segunda-feira, janeiro 18, 2021
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Relembrando a história das vacinas

"Onde anda a turma que dizia "não tem comprovação científica"? Onde anda a OMS, que se escondeu diante dessa "responsabilidade"? Como podem "obrigar" o povo à tomar uma vacina que NINGUÉM QUER SE RESPONSABILIZAR POR ELA?", questiona Nelson Fonseca em novo artigo

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O ‘Incidente Cutter‘ foi uma tragédia de saúde nos EUA dos anos 50 e envolveu a vacina da poliomielite.

Alguns lotes de vacina contra pólio fabricados pelo laboratório Cutter eram defeituosos e causaram uma grande tragédia nos EUA.

A poliomielite era a “pandemia” dos anos 50. Era normal ver crianças defeituosas e paralíticas devido à doença. A mortalidade causada pela poliomielite também era altíssima.

O mundo corria desesperadamente em busca da vacina, assim como está acontecendo nos dias de hoje, com o advento da pandemia de Covid-19.

Os americanos foram surpreendidos em 1955 com uma ótima notícia: as autoridades de saúde anunciaram que a primeira vacina contra a poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, estava pronta para ser utilizada em larga escala.

Nessa época, cerca de 20 mil pessoas se tornavam paralíticas a cada ano nos Estados Unidos em decorrência da poliomielite.

No verão, época em que o contágio era maior, os pais trancavam seus filhos em casa para evitar que contraíssem o vírus.

Era o “fique em casa” daquela época.

As pessoas eram colocadas em quarentena e isolamento, assim como está acontecendo agora.

Clubes e cinemas eram fechados, as crianças não podiam sair para brincar com os amigos.

As crianças com paralisia, em cadeiras de rodas ou de muletas, faziam parte de um triste cenário.

Às vezes, o comércio nas cidades mais afetadas pela pólio também eram fechados, assim como hoje em dia.

Por isso, a chegada da vacina foi recebida com grande alegria pela população.

No entanto, um mês após o lançamento da vacina, aconteceu o que ficaria conhecido na história como “Incidente Cutter”, forçando o programa de imunização a ser suspenso imediatamente.

Lotes defeituosos da vacina ocasionaram uma grande tragédia.

A poliomielite é uma doença viral que afeta o sistema nervoso e causa paralisia, principalmente em crianças com menos de 5 anos.

Atualmente, essa doença é considerada erradicada em quase todo o mundo, graças a programas de vacinação em massa.

Desde 1935, os cientistas estavam tentando desenvolver uma vacina contra a pólio. Até que, em 1953, quase 20 anos depois, o cientista americano Jonas Salk conseguiu criar uma vacina a partir de cepas inativadas do vírus causador da infecção.

Em 1954, um ano depois, foi realizado um amplo teste da vacina de Salk, envolvendo quase 2 milhões de crianças nos Estados Unidos, Canadá e Finlândia.

Esse foi o maior teste clínico de uma vacina em toda história da medicina.

Os resultados foram animadores, e as autoridades americanas anunciaram em abril de 1955 que a vacina tinha apresentado uma eficácia entre 80% e 90%.

Assim que a vacina foi aprovada pelos órgãos de saúde americanos, seis laboratórios foram licenciados para produzi-la. Entre eles, o laboratório Cutter.

Rapidamente começaram a produzir a salvadora vacina, numa grande corrida entre os laboratórios. Assim como está acontecendo hoje.

A indústria farmacêutica lançou 380 mil doses do produto no mercado, mas alguns lotes estavam defeituosos e continham cepas ativas do vírus.

Em virtude desse incidente, foram confirmados vários casos de pólio associados à vacina, além de transmissões comunitárias a partir de crianças já vacinadas, de acordo com o FDA, órgão sanitário americano.

Cerca de 40 mil crianças vacinadas desenvolveram sintomas da doença, tais como dor de cabeça, rigidez na nuca, fraqueza muscular e febre. Muitas ficaram paralíticas e várias morreram em decorrência das vacinas defeituosas.

A grande maioria apresentou paralisia inclusive no braço onde havia tomado a vacina, apesar da doença normalmente paralisar apenas as pernas.

Diante dessa imensa tragédia, as autoridades de saúde dos EUA suspenderam a vacinação contra pólio até que fosse concluída uma vistoria minuciosa em cada laboratório e uma revisão dos procedimentos de segurança da vacina.

Vistoria e procedimentos parecidos com os que estão sendo feitos agora pela ANVISA, preventivamente, e que encontrou diversas irregularidades nos laboratórios chineses.

