terça-feira, março 2, 2021
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A extrema-imprensa descaradamente assumiu o papel de propagandista do Partido Democrata

"A Mídia "Mainstream" age como censor da informação tentando silênciar as fraudes, ridicularizar e menosprezar as acusações. Pessoas comuns resolveram driblar a censura da extrema-imprensa e fazer o trabalho de levar a informação até as pessoas. Trabalho esse que a mídia se recusa a fazer", revela Pedro Delfino em novo artigo

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A mídia está fazendo o papel dela de forçar uma situação onde o Biden surge como o presidente legítimo e democraticamente eleito, enquanto Trump é um bebê chorão que não sabe perder. Todos nós já sabíamos que mais cedo ou mais tarde eles anunciariam o resultado “oficial”, mesmo com tantos “poréns” em aberto que podem mudar radicalmente o quadro. Ou seja, mesmo estando evidente que a eleição NÃO está decidida ainda.

Ela age assim porque, afinal de contas, a imprensa há muito tempo já se esqueceu do seu dever de INFORMAR, assumindo o papel de propagandista de uma ideologia.

Um país de 350 milhões de habitantes está completamente RACHADO AO MEIO, com metade da sua população fazendo sérias acusações de fraude e solicitando investigações.

Alguém viu alguma nota de rodapé da grande mídia sobre isso, tirando os momentos em que ela tocou no assunto para ridicularizar e menosprezar as acusações?

A imprensa tem o DEVER de passar a notícia ao povo; tem o DEVER de informar sobre a perspectiva de um lado e do outro para deixar que o telespectador tire as suas conclusões e escolha de qual lado ficar. Não cabe a ela agir como censor da informação. Logo os “jornazistas” que tanto esperneiam contra a censura, são os primeiros a agir como ditadores quando estão em posição de escolher aquilo que o povo pode ou não saber.

Quem tem que julgar se as acusações de fraude têm fundamento ou não é a justiça!

E não uma imprensa!

Mesmo assim, vocês só ficaram sabendo de todos os escândalos que aconteceram nessas eleições por causa da INTERNET; por causa de pessoas COMUNS que resolveram driblar a censura da extrema-imprensa e fazer o trabalho de levar a informação até as pessoas. Trabalho esse que a mídia SE RECUSA a fazer.

Por isso, continuem acompanhando. Continuem atentos. A eleição não acabou e pelo visto não vai acabar tão cedo.

O Biden vai fazer o seu teatro e ter os seus 5 minutos de fama. Não tem problema. Se a coisa mudar depois, tudo isso vai nos render uns bons MEMES.

Algo parecido já aconteceu, não faz muito tempo. Por isso, eles SABEM que a disputa ainda está em aberto. No ano 2000, a eleição entre George W. Bush e AI ​​Gore também foi judicializada, devido a razões polêmicas no processo de contagem dos votos, chegando até a Suprema Corte.

Naquela ocasião, os candidatos tiveram que esperar por 37 dias até que a Corte declarasse Bush como o presidente eleito. Nenhum dos dois tentou se aproveitar de alguma coisa para provocar uma situação. Mas eram outros tempos…

Hoje, é diferente. O Partido Democrata, a Imprensa, Hollywood, as Big-Tech e tudo quanto é parte do Deep State estão com sangue nos olhos querendo ver a cabeça de Trump numa bandeja de prata.

E eles sabem MUITO BEM que uma eventual auditoria poderá revelar para sempre a podridão que as democratas estão escondendo já há algumas eleições, chegando ao ápice nessa de 2020.

Portanto, deixem que falem. Biden realmente é o “presidente eleito”, mas, pode ser que ele entre para a história como o presidente-relâmpago: aquele que caiu antes mesmo de assumir!

Pedro Delfino é especialista em História da Civilização Ocidental e História da Igreja Católica; autor do livro Mentalidade Atrasada, Nação Fracassada (que aborda temas como História, Filosofia e Política); do Curso de História Geral da Civilização Ocidental, do Curso de Excelência Catholica, do livro Via Sancta e é co-Fundador do Movimento Brasil Conservador.
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