O povo idiotizado repete: Fique em casa!

"A pior contaminação foi pela "epidemia da idiotização da população". As pessoas parecem estar hipnotizadas pela "desinformação". Não conseguem enxergar que estão sendo testadas em uma espécie de "obediência civil compulsória", necessária aos interesses políticos de "certa vertente antidemocrática e totalitária", revela Nelson Fonseca em artigo

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Nos anos 80 o mundo foi surpreendido por um novo vírus: o HIV. Esse vírus causava uma grave e mortal doença, que foi denominada “Síndrome da Imunodeficiência Adquirida”, SIDA ou AIDS, em inglês.

Esse vírus cruel contaminou cerca de 30 milhões de pessoas em todo o mundo, levando à morte cerca de 12 milhões de pessoas.

No Brasil, a cada dia eram infectadas 16 mil pessoas e levava à morte cerca de 1.200 crianças. Em alguns países da África, mais de 25% da população pegou a doença.

As formas de contaminação eram pelo sangue, em transfusões ou compartilhamento de agulhas (usuários de drogas) e pelo sêmen e fluidos vaginais, nas relações sexuais.

Os grupos de risco eram principalmente gays, praticantes de sexo com vários parceiros(as), transfusões de sangue, hemofílicos e usuários de drogas injetáveis.

Na época foram veiculadas várias campanhas educativas para o uso de preservativos e novos protocolos para a transfusão de sangue.

Mas nenhuma medida autoritária e antidemocrática foi tomada.

Os motéis, boates gays e casas de prostituição NÃO FORAM FECHADOS. Apesar de alguns discordantes, não eram esses sequer setores essenciais do comércio.

Ninguém era multado por não portar preservativo. As pessoas não eram abordadas de forma truculenta por estarem juntas à travestis ou prostitutas.

Nenhum traveco foi derrubado ao chão e algemado. Nenhum usuário de drogas foi “abatido” por armas tasers. Nenhuma prostituta foi proibida de desfilar na Av.Atlântica, o que até poderia justificar uma retaliação de seus filhos, hoje integrantes de uma tal corte suprema.

Atualmente, estima-se que 866 mil pessoas vivam com o vírus HIV no Brasil e a epidemia no país é considerada estabilizada. Em 2017, foram diagnosticados 42.420 novos casos de HIV e 37.791 casos de AIDS.

Hoje em dia a AIDS está controlada, graças à muitos experimentos bem sucedidos de tratamentos “off labels” com medicamentos (pasmem) sem “comprovação científica”.

Esses eram os famosos “Anos de chumbo”. O Brasil vivia em Regime Militar.

No fim de 2019, em plena “suposta” democracia, sofremos um outro terrível ataque viral. O mundo foi surpreendido novamente por um vírus chinês. Um novo coronavírus, de origem suspeita, surpreendeu a humanidade.

Mas vamos às diferenças:

Dessa vez o problema foi “escondido” da população pelo país onde o vírus surgiu, a China, e pela própria OMS, coincidentemente, ambos sob comandos COMUNISTAS.

Aqui no Brasil não foi muito diferente. Interesses escusos colocaram o Carnaval acima da saúde da população. Informações (ou desinformações) contraditórias da OMS confundiam os médicos e autoridades. Medicamentos, que até então eram vendidos sem receita nas farmácias há mais de 50 anos e que poderiam ser utilizados no tratamento da doença, sofreram uma campanha negativa nunca antes vista e taxados de “altamente perigosos e letais”.

Pessoas foram proibidas de sair de casa e ameaçadas de multas e prisões. Comércios e indústrias foram obrigados a fecharem suas portas e muitos deles nunca mais as reabrirão, deixando milhões de trabalhadores desempregados.

Senhoras foram jogadas ao chão e algemadas apenas por estarem sentadas no banco da praça. Sim, com as mesmas algemas proibidas de serem aplicadas em bandidos, pelo STF.

Pessoas tomando sol na praia, um dos principais agentes propulsores da autoimunidade (vitamina D), foram espancadas, algemadas, presas e multadas.

Os trabalhadores informais, que lutavam durante o dia para levar o alimento dos filhos à noite, foram obrigados a ficarem em casa a ver os filhos passarem fome e outras necessidades básicas.

