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“Diretor da OMS é líder comunista radical corrupto e utiliza coronavírus para arrecadar bilhões”, denuncia jornalista

Reportagem de Oswaldo Eustáquio aponta supostas polêmicas envolvendo Tedros Adhanom. "Tedros Adhanom é contra o remédio que pode trazer a cura para o coronavírus e arrecadou mais de US$ 3 bilhões para OMS”, disse o jornalista

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Em matéria publicada na última quarta-feira (25), no Agora Paraná, o jornalista Oswaldo Eustáquio aponta uma série de polêmicas envolvendo o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom. A mais recente, segundo o jornalista, seria a “utilização da pandemia do coronavírus para fazer uma grande arrecadação para a Organização”.

“Um passeio rápido pelo Twitter de Tedros revela que ele tem se sentido uma celebridade pelo Covid-19. Levando a doença como um marketing multinível em que por onde passa cria um monstro invisível que mata mais pelo medo do que propriamente por si”, diz o jornalista.

Diferente do que estudam alguns países, Tedros é contra a utilização de medicamentos não testados contra o coronavírus. Nesta semana, a adoção do uso do Hidroxicloroquina em pacientes mais graves já começou a ser discutido no Brasil.

Sobre a posição do diretor da OMS de não concordar com o uso do medicamento, Oswaldo considera: “Ele parece que torce contra a cura do vírus que o deixou famoso no mundo”, disse.

“Utilizando a estratégia da desinformação, também do mundo comunista. O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, criticou no início desta semana, o uso de remédios não testados contra o coronavírus. O diretor esclarece que ainda não há tratamento comprovadamente eficaz contra o vírus e pede por ações coordenadas entre os países. A crítica veio logo após Bolsonaro e Trump revelarem resultados positivos para um medicamento. Para o diretor-geral “da OMS, quando pior melhor”.

A reportagem também aponta gastos da OMS com passagens áreas e hotéis. O jornalista cita levantamento da Associated Press em que diz que a OMS “gasta rotineiramente cerca de US $ 200 milhões por ano em despesas de viagem, mais do que o que ela paga para combater alguns dos maiores problemas de saúde pública, incluindo AIDS, tuberculose e malária combinados”.

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