segunda-feira, janeiro 25, 2021
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Se estão fazendo isso com o Trump, imagina o que farão com você!

"A imprensa e as empresas de tecnologia, hoje, estão acima do Legislativo, Judiciário e Executivo, porque elas têm o poder de fazer as pessoas pensarem o que elas querem que pensem; e, assim, influenciam as leis que serão criadas, as decisões judiciais e o viés do governo eleito", destaca Pedro Delfino em novo artigo

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Havia um tempo em que nós, inocentemente, acreditávamos que o Presidente dos Estados Unidos era o homem mais poderoso do planeta. Afinal de contas, era ele quem estava sentado na cadeira mais alta, tomando decisões em nome da nação mais poderosa. Crescemos ouvindo isso. No entanto, essa é uma crença que não se sustenta mais.

Vejam o que fizeram com Donald Trump: o Presidente dos EUA teve a sua conta no Twitter REMOVIDA. Com apenas um clique, um grupo de hipsters californianos conseguiu silenciar o Presidente da — ainda — maior potência mundial! Parem para pensar no quanto que isso é surreal. Existem alguns conglomerados que, juntos, possuem poder infinitamente maior do que os três poderes da república. A imprensa e as empresas de tecnologia, hoje, estão acima do Legislativo, Judiciário e Executivo, porque elas têm o poder de fazer as pessoas pensarem o que elas querem que pensem; e, assim, influenciam as leis que serão criadas, as decisões judiciais e o viés do governo eleito.

Há poucos dias, o Instagram censurou um post meu, arbitrariamente tirando do ar uma exposição de fatos sobre o discurso pró-pedofilia, assim como já fizeram com tantas outras páginas (sempre conservadoras, nunca de esquerda). Mas, até aí, nada fora do que eles já fazem há bastante tempo. Agora, excluir a conta do Presidente dos EUA é uma demonstração de força típica de quem sabe que tem todo o PODER do seu lado.

Ora, a eleição de Trump (assim como a de Bolsonaro) foi uma aberração da natureza. O establishment se sentia já tão hegemônico e dominante que baixou a guarda e possibilitou que um “outsider” chegasse à presidência.  Eles não estavam preparados para isso e quando se deram conta do que tinha acontecido, assustaram-se com o fato de que o povo estava se levantando contra eles e decidiram usar todo o potencial que eles tinham em mãos para impedir que isso nunca mais ocorresse de novo.

Engana-se quem pensa que essa eleição de Biden (ou uma possível volta da esquerda ao poder no Brasil em 2022) será apenas uma vitória normal e reversível 4 anos depois. Não. Eles vão chegar para ficar! Leiam o post, de nome “No que se transformarão os EUA sob a administração democrata?”, e vejam que todas as iniciativas da esquerda americana são no sentido de promover mudanças estruturais no sistema, de modo que eles tenham todos os meios de vencer indefinidamente sem nunca mais perder uma eleição.

Estando fora do governo, eles já conseguiram: 1) fraudar as eleições; 2) impedir a exposição das denúncias; 3)  impor através da mídia a narrativa favorável a eles; 4) bloquear qualquer ação da Suprema Corte (de maioria conservadora!); e 5) que o próprio Partido Republicano traísse Trump e tomasse decisões pró-Biden! Imaginem então o que eles não poderão fazer agora, voltando ao governo e tendo, pela primeira vez, a Casa Branca, a Câmara e o Senado, juntos e alinhados!

Está claro, pelo ocorrido nessas eleições, que o poder, de fato, não está na cadeira do Presidente, mas em algum lugar fora da Casa Branca (assim como no Brasil está fora do Palácio do Planalto) em condições de decidir se vão deixar que o Presidente governe ou não. 

Essa gente não tem rosto, não tem nome. Ninguém sabe quem são, onde estão e para quem trabalham. Nós só conseguimos ver os rastros da sua influência, aqui e acolá. Mas nunca a sua verdadeira face.

Donald Trump, até então, o homem “mais poderoso do mundo”, está sendo moído e trucidado pela máquina do establishment, pelo “sistema”, numa demonstração clara de que, se eles podem fazer isso com ele, podem fazer QUALQUER COISA conosco, meros mortais. Esse será o tom da Nova Ordem que começou no dia 06/01 e a ÚNICA forma de impedi-los de avançar contra nós é jogando todo o povo de uma só vez contra eles.

Mas, como esperar isso de um povo que ainda está acreditando na Globo, comemorando a vitória de Biden, sonhando com a aprovação da vacina e achando que o comunismo não existe mais?

Quem quiser que comemore agora, então. Mas comemorem bastante! Porque quando esse monstro que vocês estão criando decidir se voltar contra vocês, chorar já não adiantará mais nada.

Pedro Delfino é especialista em História da Civilização Ocidental e História da Igreja Católica; autor do livro Mentalidade Atrasada, Nação Fracassada (que aborda temas como História, Filosofia e Política); do Curso de História Geral da Civilização Ocidental, do Curso de Excelência Catholica, do livro Via Sancta e é co-Fundador do Movimento Brasil Conservador.
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