Será que você realmente é cristão?

"Estamos numa guerra, diante do maior ataque comunista da história, onde nossa liberdade, inclusive a religiosa, está sob enorme risco", destaca Nelson Fonseca

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Você frequenta alguma igreja cristã? Faz orações sempre que precisa de algum conforto ou para agradecer uma graça alcançada? Será que isso basta?

Mesmo que alguma das respostas tenha sido positiva, isso não é suficiente para que você seja um cristão. É preciso lutar pelas causas cristãs.

Desde que o imperador Constantino decidiu considerar o cristianismo como uma religião oficial no ano de 313 D.C., ele vem sofrendo ataques e perseguições no mundo inteiro.

Mesmo antes, nos idos dos anos 60 D.C., Nero já perseguia os cristãos. Aqueles que professavam o cristianismo eram torturados, presos e mortos, a ponto de grande parte do Novo Testamento ter sido escrito na prisão.

Em 303 D.C., o imperador romano Diocleciano ordenou a destruição de todas as igrejas cristãs, o confisco dos livros cristãos e a prisão de todos que seguiam o cristianismo.

E assim foi durante toda a história da humanidade. Os bárbaros e o Islamismo também fizeram parte dos desafetos do cristianismo.

Já na história mais recente, o nascimento de uma nova doutrina ateísta – o comunismo – surgiu forte com sua visão de dominar o mundo. Desde 1917, a igreja foi perseguida por todos os lugares onde o comunismo se estabeleceu.

Durante os 100 anos seguintes, sob a influência de Moscou, os paises “comunistas” como a China, a Coreia do Norte, o Vietnã e Cuba, têm oferecido aos cristãos, discriminação, tortura, violência, prisão e assassinato.

Hoje, o ditador Chinês Xi Jinping está ameaçando cortar benefícios assistencialistas de quem segue o cristianismo e obriga a substituição de estátuas cristãs por suas próprias estátuas. Ordenou também o fechamento de igrejas e a retirada de cruzes e outros símbolos cristãos.

No momento, o cristianismo está sofrendo, talvez, o seu maior ataque. O Comunismo está atacando o Cristianismo em todas as frentes simultaneamente. Não só ataques físicos, dentro dos países já dominados pelo Comunismo, como de maneiras subjetivas, principalmente no mundo ocidental.

Com ações minuciosamente orquestradas, organizações comunistas atacam os dogmas cristãos e defendem atos condenáveis como o livre aborto, a pedofilia, a liberação das drogas e a desfiguração da família tradicional.

No Brasil, a mudança do “modus operandi” pelo Comunismo foi radical. Abandonaram as guerrilhas, sequestros e assaltos à banco, por uma estratégia bem mais ardilosa. Durante muitos anos, mais precisamente desde a anistia política e o retorno dos comunistas ao país, passaram a ocupar criteriosamente os principais alicerces da democracia.

Ocuparam as universidades, onde a formação acadêmica perdeu espaço para a doutrinação e formação de ativistas comunistas nas mais diversas profissões.

Concomitantemente, infiltraram-se na Igreja Católica, na mídia tradicional, nas instituições jurídicas, nos governos, nas polícias e nas forças armadas.

Só restou para a resistência cristã conservadora, as redes sociais e o surgimento de um homem honesto e corajoso suficiente para ficar na linha de frente. Esse homem chama-se Jair Bolsonaro.

Incrivelmente eleito sem apoio midiático, sem dinheiro e com uma bolsa de colostomia, cheia de “massa encefálica comunista” presa à cintura.

Tomando pancada diuturnamente, sem nenhum apoio que não fosse pelas redes sociais, ele vinha desempenhando o seu papel de exterminar a corrupção e impedir a implantação do comunismo no Brasil.

Eis que surge um golpe baixo avassalador. Não se sabe ainda se foi desferido pelo destino ou se foi aplicado pelo Partido Comunista Chinês: o Coronavírus.

A princípio seria apenas uma gravíssima situação de saúde pública, mas aos poucos foi se revelando o que seria talvez o maior ataque comunista de todos os tempos.

Uma guerra irracional e criminosa de desinformação da que seria a maior autoridade mundial de saúde, a OMS, que enfim revelou a sua identidade comunista afinada com o PCC e tomando uma posição “globalista” da situação.

Autoridades brasileiras, amparadas por uma Suprema Corte totalmente aparelhada e à despeito de nossa Constituição, enfileiraram uma série de atitudes e decretos mais preocupados em testar uma “obediência civil cabrestal” do que realmente com a saúde publica.

Sincronicamente surgiram ataques da imprensa comunista, Black Blocs, Antifas, prisões de jornalistas e blogueiros conservadores e ataques aos símbolos cristãos.

Igrejas foram atacadas e imagens cristãs vandalizadas, incrivelmente sem nenhuma reação da autoridade máxima do catolicismo, mais preocupada em culpar nosso governo pelas queimadas da Amazônia do que com as queimadas de estátuas sagradas de Cristo e Santa Maria.

Enfim, estamos numa guerra. Estamos passando pelo maior ataque comunista da história, onde nossa liberdade, inclusive a religiosa, está sob enorme risco.

Chegou a hora do cristão fazer alguma coisa que justifique a sua fé. Vamos à guerra! O comandante do nosso Exército Mundial é Jesus, e o comandante do batalhão brasileiro é Bolsonaro. Gostando dele ou não, o único modo de vencermos essa guerra é apoiando-o e defendendo-o.

Chegou a hora de unir todas as religiões cristãs, os católicos, os protestantes, os umbandistas e até mesmo o judaísmo, que tanta perseguição já sofreu de regimes ditatoriais e totalitários. Todos juntos contra esse ataque maldito.

Brasil acima de tudo. Deus acima de todos.

Nelson Fonseca (Colunista) É profissional de TI aposentado, de direita, conservador, patriota e cristão. Atualmente luta, incessantemente, contra o Comunismo e a degradação social e dos conceitos cristãos.