sexta-feira, março 5, 2021
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Vacina Chinesa ou Roleta Russa?

O curioso caso da vacina obrigatória com eficácia opcional

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O Instituto Butantan, que desenvolve a CoronaVac em parceria com o laboratório chinês, Sinovac, divulgou na tarde de ontem (12) que, após a conclusão dos testes no Brasil, a vacina chinesa alcançou uma eficácia global de 50,38%. É isso mesmo que você leu: simplesmente METADE de todos os vacinados continuarão vulneráveis ao vírus após tomar a vacina. A partir de agora, com essa informação oficial, o alerta que nós, “negacionistas”, fazíamos, deixará de ser “teoria da conspiração”, mas é claro que você não verá nos jornais e na mídia nenhuma nota de retratação. Afinal de contas, eles já estão passando a notícia em tom de vitória, como se esse resultado fosse digno de comemoração. 

A se comemorar temos, somente, a criatividade dos cientistas, pois a taxa de eficácia global entre os vacinados e os que tomaram placebo ficou inicialmente em 49,69%, abaixo dos 50% mínimos exigido pela OMS, mas o Instituto Butantan utiliza uma metodologia “diferente”, chamada Hazard Ratio, que convenientemente conseguiu elevar a taxa para alguns décimos acima da linha de corte.

A vacina chinesa está mais para roleta russa: você toma e tem 50% de chance de dar certo. Depende da sorte. Isso parece piada, mas a parte engraçada mesmo é que a cloroquina, que teve desempenho bem superior a esse, foi ridicularizada e desprezada pelos “pandeminions” sob alegação de que não havia comprovação científica. Ora, e a vacina tem? É melhor um remédio sem comprovação científica que funciona na grande maioria dos casos do que um remédio que comprovadamente não funciona! Mas exigir que as pessoas percebam essa obviedade só será possível quando sair a vacina para o analfabetismo funcional— que é algo muito mais letal do que o coronavírus, diga-se de passagem.

Imaginem, ainda, se fosse o Bolsonaro promovendo um remédio que se gaba de imunizar um a cada dois vacinados. Por muito menos, ele já esteve à beira do impeachment. Mas é claro. Era o Bolsonaro. Então, não importa O QUE ele diz, importa apenas QUEM diz.

No fim, fica assim: você tem que tomar uma vacina que não vai te dar garantia nenhuma de imunização para se proteger de um vírus que tem 1% de risco. Louco, não?

Segundo relatório do VAERS – Sistema de Notificação de Eventos Adversos de Vacinas (EUA), durante essa primeira fase de vacinação no país norteamericano com as vacinas recentemente aprovadas pelo CDC e FDA, foram registrados 1.156 eventos adversos no total, sendo 308 deles levados para salas de emergência hospitalar, 17 fatais e 2 que levaram a uma deficiência permanente do paciente, o que torna tudo muito mais cômico: afinal, a chance de ter uma complicação por causa dos efeitos colaterais da vacina pode ser maior do que o perigo da próprio doença!

Recapitulando então (para vocês não se perderem com tantas contradições): o vírus tem 1% de letalidade, a vacina tem 49% de eficácia e o risco colateral até então é desconhecido. Por muito menos a cloroquina foi “cancelada” como coisa de genocida. Essa vacina, então, merece ser tratada como o quê??

Se os fatos expostos até aqui não te mataram de rir ainda, espere por esse: “especialistas” já estão dizendo que o hábito de usar máscara deve continuar mesmo após a vacinação! 

Ué. Se a vacina serve para imunizar as pessoas, por que raios eu preciso continuar usando a máscara? Vai ver eles já sabiam que ela não funcionava. E, se ela não funciona, qual é o verdadeiro e tão importante papel que ela cumpre e que faz ela precisar ser aprovada e imposta goela abaixo mesmo assim?

Ontem mesmo surgiu a notícia, também, de que uma mutação no vírus da Covid-19 gerou uma variante inédita com origem no estado do Amazonas que teria um efeito transmissível ainda maior. Ou seja, toda essa vacinação em massa logo pode estar defasada frente à adaptação do vírus. E aí, vamos parar tudo toda vez que surgir uma diferente linhagem? Vamos ter essa mobilização colossal para vacinação de toda a humanidade a cada vez que o vírus sofrer uma mutação? Ou será que ficaremos para sempre num estado contínuo de pandemia, com uso de máscara e vacinações em série?

Entendam: não existe ninguém aqui que seja “antivacina”. Mas, sim, temos muitos problemas em relação a narrativas enganosas, a aceitar cegamente imposições estapafúrdias e a procedimentos poucos transparentes, no meio da maior ação de terrorismo psicológico da história humana e que está sendo liderada pelas mesmas figuras que já foram pegas mentindo UM MONTE em relação à tudo o que envolve essa pandemia até aqui. A vacina é apenas um detalhe. O nosso problema é com quem está por trás dela!

As pessoas que estão colocando a cara na TV para nos apresentar as suas mágicas soluções já provaram ser indignas de confiança. Apresente-me uma vacina realmente segura e confiável, que eu estarei disposto a tomá-la sem problemas. Mas, enquanto isso, não queiram nos forçar a fazer vista grossa para aquilo que está explícito diante dos nossos olhos. Não contestar e duvidar do que estamos vendo é a maior demonstração de subserviência que se pode ter, pois a confiança de algumas pessoas nas “autoridades”, nos “especialistas” e nos “jornazistas” é tanta que até quando eles dizem claramente algo que deveria, no mínimo, nos fazer refletir e ponderar, essas pessoas escolhem ACEITAR sem contestação. Depois o gado somos nós, não é?

Bastava que os loucos pela vacina tivessem em relação a ela o mesmo ceticismo que tiveram em relação à cloroquina. Sabe o que mudou de lá para cá? Apenas o tom das manchetes. A mídia não se coloca ao lado da verdade, ela se coloca no lado oposto do que diz o Bolsonaro. O critério é esse: se ele fala A, ela apoia B; se ele fala B, ela apoia A. Afinal, o objetivo da propaganda midiática não é informar, mas sim desgatar o governo. E o pior é que o povo fica seguindo essas posições contraditórias e nebulosas da mídia como se elas fossem opiniões cuidadosamente examinadas pela casta iluminada da “ciência”. Vejam vocês como é fácil manipular o povo hoje em dia…

Pedro Delfino é especialista em História da Civilização Ocidental e História da Igreja Católica; autor do livro Mentalidade Atrasada, Nação Fracassada (que aborda temas como História, Filosofia e Política); do Curso de História Geral da Civilização Ocidental, do Curso de Excelência Catholica, do livro Via Sancta e é co-Fundador do Movimento Brasil Conservador.
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