Será que o Bonner não sabe falar “hidroxicloroquina” ?

Quantas outras vidas poderiam ter sido salvas, não fosse essa campanha desconstrutiva e criminosa?

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Vejo, dia após dia, vários depoimentos de pessoas que, após serem acometidas pela Covid-19, foram tratadas com hidroxicloroquina e obtiveram êxito. Muitas dessas pessoas são celebridades, artistas e políticos, inclusive da oposição ao governo.

No entanto, não vejo nenhum caso de pessoas que tenham morrido por conta dos “efeitos colaterais perigosíssimos” desse medicamento.

Fui então dar uma olhadinha na bula desse medicamento, da qual transcrevo abaixo alguns trechos:

“BULA DO SULFATO DE HIDROXICLOROQUINA”

RESTRIÇÕES:
Uso adulto e pediátrico acima de 6 anos.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:
O Sulfato de hidroxicloroquina pode aumentar os níveis de DIGOXINA (Medicamento para o coração) no plasma (sangue).
Pode aumentar os efeitos do tratamento hipoglicêmico (diminuição de taxa de açúcar no sangue), sendo necessária uma diminuição de doses de insulina ou drogas antidiabéticas. A coadministração de hidroxicloroquina com outros antimaláricos conhecidos por baixarem o limiar convulsivo (por exemplo, MEFLOQUINA) pode aumentar o risco de convulsões.Tal como para a cloroquina, os antiácidos (medicamentos para o estômago) podem reduzir a absorção do hidroxicloroquina, sendo aconselhável observar um intervalo de 4 horas entre a administração do hidroxicloroquina e de antiácidos. Informe ao seu médico se está fazendo uso de algum outro medicamento.

REAÇÕES ADVERSAS:
As reações adversas mais comuns descritas são : anorexia, dor abdominal, náusea, mudança rápida de humor (labilidade), urticária, erupção cutânea, coceira, dor de cabeça, visão borrada.

CONTRAINDICAÇÃO:
Sulfato de hidroxicloroquina é contraindicado em pacientes com alergia aos componentes da fórmula, aos derivados da 4-aminoquinolina e pacientes que apresentam maculopatias pré-existentes (distúrbios visuais).
Só o médico pode decidir sobre o uso de hidroxicloroquina durante a gravidez e amamentação.
Esse medicamento é contraindicado para menores de 6 anos.

TIPO DE RECEITA:
Receita simples (branca, 1 via).

Fonte: https://www.manipulae.com.br/hidroxicloroquina-sulfato-uso-oral/pa

Comentando a bula:

1- A ÚNICA RESTRIÇÃO é para crianças abaixo de 6 anos.
2- Aumenta o efeito de remédios para coração e diabetes, sendo necessário a diminuição das doses desses remédios durante a administração da HCQ.
3- SOMENTE SE ASSOCIADO à Mefloquina, pode aumentar o risco de convulsões.
4- Outras reações: perda de apetite náusea, dor de cabeça, coceira…
5- Até hoje VENDIDO SEM RESTRIÇÕES.

Compare essa bula com a de outros medicamentos corriqueiramente utilizados. Até xarope infantil têm efeitos colaterais mais graves.

Fala sério, é preciso ser muito idiota para não perceber que está havendo uma politização exagerada e criminosa desse medicamento. Utilizam o jargão “Não existe comprovação científica” para desestimular a sua utilização.

Porra! Uma “comprovação científica protocolar” pode demorar mais de 15 anos. É assim com todos os remédios, inclusive com as vacinas que estão sendo testadas. Até agora, o recorde de “comprovação científica” de uma vacina pertence à VACINA DO SARAMPO, que demorou “apenas 10 anos” para ser homologada. No entanto, a humanidade aguarda ansiosamente a oportunidade de ser imunizada por alguma vacina SEM COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA contra o Corona Vírus, inclusive eu.

No caso da Hidroxicloroquina, fármaco de mais de 50 anos, já está mais do que comprovado que seus efeitos colaterais e contraindicações são ridículos, conforme diz a bula. O que falta “comprovar” é a sua eficácia em uma NOVA DOENÇA.

“Se não fizer bem, mal não faz”.

Os tratamentos “Off Labels”, ou seja: utilização de medicamentos para tratamento de doenças que NÃO CONSTAM NA BULA, é comum na medicina. Não fossem os tratamentos “Off Labels”, diversas doenças estariam até hoje sem tratamento.

Vários tratamentos “Off Labels” foram utilizados contra a AIDS, o que levou à descoberta de “coquetéis” até hoje utilizados e eficazes no tratamento da doença, para a qual ainda não existe vacina.

Há pouco tempo, a própria Hidroxicloroquina foi utilizada “Off Label”, COM ÊXITO, contra a Zica. Mas não houve nenhum “mimimi” na época.