Crianças, mesmo comprovadamente fora de qualquer grupo de risco, foram impedidas de irem às aulas. Segundo a ONU, 12 mil pessoas morrem diariamente por causa do lockdown. Milhares de crianças morrerão no mundo em virtude da recessão causada pelo isolamento. Em países como o Brasil, onde a merenda escolar é a única refeição diária de muitas crianças, esse problema se agrava ainda mais. Num país onde o acesso à internet é ruim e caro, essa paralisação vai causar efeitos inimagináveis em toda uma geração de estudantes.

Estudos divulgados pelo Governo de Nova Iorque, um dos epicentros da epidemia, mostraram que 66% dos hospitalizados por Covid-19 estavam confinados em casa e 18% viviam em asilos, indicando que 84% dos hospitalizados estavam em isolamento social. O que derruba totalmente a narrativa do “Fique em casa”. Mas esses estudos foram literalmente ignorados, principalmente pela grande mídia.

Outros estudos indicam a ineficácia do uso das máscaras na prevenção contra o vírus e, ainda pior, podem favorecer a disseminação de vírus e bactérias. Estudos também ignorados.

Também temos vários estudos e, principalmente, exemplos diários, que atestam a hidroxicloroquina como tratamento eficaz da Covid-19. Porém “forças ocultas” continuam a tratá-la como um veneno perigoso utilizado há 50 anos. Políticos chegaram a entrar com pedidos na Justiça de proibição definitiva do uso desse quinquagenário medicamento.

Mas a pior contaminação foi pela “epidemia da idiotização da população”. As pessoas parecem estar hipnotizadas pela “desinformação”. Não conseguem enxergar que estão sendo testadas em uma espécie de “obediência civil compulsória”, necessária aos interesses políticos de “certa vertente antidemocrática e totalitária”. Trata-se do “conceito politico do homem como servo obediente do Estado”.

As pessoas passaram a acusarem-se mutuamente do descumprimento de normas e decretos inconstitucionais impostos pelos governadores, enquanto as verbas da pandemia eram desviadas. Passaram a delatar à policia, o churrasco de família do seu vizinho ou um pequeno comerciante atolado em dívidas que insistiu em abrir sua pequena loja.

Grandes e inúteis circos foram montados, milhares de covas foram abertas defronte à câmeras ávidas por sensacionalismo e propagação do terror. Redes de televisão transmitiam imagens de caminhões do exército recolhendo corpos. Jornais “nacionais” tocavam, todas as noites, as trombetas do apocalipse nos lares brasileiros.

As “forças ocultas” criaram um novo termo: “Novo Normal”, repetido insistentemente na televisão, onde essa submissão do indivíduo ao Estado seria oficializada nessa nova sociedade.

A nossa Constituição Federal foi literalmente ignorada pelos organismos que deveriam protegê-la. Todos aqueles que se opõem aos absurdos impostos à população, estão sendo “calados” por 11 tiranos, descaradamente ao arrepio das leis e do bom senso.

Jornalistas, influenciadores digitais, empresários e políticos tiveram seus direitos de opinião e livre expressão cerceados e foram presos no lugar dos 30.500 criminosos postos em liberdade, contrariando até mesmo a teoria do “fique em casa”, pois saíram do isolamento e voltaram a estuprar e matar inocentes pelas ruas.

O tráfico de drogas foi totalmente liberado após a proibição de incursões policiais nas comunidades. Grupos fortemente armados festejam em churrascos e bailes funk ao som de rajadas de AR15 e AK47.

Uma menina youtuber, Sara Winter, foi proibida de casar-se numa igreja, porque a mesma se localizava a um quilômetro após os limites impostos por sua tornozeleira eletrônica, enquanto um bandido julgado e condenado em três instâncias por roubos bilionários, visita o Vaticano e passeia na Europa.

Tudo isso acontecendo e o povo, como que hipnotizado, repete mecanicamente “Fique em casa”, “Fique em casa”, “Fique em casa”, como zumbis modernos.

Nelson Fonseca (Colunista) É profissional de TI aposentado, de direita, conservador, patriota e cristão. Atualmente luta, incessantemente, contra o Comunismo e a degradação social e dos conceitos cristãos.