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O comunismo é o maior culpado pelo uso de drogas nos países ocidentais

"Vejam esses relatos impressionantes!", destaca Pedro Delfino em artigo

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Quero mostrar para vocês um trecho do livro Red Cocaine (Cocaína Vermelha), escrito pelo Dr. Joseph Douglass, uma das maiores autoridades em defesa nacional dos Estados Unidos:

“Mais tarde, Mao falaria em usar o ópio contra os imperialistas como apenas uma fase moderna nas guerras do ópio que começaram no século XIX. O ópio era uma arma poderosa que havia sido usada pelos imperialistas contra os chineses e deveria ser usada contra eles em uma segunda Guerra do Ópio. No entanto, o fato de que o ópio já havia sido usado contra os chineses um dia era apenas uma desculpa conveniente, não a verdadeira razão. Mao começou a usar o ópio como uma arma política CONTRA O SEU PRÓPRIO POVO, os chineses, durante sua tentativa de estabelecer o comunismo em toda a China. Seu uso de ópio expandiu-se simplesmente porque provou ser uma arma muito eficaz. Assim que Mao tivesse garantido totalmente o domínio da China continental em 1949, a produção de ópio foi nacionalizada e o tráfico de narcóticos, direcionados a estados não comunistas, tornou-se uma atividade formal do novo Estado comunista, a República Popular da China.”

“Durante a década de 1950, Harry Anslinger, o Comissário dos Narcóticos dos Estados Unidos, trabalhou arduamente para que as pessoas reconhecessem que a China comunista era a principal força responsável pelo tráfico de narcóticos. “A máfia”, explicou em resposta a relatórios de imprensa enganosos, não era o maior traficante de drogas. Esta foi uma falsa impressão. De longe, o maior traficante de drogas foi Pequim. Anslinger forneceu dados extensivos às Nações Unidas e ao Congresso dos EUA. Ele identificou as agências do GOVERNO CHINÊS envolvidas, bem como inúmeras rotas de tráfico da China. Ele liderou operações para atacar redes de distribuição conhecidas. Mas enquanto ele não conseguia parar o fluxo, pelo menos ele identificou a fonte da ofensiva: a China comunista.”

Esse relato do livro Red Cocaine nos mostra algumas coisas importantes:

1. Mao Tsé-Tung usou as drogas como uma arma eficaz contra o próprio povo chinês a fim de desestabilizar a nação e facilitar a chegada do Partido Comunista ao poder.

2. Uma vez no poder, a China estatizou a produção das drogas e começou a direcionar a distribuição clandestina para os países ocidentais, com objetivo de fomentar aqui a mesma desestabilização que havia se provado útil por lá.

Isso está em pleno acordo com os relatos de Yuri Bezmenov, um agente desertor da KGB que falava muito sobre o método comunista para dominar uma nação estrangeira. Segundo ele, o controle era sempre precedido por fases de corrupção da sociedade, enfraquecimento das instituições e caos social.

O livro Desinformação, do Tenente General comunista, Mihai Pacepa, expõe também com todas as letras que as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), a maior produtora de cocaína do mundo há décadas, foram uma criação soviética que fomentou e financiou as redes de distribuição da droga na América Latina para que esse continente (o elo mais fraco e vulnerável do Ocidente, entre América do Norte, América Latina e Europa) se tornasse o novo polo a partir do qual o comunismo asiático (China e URSS) espalharia a corrupção e a violência pelo mundo.

Olhando por esse lado, não é de se espantar que representantes da alta cúpula das FARC tenham tido um lugarzinho VIP nos encontros históricos do Foro de São Paulo, criado por Lula e Fidel Castro. Afinal, o objetivo soviético era o mesmo que o chinês, que era o mesmo que o da guerrilha colombiana, que era o mesmo que o da ditadura cubana, que era o mesmo que o do PT

A Bíblia diz que o ladrão vem para “matar, roubar e destruir”. Agora me digam: qual é a diferença entre o ladrão, de quem a Bíblia fala, e os comunistas, de quem esses livros falam? Ambos estão na terra para espalhar o terror e adoecer tudo aquilo que for tocado por eles.

Pedro Delfino é especialista em História da Civilização Ocidental e História da Igreja Católica; autor do livro Mentalidade Atrasada, Nação Fracassada (que aborda temas como História, Filosofia e Política); do Curso de História Geral da Civilização Ocidental, do Curso de Excelência Catholica, do livro Via Sancta e é co-Fundador do Movimento Brasil Conservador.
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