Colunistas São Paulo, a corda esticada e o ponto final.

São Paulo, a corda esticada e o ponto final.

“Com as mega manifestações nas capitais e em diversas outras cidades do Brasil exigindo o voto impresso e auditável com conferência pública, Bolsonaro fez pronunciamento forte e deixou claro: Ou a vontade do povo será feita e teremos uma eleição transparente, ou não teremos eleições”, revela Henrique Gustavo em novo artigo

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Primeiro de Agosto de 2021, uma data que ficará na história e memória de muitos. A voz do povo tomou contornos gigantescos e milhões de pessoas ao redor do Brasil se mobilizaram para exigir seu direito a uma eleição transparente e em busca de um país melhor para si e para seus filhos e netos.

Nada de depredação, nada de incêndio, nada de violência.
O que se observou foram clamores de amor à pátria, hino nacional entoado por todos e orações por justiça!

Nós, o povo, talvez pela primeira vez em décadas acordamos para essa situação. O poder emana da gente! Está nas nossas mãos o futuro do Brasil.
A situação de jovens que nunca tiveram liberdade em Cuba lutando para conhecer este “prazer” de direito, parece ter contagiado muitos que aqui no Brasil ainda relutam em acreditar que o risco de nós nos transformarmos num antro comunista era mais que iminente de acontecer e fez muitos saírem de suas casas.

Digo isto pois são argumentos que ouço frequentemente:

  • Isso não vai acontecer aqui;
  • O Brasil tem dimensões continentais, não tem como implantar isso;
  • Aqui o povo é diferente, não funciona dessa forma;
  • A economia nacional, principalmente através do agro, não permite que este “estilo” comunista seja imposto aqui…

E por aí vai…

Não considero nem desculpas; são negações… É se fazer de cego para algo que bateu na nossa porta em 2018 e graças a Deus não atendemos!
Mas não ache que o perigo foi embora, ele apenas está rondando e vindo com muito mais “camaradas” em 2022, não para bater na porta, mas arrombar sua casa.

Estes camaradas são claramente os inimigos mais poderosos do Brasil. Supostos donos da verdade que acreditam terem poder para mandar e desmandar acima de tudo e todos. Se consideram seres “supremos” e têm nomes.

O andamento do que podemos enfrentar iniciará possivelmente dia 05 de Agosto, com a votação na Câmara para o voto impresso e, a partir daí seguirá alguns possíveis rumos.

Primeiro. Se as articulações do Ministro Barroso – um dos “camaradas” mais ativos contra a democracia – deu certo e ter seus subalternos deputados vendidos votando contra a transparência nas eleições, Bolsonaro já avisou o que fazer. Todos concentrados na Av. Paulista “autorizando” o presidente a tomar as atitudes necessárias para alinhar os trilhos que vêm sendo deslocados com os desmandos ilegais e imorais do STF (pela primeira vez, o artigo 142 parece ser algo possível de verdade).
Segundo. Caso aprovado, teremos como termômetro a reação dos já desacreditados STF e TSE, observando se partirão ao ataque final interferindo novamente na individualidade dos poderes e passarão a vez para ver o quão sério Bolsonaro estava ao citar que seria a última chance deles de ouvir o povo numa próxima manifestação que ele venha convocar ou ainda, esperarão estas duas semanas em silêncio e na reunião agendada para daqui duas semanas, julgar o presidente como impossibilitado de se candidatar no pleito do ano que vem.

Apesar de achar muito difícil, existe uma terceira possibilidade.
Após a participação em massa, recordista e histórica do povo no último domingo, os deputados votarem a favor, e os ministros do supremo, com o rabo entre as pernas, acatarem calados.

Aqui vai um ponto importante.
Precisamos todos mais uma vez ir às ruas assim que o presidente der a data, nos organizar para um ponto específico já citado pelo presidente, a Avenida Paulista, e com cartazes exigindo a auditoria e contagem pública dos votos e, em caso da negativa do STF/TSE, subir novamente o pedido #EuAutorizoPresidente.

Mostrar nosso apoio e desejo de mudança é mais que fundamental, é um dever cívico.

Estamos vivendo um período histórico, que mudará de um jeito ou outro os rumos da nação.

Tenham em mente, alertem seus amigos e familiares ainda incrédulos, que a esquerda voltando ao poder não será simplesmente aquele sistema de corrupção conhecido com roubo, negociações em licitações, mensalão e tudo o mais.
Eles perceberam o real risco de perderem o poder definitivamente, então sairão do campo “roubo na economia” para implantação radical de seus ideais.

O fim de sua liberdade individual, a retirada total das armas do povo, o controle sobre seu patrimônio e a doutrinação de seus filhos.

Não é achismo; todos estes fatos já foram abordados recentemente por eles.

Liberdade individual – proibiram cultos religiosos

Desarmamento – o ex (e futuro) presidiário Luís Inácio afirmou que caso o PT volte ao poder, fará com que povo devolva suas armas. Além disso, Rosa Weber “luta” para restringir a abertura que o governo deu para novos calibres ao cidadão.

Controle sobre seu patrimônio – quantos não puderam abrir suas lojas e trabalhar após o STF dar poder a estados e municípios decidirem o que quiserem na pandemia?

Doutrinação – a destruição das famílias vem sendo amplamente imposta em ideologias desde a pré-escola por estes canalhas. Podemos perceber isso também em campanhas publicitárias de forma descarada.

Estamos perto de finalmente conquistar de forma real nossa independência destes trastes, mas precisamos estar atentos também ao seguinte.

Não se deixem influenciar por aqueles que dirão caso não passe o voto impresso auditável e o presidente haja contrariando isto, que ele “fugiu” da constituição, que ele alterou o jogo ou qualquer outra asneira semelhante.

Os canalhas já vêm agindo de forma inconstitucional há tempos, e sendo sincero, deveríamos já há anos ter tomado atitudes FORA inclusive da constituição, para arrumar os muitos problemas que causaram.

Os que dirão isso – que dessa forma não concordam – seja pela IMPOSIÇÃO da vontade do povo, seja pela “FORÇA”, são os hipócritas que vêm aceitando calados que este jogo sujo seja imposto a eles, mas não têm a devida coragem de se utilizar dos mesmos meios para revidar.
Aceitariam ser roubados com uma arma na cabeça, mas não teriam coragem de usar uma para evitar o assalto.

Esses se enquadram perfeitamente na frase de John Stuart Mill.

“Uma pessoa pode causar mal a outras, não só por suas ações, mas também por sua omissão, e em ambos os casos é legítimo que ela deva prestar contas a essas pessoas por tal lesão.”

Boa semana!

Henrique Gustavo (Colunista) É administrador de empresas e trabalha no setor farmacêutico. Também é hipnoterapeuta e pensador. Nas horas vagas, estuda o setor financeiro, ajuda pessoas com problemas e passa tempo com a família.

Henrique Gustavo
É administrador de empresas e trabalha no setor farmacêutico. Também é hipnoterapeuta e pensador. Nas horas vagas, estuda o setor financeiro, ajuda pessoas com problemas e passa tempo com a família.

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