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Contra o aborto pela moralidade e pela defesa de quem ainda não tem voz

“Como grupos de uma sociedade chamam de vida as tentativas de encontrar fungos e bactérias em outros planetas mas negam esse direito a bebês prontos a terem uma jornada inteira pela frente?”, questiona Henrique Gustavo em novo artigo

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Não caia no argumento vazio, ignorante e político de que “você é contra o aborto por causa da religião”. Não!!! Somos contra pela moralidade e pela defesa de quem ainda não tem voz.

Os que acusam os Cristãos de fazerem política com o aborto são na verdade os que servem de massa de manobra para um jogo político que ultrapassa os ditos esquerda e direita, mas adentram numa guerra entra o bem e o mal.

Estes não percebem que estão sendo usados por grupos através de frases e hashtags como “meu corpo minhas regras” ou “black lives matter”.

Afinal, o pequeno corpo de um black baby lives matter se ele ainda está dentro de sua mãe?

O incrível é que a mesma parcela que grita e diz que o bebê que ainda não nasceu não é vida, é a mesma cambada que compartilha do desejo de salvar ovinhos de tartaruga para que choquem e cheguem em segurança ao mar.

Não raciocinam, não percebem o absurdo que estão fazendo com suas mentes.

Vociferam para você diminuir o consumo de carne por pena do gado, mas exigem o direito de assassinar um bebê.

Não tenho nada contra as tartarugas ou os bois nem nenhum animal; mas primeiro, o ser humano! Afinal, se você acredita mesmo que o ser humano é ruim para o planeta, comece dando o exemplo e se despeça dessa vida, só texto e gritaria não contribuem para sua causa.

Não se pode respirar no espaço, não se pode viver embaixo d’água, e o lugar mais seguro para se desenvolver a vida humana, o ventre de uma mãe, hoje é um dos que mais precisa que se prove de que lá, já há vida!

São tão canalhas com suas defesas, que mudam o motivo conforme você prova o erro nas suas acusações.

O ocorrido recentemente com uma menina de 11 anos gerou uma revolta neste grupo que gritou, alardeou e fez de tudo para dizer que uma juíza foi malvada de proibir um aborto nesta criança que havia sofrido um suposto estupro.

Em praticamente todos os veículos que divulgaram a notícia, eles diziam isso:
-“Juíza proíbe aborto em menina de 11 anos vítima de estupro.”

Curiosamente, por mais que procurasse, era difícil encontrar algo sobre o suposto agressor, e as pessoas que vociferavam contra a juíza não pararam para pensar o óbvio.

Se é um crime de tamanha perversidade, quem é este canalha agressor? Por que estavam escondendo sua identidade?
Entenda, a preocupação nunca foi com a menina, mas com o desejo sedento por sangue de um inocente.

Porém, tudo fica claro quando é descoberto que o “suposto” estuprador era outro menor, este de 13 anos, filho do namorado da mãe da menina, morava na mesma casa e que ambos os pais sabiam da relação entre eles.

Por mais absurdo que pareça, divulgar estes dados acabaria com a narrativa de estupro, pois ficaria claro que o “criminoso” era outra criança.

Óbvio que uma criança de 11 anos grávida não é algo a ser comemorado, mas um inocente pagar com sua vida pela omissão dos pais em relação ao que vinha ocorrendo debaixo do mesmo teto, nem de longe soa como solução plausível.

“Mas a família não tem condições, a chance é maior de ser alguém pior na vida.”
Então devemos ir em comunidades carentes e matar todos que estão ali pois a maioria não receberá boas oportunidades na vida? É isto que você defende com este argumento canalha e burro.

A destruição do valor da vida e família há tempos já tem sido promovida por aqui como o principal fator de domínio social, junto com a destruição da religião, especificamente do Cristianismo. Se acha exagero, pesquise sobre o que vem ocorrendo em países como a Nigéria, por exemplo.

Precisamos deixar de ter medo de dar este testemunho para conhecidos por receio de entrar em conflito. O tema é muito, muito delicado, pois envolve crianças.

Quando falarem isto, pergunte pra pessoa o que ela acha de tocar em festas infantis, ou mesmo nas de adultos em que há a presença de crianças, estes funks que apenas estimulam a sexualização infantil com suas danças e erotização.

O que eles acham da “adultização” das crianças com roupas e estímulos desnecessários em desenhos, como a Disney vem fazendo.

Este caso é apenas mais um, este veio a ser conhecido, mas vários outros infelizmente ocorrem em segredo diariamente no Brasil como consequência desta bestialização e banalização sobre a sexualidade.

Eu repito, aquele que acusa de fazer política com o aborto, é alguém que tem apenas um raciocínio vago, e isto é o melhor que pode fazer pois é o que ouve de seus grupos pouco interessados na real situação da destruição moral que sim, que a política DELES vem fazendo, ou apenas por que ele pode acreditar que com essa suposta argumentação a pessoa se sinta desconfortável achando mesmo que sua defesa pela vida se dá pela religião, e não pela sua moral e ética.

Mas você, Cristão que por pena da menina, se sujeita a cogitar o assassinato de um bebê, saiba que não é o que você pensa estar certo ou não. A palavra já diz em Salmos 139, 16:

“Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia.”

Saiba que a liberação do aborto como ferramenta de controle de natalidade é apenas mais uma das armas destes que estão trabalhando para o fim da família. Outro ponto que deve ser abordado com urgência, é a utilização de grupos voltados aos relacionamentos homossexuais e plurais como parte da agenda que neste caso, pouco se importou com a sexualização de duas crianças. Os grupos que falam sobre “poli amor, e amor livre”, mas isto fica para outro artigo.

Fiquem com Deus.

Henrique Gustavo (Colunista) É administrador de empresas e trabalha no setor farmacêutico. Também é hipnoterapeuta e pensador. Nas horas vagas, estuda o setor financeiro, ajuda pessoas com problemas e passa tempo com a família.

Henrique Gustavo
É administrador de empresas e trabalha no setor farmacêutico. Também é hipnoterapeuta e pensador. Nas horas vagas, estuda o setor financeiro, ajuda pessoas com problemas e passa tempo com a família.

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