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Por quê o STF proibiu que a Polícia faça operações nas favelas do Rio?

"É fácil reconhecer a ligação entre a Esquerda latino-americana e o narcotráfico internacional", revela Nelson Fonseca em novo artigo

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Ontem (31), vi uma reportagem onde dizia que o crime organizado do Rio de Janeiro já tem mais “soldados” que a Policia Militar desse estado.

Entenda bem: que o Rio tenha mais bandidos que policiais, a gente já sabia. Porém agora a coisa piorou. Trata-se de maioria concentrada no crime organizado, integrantes de facções de narcotraficantes de âmbito internacional.

Existe também informações de que eles estariam sendo treinados por guerrilheiros internacionais. (?!?!)

Visto isso, gostaria de fazer alguns questionamentos:

Por quê o STF proibiu que a Polícia faça operações nas favelas do Rio?

E por quê só nas favelas do Rio, e não também nos outros estados?

Por quê também proibiu a utilização de aeronaves em operações contra o tráfico de drogas, só no Rio de Janeiro?

Por quê o STF, no auge das grandes apreensões de drogas pela Polícia Rodoviária Federal, tentou proibir que ela combata o tráfico e passe a atuar somente em “infrações de trânsito” nas estradas?

Não quero falar da inconstitucionalidade das medidas, pois já abordei o assunto em outro artigo. Quero somente saber quais seriam as verdadeiras intenções dessas medidas “apenas” para o Rio de Janeiro.

Será que o narcotráfico internacional não estaria por trás dessas medidas?

Será que isso seria para preparar o terreno para que o PCC amplie seus territórios?

Acho que chegou a hora do Congresso fazer o seu papel e exigir a revogação imediata dessas medidas, claramente inconstitucionais, além de exigir também uma justificativa plausível dessas ações “pontuais” no Rio de Janeiro, todas elas “favorecendo” os interesses do tráfico de drogas.

Por que a grande mídia também não questiona? Por que se calaram no caso da mãe assassinada tentando defender o filho, por exemplo?

Tudo isso está muito estranho.

As facções criminosas surgiram nos presídios com a união entre os criminosos comuns e os guerrilheiros comunistas presos políticos.

Desde então, nota-se uma clara “preocupação” dos comunistas em criar mecanismos de defesa dessas facções.

Foi assim desde Leonel Brizola, e hoje essa “preocupação descabida” continua nas pautas de partidos de esquerda como PSOL, PCdoB e PT, em todas as suas frentes de atuação, inclusive no Supremo Tribunal Federal.

A ligação entre o comunismo e o crime organizado não é exclusividade do Brasil. Ela abrange todos os países latino americanos.

Vimos há pouco tempo, durante anos, as estreitas ligações de Lula e Dilma, com o governo Chavista, hoje chefiado pelo narcotraficante internacional Nicolás Maduro e com Evo Morales, envolvido diretamente com grandes produtores e traficantes de cocaína.

O PCC surgiu em 1993, três anos depois da criação do Foro de São Paulo. Coincidência? Acho que não. Era a estreia do Brasil nesse imenso cartel.

Em 2002, numa “jogada politica”, foi enviado para o mesmo presídio de Marcola, chefe do PCC, o guerrilheiro chileno treinado em Cuba, chamado Mauricio Fernandez Norambuena, que veio a se tornar o mentor comunista do chefe do PCC.

Em 2006, o narcotráfico elegeu Evo Morales como presidente da Bolívia.
Morales acumulava as funções de presidente da Bolívia e presidente da “Confederación de Cocaleros del Trópico de Cochabamba”.

A Bolívia é o principal fornecedor de cocaína do Brasil. O PCC é o seu grande parceiro comercial. Distribui a droga em território nacional e também é o operador logístico para “exportação” para a Europa e Oriente Médio.

Assim a ligação do Foro de São Paulo com o tráfico Internacional de drogas se solidificou.

Basta ligarmos os pontinhos para que o desenho apareça, assim como nos livros infantis.

As FARC, na Colômbia, seguem doutrinas marxista-leninistas.
O Sendero Luminoso, no Peru, os ensinamentos maoístas.
Cuba, principal porta de entrada de drogas nos EUA, devido sua proximidade com a Flórida, sempre foi o “norte político” de Lula, Dilma, Dirceu, entre outros.

É fácil reconhecer a ligação entre a Esquerda latino-americana e o narcotráfico internacional.

Caso nenhuma resistência seja formada, em pouco tempo o Rio de Janeiro estará totalmente dominado pelo tráfico Internacional de drogas ajudando a financiar a ocupação comunista da América Latina.

Lembrem-se, esse planejamento tem mais de 30 anos e é muito difícil combatê-lo.

Talvez seja essa a nossa última chance. Pensem nisso!

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Nelson Fonseca (Colunista) É profissional de TI aposentado, de direita, conservador, patriota e cristão. Atualmente luta, incessantemente, contra o Comunismo e a degradação social e dos conceitos cristãos.

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