segunda-feira, janeiro 18, 2021
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Vacina, tomar ou não tomar? Eis a questão

"O povo tem o direito de saber quais são os riscos, os prós e os contras, para avaliar se vale a pena se submeter à vacina ou não. Independentemente de interesses políticos e financeiros", revela Nelson Fonseca

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Na minha opinião, o governo não deveria fazer nenhuma campanha incentivando o povo à se vacinar contra a Covid-19.

Sou à favor de que se faça sim uma campanha esclarecedora, mostrando as taxas de mortalidade (mortes/total da população), taxas de letalidade (mortes/número de doentes), a taxa de eficácia de cada vacina e os riscos que elas podem nos proporcionar. Tudo isso por faixa etária.

Não seria coerente, por exemplo, vacinar uma criança, visto que a taxa de letalidade entre as de 0,018%, ou seja: A cada 10.000 crianças que pegam covid-19, menos de 2 morrem. Além disso, A VACINA AINDA NÃO FOI TESTADA nessa faixa etária.

E quem já pegou Covid-19 e se curou, precisa ser vacinado? Qual seria o risco de se submeter à uma nova carga viral (vacina), se teoricamente o seu corpo já tem anticorpos do corona-vírus?

São muitas perguntas ainda sem respostas.

De um lado os laboratórios se eximindo de responsabilidade e de outro lado os governadores ávidos pela obrigatoriedade da vacina e a possível “vultosa comissão”.

O povo tem o direito de saber quais são os riscos, os prós e os contras, para avaliar se vale a pena se submeter à vacina ou não. Independentemente de interesses políticos e financeiros.

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Nelson Fonseca (Colunista) É profissional de TI aposentado, de direita, conservador, patriota e cristão. Atualmente luta, incessantemente, contra o Comunismo e a degradação social e dos conceitos cristãos.

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