Embora tenha havido outros incidentes com vacinas antes e depois deste episódio, esse foi sem dúvida o pior desastre biológico da história dos EUA.

Depois das devidas providências, a vacinação foi retomada e a incidência de poliomielite nos EUA caiu drasticamente a partir de 1955. A doença foi finalmente erradicada nos EUA em 1979, quase 15 anos depois.

Hoje essa vacina praticamente não é mais utilizada, foi substituída pela “gotinha” desenvolvida por Albert Sabin.

“A pressa é inimiga da perfeição”.

Hoje, principalmente no Brasil, vemos uma politização da vacina, onde políticos, governadores e ministros do STF, sentem-se mais capazes de tomar decisões do que os cientistas, médicos e profissionais da saúde.

É um tal de “24 horas pra isso, 72 horas pra aquilo” sem nenhum embasamento científico.

Atropelam e desautorizam a ANVISA, uma das mais conceituadas agências de saúde do mundo, apenas para demonstrarem poder e desafiarem o Presidente da República.

Tomam medidas que, além de inócuas beiram o ridículo.

Proibições de venda de bebidas alcoólicas.
Horários estipulados para abertura e fechamento de lojas e bares, como se o vírus batesse ponto.
Proibição de confraternização entre familiares enquanto os trens, metrôs e ônibus continuam abarrotados.
Expulsão dos turistas de hotéis e pousadas de uma das mais importantes cidades turísticas do pais deixando dezenas de cruzeiros à deriva e trabalhadores desempregados.
Fecham escolas e instituem a “home school” num país onde a maioria das crianças não tem computadores ou acesso à internet.
Soltam bandidos e prendem aqueles que discordam de suas insanas determinações.

Governadores ávidos pelo poder, gananciosos pelas supostas comissões e inflados pela vaidade, desfilam em suas calças apertadas, espalhando incoerências e controvérsias, mudando o destino e a vida das pessoas com decisões contraditórias de 24 em 24 horas.

Telejornais destilam veneno diuturnamente em nossos televisores. Apontam quem está sem máscara ou quem está simplesmente “tentando viver” como se fossem bandidos, enquanto enaltecem os verdadeiros criminosos.

Políticos fazendo contas de repasses de verbas e utilizando o STF para fazer aquilo que não conseguem fazer no congresso devido à sua ínfima representatividade parlamentar.

Números de contaminados e de mortos são anunciados nos telejornais com gozo e prazer.

Qual o percentual de mortos que estavam confinados e/ou usando máscaras?

Não fazem essa pesquisa com medo dela desmentir as teorias do “fiquem em casa” e “usem máscara”.

Tenho vergonha de estar vivendo nessa época, onde a hipocrisia e a irresponsabilidade imperam.

Enquanto os laboratórios se eximem de responsabilidade, o STF proíbe o governo de também fazer o mesmo, exigindo a assinatura de um termo de responsabilidade aliado à facultabilidade da aplicação da vacina.

Isso tudo à revelia da ANVISA, pois o STF também usurpou essa atribuição da nossa agência sanitária.

Enquanto isso vemos verdadeiros idiotas que, tentando se contrapor ao Presidente da República, incentivam a aplicação compulsória de uma vacina que sequer foi homologada pelo órgão competente. Será que eles irão se responsabilizar caso aconteça algum efeito adverso?

Onde anda a turma que dizia “não tem comprovação científica”?

Onde anda a OMS, que se escondeu diante dessa “responsabilidade”?

Como podem “obrigar” o povo à tomar uma vacina que NINGUÉM QUER SE RESPONSABILIZAR POR ELA?

Aqueles que fizeram campanha contra a hidroxicloroquina, alegando não ter comprovação científica, apesar de seus 50 anos de idade, hoje aprovam vacinas “feitas nas coxas”.

Eu, particularmente, exercerei o meu direito de escolha, mesmo que tenha que cometer desobediência civil. Só tomarei a vacina depois que me sentir totalmente seguro, aprovada pela ANVISA e seguindo as diretrizes da maioria dos países livres e democráticos, o que obviamente exclui a China.

Não tomarei nenhuma vacina baseada em inéditas engenharias genéticas e também não tomarei vacinas Xing-Ling, Sputnik ou qualquer outra oriunda do obscuro e suspeito mundo comunista e PONTO FINAL.

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Nelson Fonseca (Colunista) É profissional de TI aposentado, de direita, conservador, patriota e cristão. Atualmente luta, incessantemente, contra o Comunismo e a degradação social e dos conceitos cristãos.

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