Até mesmo a vacina BCG, contra a tuberculose, está sendo testada “Off Label” contra o coronavírus. Cientistas verificaram que os países que utilizam a BCG tiveram menos mortes por Covid-19 que os países que não a utilizam, como EUA, Itália e Espanha.

A verdade é que tudo ainda é muito novo, e nada ainda é certo. Algumas doenças ainda não têm vacina, como a AIDS, a Dengue, a Zica e até Malária, que aguarda 140 anos por uma vacina e é até hoje tratada, justamente, pela controversa Hidroxicloroquina.

Aqui no Brasil, vemos diariamente relatos de celebridades que utilizaram a hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19 com absoluto sucesso. Muitos, inclusive, eram ferrenhos críticos desse tratamento até o dia em que precisaram. Quando perceberam o real risco de morte, abandonaram o discurso idiota e salvaram suas próprias vidas com a Hidroxicloroquina.

Quantas outras vidas poderiam ter sido salvas, não fosse essa campanha desconstrutiva e criminosa?

Fico então pensando, quais seriam os verdadeiros motivos para essa criminosa campanha contra esse medicamento? Interesses Financeiros? Interesses ideológicos? Teimosia?

Existe uma diferença entre “Fake News” e “desinformação”:
Fake News, como a própria tradução literária do termo já diz, trata-se da divulgação de uma MENTIRA.
Já a “desinformação” é a divulgação de uma “VERDADE” fora do contexto, no intuito de “enganar” as pessoas ou omitindo dados relevantes, porém em desacordo com seu viés ideológico ou outros interesses.

Uma famosa rede de televisão utiliza técnicas maquiavélicas de DESINFORMAÇÃO que, além de antiéticas são, no caso de saúde pública, criminosas, contra a Hidroxicloroquina.

Primeiro, não mencionam em nenhum momento o nome “Hidroxicloroquina” em suas reportagens, referindo-se apenas como “medicamento sem comprovação científica”. Convidam para entrevistas apenas médicos que comungam da mesma ideologia, e quando são surpreendidos “ao vivo” por algum médico que defenda a utilização da hidroxicloroquina, simplesmente cortam ou interrompem bruscamente a entrevista.

Em nenhum momento propôs um debate esclarecedor sobre o assunto, convidando médicos das duas vertentes e pacientes que fizeram uso do tal tratamento.

Declarações de celebridades que utilizaram a hidroxicloroquina com sucesso foram literalmente boicotadas por essa emissora.

A campanha contra o tratamento com a hidroxicloroquina é mundial. Coincidentemente, apenas os redutos comunistas e os lobbies de grandes laboratórios estão nessa torcida contrária.

A revista “The Lancet” divulgou um estudo que “comprovava” a ineficácia da hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19. A OMS imediatamente atestou ser desaconselhável e “perigoso” esse tratamento. Dias depois, tanto a The Lancet como a OMS foram obrigados a desmentir a notícia.

Esse vergonhoso episódio foi responsável por milhares de mortes. Um estudo nos gráficos da Covid-19 na Suíça provou que, durante a suspensão da hidroxicloroquina, devido ao FALSO ESTUDO, as mortes dispararam. Depois que a farsa foi desmascarada e o tratamento retomado, os números de mortes voltaram a cair vertiginosamente.

Mas essa informação não foi veiculada nessa famosa rede de televisão do Brasil, simplesmente omitiram esse fato da população.

Alguns governadores e prefeitos chegaram a proibir o tratamento com Hidroxicloroquina em seus estados e municípios, contrariando inclusive o protocolo do Ministério da Saúde. Partidos políticos de Esquerda entraram com pedidos ao STF de proibição do uso desse medicamento.

Enquanto isso, apelos emocionados de profissionais da Saúde imploravam pelo uso do medicamento. Vários depoimentos de médicos foram simplesmente boicotados pela grande mídia. Até o Presidente da República foi duramente criticado ao elogiar o TRATAMENTO QUE O CUROU.

O protocolo do Ministério da Saúde está embasado no Parecer nº 4/2020 do Conselho Federal de Medicina, que disciplina o uso off-label da cloroquina e da hidroxicloroquina durante a pandemia de coronavírus, publicado em 16 de abril de 2020 e do parecer da Associação Médica Brasileira (AMB).

Então eu pergunto: Quem é a Rede Globo na fila do pão?

A regra é clara: Toma hidroxicloroquina se o médico assim recomendar e com a expressa autorização do paciente. Então, se alguém quiser “bater o pezinho” e dizer “eu não uso o remédio do Bolsonaro”, que assim o faça.

É muito mais digno negar o tratamento e ficar tomando novalgina até chegar a hora da entubação, do que muitos que tomaram a Hidroxicloroquina e depois negaram publicamente essa “recaída”.

Nelson Fonseca (Colunista) É profissional de TI aposentado, de direita, conservador, patriota e cristão. Atualmente luta, incessantemente, contra o Comunismo e a degradação social e dos conceitos cristãos.