terça-feira, março 2, 2021
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Pancadões de Funk: um problema nacional

"Essa doença social tem um culpado: a Esquerda. Os últimos governos passaram anos enaltecendo e incentivando o Funk, que chegou a ser considerado um "movimento cultural importantíssimo", mesmo com suas músicas de apologia ao crime e ao machismo extremo, onde a mulher é tratada como simples objeto sexual e chamada de cachorra", destaca Nelson Fonseca em novo artigo

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Os bailes funk misturam sexo, drogas e álcool, acompanhados de rajadas de fuzis automáticos e pistolas. Reúnem jovens e menores, numa incontrolável orgia a céu aberto.

É, sem dúvida, um dos maiores problemas sociais do Brasil.

Meninos e meninas “fabricam” em plena via pública, outros meninos e meninas, sem qualquer pudor, que nascerão e crescerão sem nenhuma estrutura familiar.

Uns sem saber quem é o pai, enquanto outros acabarão na lata de lixo de alguma clínica clandestina de aborto.

Basta você conversar 10 minutos com qualquer adolescente da periferia para constatar esses fatos.

Essa situação está acontecendo na Grande São Paulo, Grande Rio e em outras regiões metropolitanas.

O quadro está praticamente fora de controle, aliás está sob o controle das grandes facções criminosas, que lucram com a venda de drogas, além de recrutarem, nesses bailes, novos soldados do tráfico.

Essa doença social tem um culpado: a Esquerda. Os últimos governos passaram anos enaltecendo e incentivando o Funk, que chegou a ser considerado um “movimento cultural importantíssimo”, mesmo com suas músicas de apologia ao crime e ao machismo extremo, onde a mulher é tratada como simples objeto sexual e chamada de cachorra.

Os MC’s eram convidados para programas dominicais de televisão e apresentados como “artistas”, numa estúpida inversão de valores.

Meninas se apresentavam de costas durante todo o tempo, como se fossem bundas autônomas e com vida própria.

Hoje vejo “youtuber”, como um tal de “Felipe N”, dizer que Machado de Assis é muito chato e não deveria fazer parte do ensino dos jovens.

Esse influenciador digital é constantemente citado e elogiado por celebridades, até mesmo por outro influenciador narigudo da TV.

Essa é a geração que a Esquerda formou, com seus métodos “paulofreireanos”, e que hoje formam novas gerações.

Saudades da minha época, onde tínhamos que ouvir no rádio, todos os sábados, o programa sobre música clássica chamado “Concertos para a juventude”, sobre o qual seríamos sabatinados na segunda-feira.

Hoje, se perguntarmos aos jovens quem foi Frédéric Chopin ou Sebastian Bach, ou ainda pedir que identifiquem a Quinta Sinfonia de Beethoven ou As Quatro Estações de Vivaldi, causaremos um imenso “vácuo” em suas cabeças.

Agora o monstro chamado Funk cresceu, alimentado durante muitos anos pela Esquerda, espalhou-se como um verdadeiro polvo gigante, com seus tentáculos alcançando todas as grandes cidades brasileiras.

Sempre sob o lema: “Funk é cultura”.

O resultado é um país nas últimas colocações no ranking da educação, consequentemente formando péssimos profissionais e cidadãos desprovidos de ética e caráter, para o futuro do Brasil.

Infelizmente não vejo outra saída que não seja uma reação enérgica das autoridades e de toda a sociedade, além de uma intervenção urgente no sistema de ensino brasileiro.

Os bailes Funk têm que ser proibidos e combatidos com rigor, já que nesse espaço são cometidos diversos crimes, como tráfico de drogas, associação ao tráfico, corrupção de menores, porte ilegal de armas, atentado ao pudor, veículos roubados, perturbação do sossego, entre outros.

Não podemos mais tolerar esses crimes debaixo de nossas barbas.

Triste fim para uma geração inteira, e que me desculpem os amantes do Funk, mas essa é a minha opinião.

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Nelson Fonseca (Colunista) É profissional de TI aposentado, de direita, conservador, patriota e cristão. Atualmente luta, incessantemente, contra o Comunismo e a degradação social e dos conceitos cristãos.

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