Comportamento Extrema Impren$a e Inver$ão de Valore$

Extrema Impren$a e Inver$ão de Valore$

“O que ou onde aconteceu a virada da moralidade? Qual foi o evento onde o errado passou a ser uma variante dependendo de quem o diz? E principalmente, isso importa para você? Afinal, o certo continua sendo o certo, mesmo quando ninguém o faz.”

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Escolha um:

Jacarezinho?
Saudades/SC?
Cilindros de oxigênio escondidos em Manaus?
Manifestação em favor da Constituição ser chamada de ato antidemocrático?
CPI da Covid com Renan Calheiros como relator?
Restrição de circulação? De trabalho?
Prisões inconstitucionais?
Juízes anulando condenações do maior corrupto da história?
Frases jogadas ao ar que dependendo de quem as profere, são liberdade de expressão ou agressões deliberadas? (O choro é livre…)

Veículos que deveriam informar parecem não perceber que o público hoje apenas os assiste para ter o que falar contra. O povo acordou! Busca canais na internet sem o viés esquerdista de governos passados que por décadas pagaram para vender mentiras.

O cidadão de bem não se preocupa mais que jornais apenas publiquem desgraças e narrativas, aprendeu que conhecer o que o inimigo está pregando é importante para rebater suas falácias. Pseudos canais (que deveriam ser) de informação, como CNN, Globo, Bandeirantes, hoje têm em seu público pessoas que não estão assistindo para se informar através deles, mas para ver qual mentira será contada e expor tais canalhices na roda de amigos. Será que apenas eles não percebem isso?

É emblemático o caso de Jacarezinho, onde mais de 25 bandidos não irão mais cometer crimes e estragar famílias devido ao sucesso da operação policial em que, infelizmente, um integrante da operação acabou sendo morto.

Chegamos a ver militantes que se dizem jornalistas comentando com um ar misto de raiva e indignação, como um grupo de 24 armados mataram “só” um policial. Veja abaixo:

A berrante incoerência destes desesperados por reaver o dinheiro que outros governos sem vergonha direcionavam a eles é tanta, que você não vê um único veículo questionando sobre as armas dos marginais, o poderio bélico para uma verdadeira batalha em posse de criminosos.
Será que algum ali tinha o porte legal? (Risos…)

Mais chocante do que isso, é uma informação que foi menos divulgada, parece até ser abafada sobre este caso.

Vamos por partes:

⦁ Em 05 de junho do ano passado, 2.020, o ministro do – já sem credibilidade – STF, Edson Fachin, proibiu ações policiais em favelas durante o período da Pandemia

⦁ Em 05 de agosto a decisão foi confirmada e somente em hipóteses absolutamente excepcionais poderiam ocorrer; porém, devendo ser comunicadas ao MP do estado do Rio de Janeiro

⦁ A polícia encontrou em uma das casas onde estavam cinco dos marginais uma cópia do relatório a respeito da operação com timbre do Ministério Público.

Precisa desenhar?

Proibir incursões da polícia gerou tempo para os bandidos se armarem ainda mais, e sabendo como seria a operação, culminou numa guerra em que infelizmente um policial foi assassinado.

Isso é extremamente grave, um vazamento de informações policiais para o tráfico através do MP com obrigatoriedade ordenada pelo STF.

Mas o que mais gerou repercussão foram títulos de quão letal foi a polícia; no Uol, uma chamada foi de que a “polícia matou 17 pessoas em 2 horas após policial ser atingido.” – apenas se você ler a reportagem, saberá que o policial foi assassinado, mas na manchete, apenas atingido; enquanto os marginais (dos 27 mortos, 25 tinham passagem pela polícia, e os outros dois estavam envolvidos com tráfico de drogas, segundo as próprias famílias) são chamados singelamente de “pessoas”.

Sim, eles não usam o termo vagabundos, bandidos, criminosos ou se quer traficantes. Igualam as pessoas que seguem a lei, que não destroem famílias a eles; pessoas.
Não são, são bandidos. Perderam o status de pessoas, de cidadão ao decidirem entrar no crime. Quando muito, usam o termo suspeitos.

O importante, como já dito, é que estes 27 criminosos não importunarão mais a vida de ninguém.

Já em Saudades, Santa Catarina, onde um assassino invadiu uma escola infantil e matou crianças e duas heroínas que evitaram que um massacre ainda pior ocorresse, você sabe como foi o título da reportagem do G1 após o recente depoimento?

