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Ator de ‘A Paixão de Cristo’ afirma que líderes precisam lutar contra perseguição cristã

Jim Caviezel alerta para uma “guerra que precisa ser travada e deve ser vencida”

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O ator Jim Caviezel levantou a bandeira em defesa dos cristãos e afirmou em uma entrevista recente que os líderes religiosos na América precisam se levantar porque as igrejas estão sob perseguição. “Esta é uma guerra que precisa ser travada e deve ser vencida”, afirmou à Fox News.

Caviezel atuou no longa metragem “A Paixão de Cristo”, onde interpretou Jesus Cristo e na mais recente produção “Infidel”, uma história verídica sobre um cristão americano sequestrado no Cairo (Egito) e preso no Irã sob falsas acusações de espionagem. O filme denuncia a perseguição religiosa massiva vista também nos dias de hoje.

“O objetivo seria criar um senso de urgência e relevância para os cristãos e não-cristãos que deveriam estar engajados nesta questão”, afirma o ator que critica a inobservância de muitos líderes religiosos para essa questão, que se tornou um problema mundial. Caviezel afirmou que muitos não fazem ideia do quão abençoados foram por viver em uma sociedade onde a liberdade religiosa prevaleceu.

“Muitos de nossos pastores, nossos bispos, nossos padres, eles estão deitados. Eles deixaram suas igrejas serem queimadas. É por isso que estamos nessa situação agora. Não podemos ir a igrejas. Não podemos entrar em nossa igreja. Por quê? Porque eles podem ficar contaminados, certo? Então, por que estamos em aviões?”, disse se referindo a pandemia de coronavírus que fechou igrejas em todo mundo enquanto viagens aéreas rapidamente voltaram a serem permitidas.

Ele criticou a determinação de manter as igrejas fechadas durante a pandemia, afetando aqueles que mais precisam dela nestes tempos. “Tive amigos que se suicidaram. Teria ajudado entrar em uma igreja, especialmente durante este período? Com ​​certeza. E é bom para doenças mentais? Sim, é!”, enfatizou.

Em outra entrevista ao Breitbart News Daily, Caviezel alertou novamente sobre essa negligência dos cristãos em tempos de perseguição. “Não será algum comunista ou nazista que tirará suas liberdades. Será você entregando-as.”

O ator questiona que se os direitos inalienáveis à vida, à liberdade e à busca da felicidade são garantidos pela Constituição dos Estados Unidos, então “por que não posso ir à igreja?”, diz. Ao tempo que compara a problemática do aborto, pela qual “as mulheres agora têm permissão para matar seus bebês até mesmo depois de nascidos, em estados americanos, como Nova York e na Virgínia”.

E deixa uma mensagem de alerta: “O estilo de vida cristão logo desaparecerá. Se algum dia vamos à guerra, devemos ir à guerra contra os extremistas seculares. Essa é uma guerra que precisa ser travada e vencida agora! Os cristãos precisam começar a falar a verdade”.

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