Os Travestis da Fé

Da mesma forma que um homem vestido de mulher não é uma mulher, um socialista vestido de cristão não é um cristão

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Antes de mais nada, é importante deixar duas coisas bem claras. A primeira é que conforme o Código Internacional de Doenças, conhecido como CID-10, elaborado e divulgado pela própria Organização Mundial da Saúde, o travestismo e o transexualismo ainda são considerados como distúrbios da mente. Ambos estão cadastrados no grupo de transtornos psicológicos e têm os códigos de F640 (transexualismo) e F641 (travestismo bivalente). O CID-11, que substituirá o atual manual a partir de 2022, classificará esses comportamentos no grupo de condições relacionadas à saúde sexual, registrando-os como incongruência de gênero (HA6Z). Ou seja, mesmo para os padrões mais à esquerda elaborados pela OMS, esses comportamentos ainda são considerados transtornos da mente. A ideia é que alguém que acredita ser um homem em um corpo de mulher ou uma mulher em um corpo de homem, certamente tem problemas para aceitar a verdade.

A segunda coisa importante a esclarecer é que não há um surto de homofobia nas igrejas cristãs. Não há um movimento cristão com o objetivo de identificar e prejudicar homossexuais. Muito pelo contrário, a comunidade cristã recebe de braços abertos qualquer pessoa que sofre com esse tipo de condição e busca ajudá-la a ficar em paz com Deus. E não pense que esse tratamento é exclusivo para homossexuais: os cristãos fazem o mesmo com todos aqueles que precisam se resolver com Deus, sejam beberrões, adúlteros, idólatras ou ladrões. A igreja cristã é um hospital de almas e é natural encontrar pessoas em recuperação em nossos templos. Entretanto, o livro de Mateus registra que Jesus começou a pregar dizendo: “Arrependei-vos, porque o Reino de Deus se aproxima”. Isso significa que não se espera encontrar nas igrejas cristãs os beberrões, os adúlteros, os idólatras ou os ladrões cultuando de forma orgulhosa as suas falhas, mas almas arrependidas dispostas a se entregar a Deus. E o mesmo vale para travestis, transexuais e pessoas com problemas similares.

A ideia de uma igreja que incentiva seus fiéis a continuar vivendo como transexuais ou travestis é uma igreja que desistiu de Jesus e, portanto, não é cristã. Seria o mesmo que haver uma igreja de adúlteros para justificar o adultério ou de beberrões para justificar a dependência da bebida. E é exatamente isso que eu descobri ao pesquisar mais a fundo a autoproclamada Bancada Evangélica Popular (BEP), um movimento conduzido principalmente por militantes do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) para conseguir alguns votos nas próximas eleições. E, bem, assim como um homem vestido de mulher não é mulher, um comunista vestido de cristão não é cristão.

A bancada é formada por frentes socialistas com a intenção de avançar a aceitação da ideologia de gênero, do feminismo, da legalização do aborto e da adoção de crianças por homossexuais em comunidades com alguma afinidade com o cristianismo. Os fundadores do grupo são todos ligados a organizações conhecidas por sua militância de esquerda, como a Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, o Coletivo Inadequados e as Evangélicas pela Igualdade de Gênero. Alguns têm papel de liderança em organizações anticristãs como a Comunidade Cristã da Zona Leste, a Igreja Metodista da Luz, a Igreja da Garagem e a Igreja da Comunidade Metropolitana. E note: eu não estou chamando esses grupos de anticristãos por simples capricho, mas porque todo o discurso deles busca demonizar as igrejas verdadeiramente cristãs ou tachar seus membros de fascistas, homofóbicos e racistas.

Os representantes da bancada são nulidades no meio cristão e contam com Ariovaldo Ramos, Daniel Santos, João Paulo Berlofa, Eliad Dias dos Santos, Samuel Oliveira e Valéria Vilhena. Todos eles têm em comum uma militância descarada para legalizar o aborto, propagar a ideologia de gênero e eleger políticos de esquerda. De fato, uma das organizações representadas na bancada é a Igreja da Comunidade Metropolitana, que tem como preletor um sujeito conhecido como Alexya Salvador, um travesti a favor do aborto que sonha em ser vice-prefeito de São Paulo em 2020 pelo PSOL (um dos partidos mais agressivos contra o cristianismo). Salvador é o mesmo sujeito que em 2017 gerou escândalo afirmando que “Jesus foi o primeiro trans”. A ironia é que Salvador é o retrato do movimento: da mesma forma que o BEP é um movimento anticristão travestido de cristão, Salvador é um homem travestido de mulher.

Alexya Salvador, preletor da Igreja da Comunidade Metropolitana e pré-candidato a vice-prefeito de São Paulo pelo PSOL. Foi ele quem em 2017 chamou atenção ao dizer durante uma entrevista que “Jesus foi o primeiro trans”.

