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O remédio do Bozo

"E a OMS? Será que as suas controversas orientações não provocaram também milhares de mortes? O que será que Tedros Adhanom vai falar agora? Será que ele vai contrariar o seu patrão Xi Jinping e continuar negando a hidroxicloroquina?", questiona Nelson Fonseca em novo artigo

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21 de Agosto de 2020: A Comissão Nacional de Saúde da China recomenda ao mundo o uso da Cloroquina.

Surgem informações de que a China já utilizava este fármaco desde fevereiro de 2020.

A Rússia também utiliza a Hidroxicloroquina desde abril, inclusive fornecida pela própria China.

No Brasil, apesar de ter sido recomendada pelo Presidente da República desde o início da pandemia e de constar do protocolo do Ministério da Saúde, a HCQ recebeu uma severa resistência da oposição. Como se isso fosse uma questão política e não de saúde pública.

Alguns governadores de oposição chegaram a proibir, nos seus estados, o uso desse medicamento.

Médicos foram demitidos após suplicarem pelo direito de tentar salvar vidas com a HCQ.

Mas a grande mídia, principalmente a Rede Globo, encabeçava uma verdadeira campanha nacional contra esse medicamento.

Nessa emissora era proibido mencionar o nome desse remédio e só se referiam à ele como: “o remédio do presidente sem comprovação científica”.

Seus apresentadores, fazendo semblantes de “os donos da verdade absoluta”, chegavam a espumar pelos cantos da boca, quando falavam que “deveríamos seguir apenas a ciência e as recomendações da OMS”.

Foram deboches após deboches. Memes e charges ridicularizavam o “Remédio do Bozo”.

Dia a dia, as pessoas morrendo entubadas nos hospitais de campanha (eleitoral) superfaturados, sem receberem o tratamento proposto pelo Ministério da Saúde, por pura teimosia.

Enquanto isso o “Jornal Catastrófico Nacional” iniciava com a frase: “O número de mortes bate um novo recorde…”.

Mas uma coisa soava estranho: As celebridades e políticos que ridicularizavam o remédio, ao adoecerem de Covid-19, faziam uso do “tratamento sem comprovação científica” e “contrariavam as determinações da OMS”.

Tudo bem que alguns até tentaram negar. Foi assim com o Dr. David Uip, Dr. Kalil, Governador Covas, entre muitos outros.

Enquanto isso a população manipulada, principalmente pela Globo, continuava debochando e ridicularizando.

Há poucos dias, após ser diagnosticado de Covid-19, o governador João Dória chegou à dizer que “não usaria a hidroxicloroquina de jeito algum”.

Dias depois a utilizou e deu a seguinte (mais ridícula ainda) declaração: “Só tomei porque o médico mandou, e não o Bolsonaro”. 😂😂😂

Não senhores, não foi uma criança quem disse isso, foi o governador do principal estado do país. 🙄

Agora a China, justamente a China tão “paparicada” por esse governador, declara ao mundo que utiliza a hidroxicloroquina desde fevereiro e a recomenda. Será que agora o Dória vai dizer: “Só tomei porque o Xi Jinging mandou, e não o Bolsonaro”.

Acho que “as bolas quando são muito apertadas dentro das calças acabam emburrecendo o homem”.

Como se comportará o William Bonner agora? Depois me contem, porque a minha TV não pega esse canal 😊.

Será que ele vai chamar de “Remédio do Xi Jinping sem comprovação científica”?

Será que agora ele “aprende” a pronunciar o nome do remédio?

Agora eu pergunto:

Quantas pessoas que essa teimosia ridícula matou?
Será que esses governadores podiam ter evitado milhares de mortes?
Será que a influência da maior rede de televisão do país não provocou um genocídio velado?

A verdade é que essa “politicagem com a vida alheia” matou sim milhares de pessoas no Brasil.

Talvez isso explique a diferença nos índices de mortes por milhão de habitantes desses países:

China: 3 mortes/milhão de habitantes.
Rússia: 112 mortes/milhão de habitantes.
Brasil: 533 mortes/milhão de habitantes.

E a OMS? Será que as suas controversas orientações não provocaram também milhares de mortes?
O que será que Tedros Adhanom vai falar agora? Será que ele vai contrariar o seu patrão Xi Jinping e continuar negando a hidroxicloroquina?

Os médicos do front, com raríssimas exceções, imploraram pela Hidroxicloroquina. Muitos foram demitidos por isso, como a médica de Porto Seguro-BA.

Mas a Rede Globo insistia em desestimular o seu uso pela população. Como se a Hidroxicloroquina fosse “o remédio do capeta”.

Estou ansioso esperando também cair por terra os outros dois “mandamentos” da científica OMS:
O “Fique em casa” até quebrar o mundo ocidental, e o “Use máscara” até morrerem de outras doenças respiratórias.

As duas teorias já começaram a desabar no mundo inteiro, mais ainda agora com a hiper-mega-super festança em Wuhan, o “berço do Coronga”.

Festa inclusive elogiada até pela (pasmem) OMS. Todos aglomerados e sem máscaras.

A História vai contar para os nossos netos e bisnetos, quem foram os genocidas do século XXI.

Por enquanto, vou ficar aqui só observando a cara daqueles que fizeram piadinhas do “Remédio do Bozo”.

Nelson Fonseca (Colunista) É profissional de TI aposentado, de direita, conservador, patriota e cristão. Atualmente luta, incessantemente, contra o Comunismo e a degradação social e dos conceitos cristãos.

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