Pois é. Suspeito…Me pergunto como o autor da reportagem põe a cabeça no travesseiro ao ter tanto cuidado ao chamar um assassino, um lixo, a escória da sociedade, de suspeito e, durante a reportagem, apenas “jovem”!
Bem, vindo do veículo G1 – Globo, não é de surpreender o apreço que eles têm por estes vermes.

Para eles a polícia mata, já traficantes e assassinos são apenas “jovens” ou “suspeitos” que trocam tiros com a polícia para defender seu destino traçado por serem vítimas da sociedade.

Uma inversão de valores que coloca em pé de igualdade o cidadão trabalhador com estes vagabundos. Que grita genocida para um presidente que toma café numa padaria sem máscara e trata assassino de crianças como jovem ou suspeito.

A sem-vergonhice desta disparidade moral parece não ter limites.

Apenas a título de curiosidade; lembra da bandeira levantada por estes canais citados à época em que Donald Trump era presidente dos Estados Unidos? Que ele estava segregando os povos ao construir um muro para aumentar a segurança migratória entre México – EUA? E você soube que Joe Biden retomou a construção dele?

Sim, mas agora a imprensa queridinha da esquerda utiliza a desculpa de que “estão enfrentando uma crise migratória”.

Isso apenas corrobora que para esses criadores de narrativas, não importa o que se diz ou ainda o que se faz; apenas quem…

Falando de informações internacionais, outra chamada do G1 de 11 de maio, foi de que “Israel ataca e destrói prédio residencial de 13 andares em Gaza; região de Tel Aviv é alvo de foguetes”.

O cretino usou de um artifício inescrupuloso para criar este título, pois quem lê, acredita que Israel atacou uma região de civis e deu início a esta crise.

Quando você pesquisa, primeiro:

Saberá que este prédio abrigava um escritório da liderança política do Hamas, e que Israel alertou para que vizinhos do prédio e região deixassem o local.

E segundo:

Percebe que o ataque com mais de UMA CENTENA de foguetes do Hamas a Israel, vem semanas após os Estados Unidos, agora com Biden, retomar apoio aos palestinos com U$235 milhões. Uau, que coincidência não?

Por que não estes questionamentos? Por que a retomada do apoio a um grupo terrorista feito pelo partido democrata não é questionada e amplamente divulgada pela mídia?

Por que os valores defendidos por Trump não eram interessantes para a construção de um artefato de defesa de sua soberania, mas para Biden é?

Por que esta inversão acontece quando quem fala ou faz defende Família, Deus, liberdade e propriedade?

Eles até podem continuar tentando vender esta ideologia de que o povo quer uma polícia que entregue flores, de um mundo sem Cristandade, de uma família sem base…mas eles mesmos sabem que isso JAMAIS será verdade.

Basta algum dos que levantam esta bandeira (a da bagunça) tentar fazer o mesmo que um certo presidente que luta pela liberdade do povo, que fala da importância da família e de Deus, que pega sua moto e arrasta milhares de pessoas que querem o mesmo.

Cite um juiz do Supremo, ou que tal um ex-presidente, quiçá algum apresentador de um jornal “global” que consiga dar um passeio tranquilo em algum shopping center, por exemplo, sem ser lançado a eles “elogios” de um povo que compartilha de seus ideais.

Lanço este desafio, o segundo colocado (segundo a confiabilíssima – irônico, claro) da pesquisa DataFolha para a corrida presidencial dar uma caminhada no meio do povo.
Daí veremos se a opinião pública condiz ou não com esta vergonha de (falso) jornalismo que prega.

Dia 15 de maio está aí. Fica a sugestão.
Vai ser grande, ou melhor, vai ser maior!
Vai ser Histórico, mais uma vez!

Termino dizendo que estes são pouquíssimos dos exemplos que podem ser citados; todo dia surgem novos tópicos com narrativas invertendo a moral e os valores de um povo de bem.

Você com certeza pode citar outros nos comentários.
Ou gostaria de que fosse explorado mais algum específico?

Grande abraço!

Henrique Gustavo (Colunista) É administrador de empresas e trabalha no setor farmacêutico. Também é hipnoterapeuta e pensador. Nas horas vagas, estuda o setor financeiro, ajuda pessoas com problemas e passa tempo com a família.

Henrique Gustavo
É administrador de empresas e trabalha no setor farmacêutico. Também é hipnoterapeuta e pensador. Nas horas vagas, estuda o setor financeiro, ajuda pessoas com problemas e passa tempo com a família.

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