Há várias provas de que esses grupos não têm nada de cristãos. O livro The Gay Gospel, de Joe Dallas, relata uma série de experiência que o autor teve na Igreja da Comunidade Metropolitana (ICM) em seu país. Dallas diz que uma das publicações da ICM afirmava que era blasfêmia adorar Jesus como Deus. Em outra publicação, uma preletora dizia sentir desconforto com a cruz, sugerindo que havia uma associação entre o sangue de Cristo e sadomasoquismo. Ele ainda relata que ouviu de outra preletora que era “inconcebível que Deus criasse alguém como eu que sou incapaz de mudar e, então, condenar essa pessoa ao inferno”. E o próprio fundador da ICM, um militante de esquerda chamado Troy Perry, conta a epifania que teve sobre sua situação ao se relacionar com um homem no quarto do lado de onde estava sua esposa, afirmando que a experiência pareceu correta e educativa para ele.

Há várias provas de que esses grupos não têm nada de cristãos. O livro The Gay Gospel, de Joe Dallas, relata uma série de experiência que o autor teve na Igreja da Comunidade Metropolitana (ICM) em seu país. Dallas diz que uma das publicações da ICM afirmava que era blasfêmia adorar Jesus como Deus. Em outra publicação, uma preletora dizia sentir desconforto com a cruz, sugerindo que havia uma associação entre o sangue de Cristo e sadomasoquismo. Ele ainda relata que ouviu de outra preletora que era “inconcebível que Deus criasse alguém como eu que sou incapaz de mudar e, então, condenar essa pessoa ao inferno”. E o próprio fundador da ICM, um militante de esquerda chamado Troy Perry, conta a epifania que teve sobre sua situação ao se relacionar com um homem no quarto do lado de onde estava sua esposa, afirmando que a experiência pareceu correta e educativa para ele.

No Brasil, as aberrações teológicas da ICM podem ser facilmente encontradas no site do grupo. Em uma das apostilas, que pode ser encontrada no link abaixo, há toda argumentação para justificar os transtornos de gênero como normais. Em um dos textos se defende que a punição de Sodoma e Gomorra teve mais a ver com a hipótese de seus cidadãos serem xenófobos intolerantes do que com seu comportamento sexual. Em outro texto, procura-se dar outro entendimento ao trecho de Deuteronômio que diz que não haverá prostitutas e sodomitas entre os filhos de Israel. O engraçado é que em nenhum momento a apostila se preocupa com teologia, com Deus, com Cristo ou com salvação. Todo o foco é dado na ideologia de gênero e em outros pontos da agenda socialista.

Homossexualidade e a Bíblia (apostila da ICM)

Além disso, qualquer busca superficial sobre os representantes da BEP mostra que a preocupação deles não é com cristianismo, não é com o certo, não é com o evangelho, mas com a eleição de um grupo de malucos (todos filiados a partidos socialistas e comunistas) com a agenda clara de legalizar o aborto, propagar a ideologia de gênero, facilitar a adoção de crianças por homossexuais e suavizar o processo de dominação do ocidente pelo comunismo. Um dos elos mais fracos da bancada se chama João Paulo Berlofa, que se autoproclama pastor e também quer se candidatar a algum cargo pelo PSOL. O perfil de Berlofa no instagram mostra um sujeito cínico e anticristão, com postagens acusando Bolsonaro de genocídio e afirmando que nem o inferno, nem o diabo existem.

Há várias provas de que esses grupos não têm nada de cristãos. O livro The Gay Gospel, de Joe Dallas, relata uma série de experiência que o autor teve na Igreja da Comunidade Metropolitana (ICM) em seu país. Dallas diz que uma das publicações da ICM afirmava que era blasfêmia adorar Jesus como Deus. Em outra publicação, uma preletora dizia sentir desconforto com a cruz, sugerindo que havia uma associação entre o sangue de Cristo e sadomasoquismo. Ele ainda relata que ouviu de outra preletora que era “inconcebível que Deus criasse alguém como eu que sou incapaz de mudar e, então, condenar essa pessoa ao inferno”. E o próprio fundador da ICM, um militante de esquerda chamado Troy Perry, conta a epifania que teve sobre sua situação ao se relacionar com um homem no quarto do lado de onde estava sua esposa, afirmando que a experiência pareceu correta e educativa para ele.

No Brasil, as aberrações teológicas da ICM podem ser facilmente encontradas no site do grupo. Em uma das apostilas, que pode ser encontrada no link abaixo, há toda argumentação para justificar os transtornos de gênero como normais. Em um dos textos se defende que a punição de Sodoma e Gomorra teve mais a ver com a hipótese de seus cidadãos serem xenófobos intolerantes do que com seu comportamento sexual. Em outro texto, procura-se dar outro entendimento ao trecho de Deuteronômio que diz que não haverá prostitutas e sodomitas entre os filhos de Israel. O engraçado é que em nenhum momento a apostila se preocupa com teologia, com Deus, com Cristo ou com salvação. Todo o foco é dado na ideologia de gênero e em outros pontos da agenda socialista.

