domingo, março 7, 2021
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Pedro Delfino expõe as 7 táticas da mídia para distorcer a realidade

Entre elas estão a imposição de narrativa, imagens condicionantes, omissão de dados e exposição seletiva

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Em uma publicação nas redes sociais, o escritor Pedro Delfino explica como os grandes meios de comunicação trabalham para defender suas preferências partidárias, ideológicas e, principalmente, seus interesses financeiros.

A mídia, através de seu “modus operandi” pode filtrar e manipular conteúdos. As 25 empresas consideradas como os maiores veículos de comunicação do país são controlados por apenas 5 famílias. Delfino apresenta as 7 táticas mais utilizadas pela imprensa para distorcer a realidade.

Toda uma construção se inicia na ‘imposição de narrativa’, com a intenção de repetir de modo insistente certas pautas para que isso caia na boca do povo e domine o imaginário das pessoas.

“A pauta escolhida é apresentada e representada de forma exaustiva durante os telejornais da manhã, da tarde, da noite; comentada em programas de auditório, debatidas em entrevistas, estampadas em portais, jornais e revistas” , afirma.

Com o assunto inserido no meio social parte-se para o uso da ‘autoridade’. Especialistas no tema ou veículos de imprensa renomados, devem avaliar o cenário a fim de passar uma isenção maior pautado pelo suposto “jornalismo sério”.

Segundo Delfino, as ‘imagens condicionantes’ são um importante aspecto para definir uma narrativa e atrelar sentimentos no inconsciente do telespectador. “Procurem prestar atenção nas imagens escolhidas para retratar os inimigos e os queridinhos da mídia e vejam a diferença. Uma notícia envolvendo Bolsonaro, coincidentemente, traz uma foto onde ele está com cara de mal, testa franzida, talvez com uma linguagem corporal agressiva.

As próximas duas táticas são ‘exposição seletiva’ e ‘omissão de dados’. A exposição seletiva trata da escolha sobre quais assuntos serão contados ou não. “Quando existe uma suspeita sobre alguma figura ideologicamente próxima, a imprensa se cala ou menciona informação contendo omissão de dados. Essa omissão buscar estruturar a história de uma forma completamente diferente. O que auxilia no processo de notícia descontinuada.

A fato não precisa ser verdadeiro, ter provas etc, basta que desmoralize ou destrua a reputação de alguém. O último passo é o uso dos intelectuais orgânicos, são acadêmicos, artistas, escritores usados para validar a narrativa e mexer com o emocional do telespectador. “É uma ferramenta que virá para dar o arremate final ao telespectador ingênuo e fazê-lo cair no canto da sereia. Pois tudo o que vem do famoso x e da celebridade y têm ainda mais poder sobre a mente das pessoas.”

https://www.instagram.com/p/CFAG9kcAHCR/?igshid=9awc0q0hcws2

1 COMENTÁRIO

  1. Interessante: no último parágrafo, que cita o último passo para dar “veracidade” à informação, as grandes mídias colocam à disposição a opinião de “especialistas”.
    Até dou risada quando no término da pseudo-reportagem se fala: “de acordo com os especialistas, ….”, KKKK!!!

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