma ‘estripadora de útero’, se é assim que você gostaria de descrever a histerectomia”, escreveu na época.

Um trecho da decisão destaca que o “Conselho atualmente tem provas em sua posse de que a continuação na prática de Leah N. Torres pode constituir um perigo imediato para seus pacientes e/ou o público”, diz.

Fraudes

Diretora da clínica de aborto, West Alabama Women’s Center em Tuscaloosa, Torres atendia sob licença temporária já que em agosto teve a licença médica revogada. Segundo o Conselho, ela teria fraudado seu requerimento de prática da medicina. Ela não poderá exercer a profissão, até que a audiência, marcada para 21 de dezembro, seja realizada.

Declarações polêmicas

A abortista chegou a afirmar que “Deus realiza muito mais abortos do que ela”. O Conselho se manifestou e disse que as “declarações violam os altos padrões de honestidade, diligência, prudência e integridade ética exigidos dos médicos licenciados para exercer a profissão no Alabama”.

No final de 2019 durante entrevista, a médica revelou que orienta mulheres cujas famílias não concordam com o procedimento a fingirem um aborto espontâneo com drogas específicas. Para se eximir, Torres culpa a sociedade por precisar ser desonesta, afinal os abortistas buscam “proteger as grávidas” e o que elas desejam.

A ativista americana pró-vida, Lila Rose, fundadora do Live Action, comemorou a decisão. “Abortistas não praticam medicina. Torres assassinou milhares de crianças. Todos os estados da América deveriam suspender todas as licenças de aborto e recusar-se a permitir que o massacre continue.”, escreveu em resposta a Torres.

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