Além disso, qualquer busca superficial sobre os representantes da BEP mostra que a preocupação deles não é com cristianismo, não é com o certo, não é com o evangelho, mas com a eleição de um grupo de malucos (todos filiados a partidos socialistas e comunistas) com a agenda clara de legalizar o aborto, propagar a ideologia de gênero, facilitar a adoção de crianças por homossexuais e suavizar o processo de dominação do ocidente pelo comunismo. Um dos elos mais fracos da bancada se chama João Paulo Berlofa, que se autoproclama pastor e também quer se candidatar a algum cargo pelo PSOL. O perfil de Berlofa no instagram mostra um sujeito cínico e anticristão, com postagens acusando Bolsonaro de genocídio e afirmando que nem o inferno, nem o diabo existem.

Eu sou otimista e sei que os cristãos estão mais alertas do que nunca e não cairão nas artimanhas da esquerda travestida de igreja. É claro que muita gente vai levar um susto ao entrar na igreja procurando Deus e dar de cara com o capeta. Quem tem o mínimo discernimento sabe que toda a filosofia desses grupos é anticristã e que a bancada não passa de uma campanha passageira para conseguir alguns votos em 2020. Contudo, eu estou consciente de que o discurso dissimulado pode acabar comprometendo a salvação daqueles que realmente precisam de Deus e esse é o maior perigo. Se por um lado não há nenhuma chance de a BEP dividir o voto cristão, as poucas almas que seus membros condenam ao misturar um discurso pervertido com a palavra de Deus já deve ser motivo de alerta.

Existem pessoas que podem aderir a esse discurso não porque estão buscando a verdade, mas porque querem uma desculpa para manter uma mentira. Nesse caso, a coisa mais humana e cristã que podemos fazer é revelar a verdade, mesmo que ela gere desconforto em alguns. Devemos continuar fazendo o que eles detestam: pregando a Verdade e crescendo em todos os lugares. Temos que deixar claro que esses grupos não são cristãos e que ofendem o cristianismo. Não podemos nos dobrar ao politicamente correto e chamar seus membros de “pastores” ou de “evangélicos” quando eles não são. Ainda mais quando nos deparamos com casos tão absurdos, como o de um oportunista travestido duas vezes: de mulher e de cristão.

E você, o que acha dessa mistura de cristianismo com ideologia de gênero. Você também acha estranho que tantos membros dessa bancada sejam de partidos que lutam contra o cristianismo, como o PSOL e o PCdoB? Abaixo, deixo uma seleção de links para quem quiser comprovar os absurdos defendidos pelos membros da bancada. Volto em breve com mais informações e artigos.

Ariovaldo Ramos:
https://www.vice.com/pt_br/article/gv387w/o-pastor-progressista
http://juliosevero.blogspot.com/2013/09/blog-julio-severo-entrevista-maya-felix.html

Eliad Dias dos Santos:
https://www.metodista.br/revistas/revistas-ims/index.php/MA/article/view/5314
http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT757593-1664,00.html
http://library.fes.de/pdf-files/bueros/brasilien/15961.pdf

João Paulo Berlofa:
https://www.esquerdavirtual.com/noticia/297/nao-ha-nada-mais-politico-do-que-dizer-que-religiao-e-politica-nao-se-misturam
https://anchor.fm/inadequados/episodes/HOMOSSEXUALIDADE-NO–PECADO—Podcast-INADEQUADOS-ech8cr

Samuel Oliveira:
https://vermelho.org.br/2019/02/19/samuel-oliveira-os-comunistas-e-os-evangelicos/
https://vermelho.org.br/2019/08/15/samuel-oliveira-politicas-publicas-ou-caridade/

Valéria Vilhena:
https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/01/06/quando-a-igreja-nao-discute-genero-ela-nega-direitos-humanos-diz-evangelica-feminista.htm
https://agenciapatriciagalvao.org.br/mulheres-de-olho/dsr/feminismo-cristao-catolicas-e-evangelicas-querem-descriminalizar-o-aborto/

Henrique Guilherme (Colunista) É escritor e apresenta o programa O Patriota: A Voz da Resistência. Ele é economista, mestre em Administração Pública e hipnoterapeuta. Também é pós-graduado em Administração de Empresas, Biotecnologia, Matemática e História Militar. Guilherme é geek, patriota, de direita e, principalmente, cristão. Ele dedica sua vida a derrotar as forças do mal e criou a série de livros Guia do Patriota para ajudar todos aqueles que buscam fazer o mesmo.

E-mail: henrique.guilherme@relevante.news