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ONU e organizações internacionais são instrumentos para propagar a revolução sexual global

Segundo Guilherme Schelb, o que deve ser respeitado nas escolas são a Constituição e as leis brasileiras que protegem a criança e o adolescente do pornográfico e obsceno e o protagonismo da família na formação moral dos filhos menores

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É fundamental haver essa ação internacional para que haja uma aceitação mais fácil dos países e das pessoas às propostas do socialismo cultural, porque os documentos com a chancela da ONU adquirem no imaginário público a ideia de que eles refletiriam o que é consenso em todas as nações, que são fruto de uma positividade internacional, quando na verdade, o que acontece nos fóruns da ONU é algo bem diferente: reúne-se um grupo de pessoas escolhidas a dedo para formular propostas e políticas conforme suas ideologias e valores. Para dar uma aparência de legitimidade internacional, escolhe-se organizações de um único viéz político ou ideológico para participar dos eventos, induzindo ao entendimento de que se trata de um consenso mundial.

E por ser patrocinado pela ONU imagina-se que aquilo tem a chancela dos países, quando na verdade não. São reuniões de ONGs escolhidas só em um campo ideológico ou de valores. Normalmente os conservadores não são convidados e faz-se então uma chancela internacional para um encontro sectário,
muito limitado.

Na questão da sexualidade das crianças é visível isso, reúne-se ONGs que propõem a autonomia de vontade sexual às crianças, repito, o que no Brasil é ilegal, e essas ONGs elaboram uma “Carta de direitos sexuais e reprodutivos de crianças e adolescentes.”

Esse é o nome gente! Carta de direitos sexuais e reprodutivos de crianças. Perceba, no Brasil isso é ilegal! A criança tem que ser protegida da atividade sexual, ela tem que ser protegida da reprodução, ela tem que ser orientada sobre o tema da sexualidade conforme o seu desenvolvimento e conforme as suas peculiaridades. E a família tem o protagonismo constitucional sobre essa questão, conforme artigo 229 da Constituição.

Um exemplo dessa estratégia são os “Princípios de Yogyakarta sobre a Aplicação da Legislação Internacional de Direitos Humanos em relação à Orientação Sexual e Identidade de Gênero“. Na verdade, este nome suntuoso representa tão somente a reunião de grupo secretário de especialistas e ongs LGBT e simpatizantes que elaborou um documento sem normatividade internacional alguma, em encontro realizado na Universidade Gadjah Mada, em Yogyakarta, Indonésia, entre 6 e 9 de novembro de 2006.

O conteúdo dos Princípios de Yogyakarta é abertamente ilegal no Brasil, porque propõe autonomia sexual a crianças e adolescentes, o que viola o artigo 227 da Constituição brasileira.

Pois bem, este documento é tratado pela Educação no Brasil como se fosse um documento internacional de aplicação obrigatória, quando não o é. Os Princípios de Yogyakarta são apresentados aos professores como regras de cumprimento obrigatório nas escolas brasileiras, quando, na verdade, trata-se de propostas representativas do ativismo sexual LGBT e outras visões ideológicas, sem nenhum valor normativo.

No Guia do Ministério da Educação sobre a Prevenção do Abuso e Exploração Sexual, estas propostas de Yogyakarta e de Congressos de Sexologia são consideradas de cumprimento obrigatório nas escolas brasileiras.

Está errado!

O que deve ser respeitado nas Escolas são a Constituição e as leis brasileiras que protegem a criança e o adolescente do pornográfico e obsceno e o protagonismo da família na formação moral dos filhos menores.

Então o que a ONU e muitas organizações internacionais defendem, na verdade, na prática cultural acaba se transformando uma ponta de lança desses delinquentes’ que se apoderaram da pauta de direitos humanos, de defesa da criança. Veja, eu estou me referindo a pessoas que, olha eu vou dizer uma coisa séria, pessoas que querem praticar sexo com crianças, que querem reconhecer o direito da prática sexual com crianças, e que se autointitulam “defensores” dos direitos da criança.

Essa é a marca desse ativismo.

As pessoas perecem por falta de conhecimento, pois ao conhecer as leis, elas se defenderão dessas práticas ilícitas e abusivas à integridade psicológica e sexual de crianças e adolescentes.

<< Artigo anterior – Entenda o porquê deles quererem destruir a sua família

Este conteúdo é parte do livro Querem calar a igreja cristã – A revolução sexual global de Guilherme Schelb | Curso para líderes cristãos | Adquira o livro clicando aqui!

Guilherme Schelb – Defensor dos direitos e da dignidade humana especial de crianças e adolescentes, Procurador da República, Palestrante e autor de livros sobre Infância, Educação e Família
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