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O incentivo ao não pensar, uma arma que normatiza o erro e inibe o debate

“Temos percebido que não só a mídia, mas muitos no dia a dia vêm aceitando mentiras e atitudes tidas como imorais apenas pelo motivo de que uma parcela da população a pratica sem remorso", revela Henrique Gustavo em novo artigo

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O certo é o certo mesmo quando ninguém está fazendo. O oposto também é válido; quando algo é errado, mesmo que todos estejam fazendo, não deixa de ser errado.

Estas frases já foram repetidas inúmeras vezes e você muito provavelmente também já as ouviu. Porém, na prática, parece que muitos deixam sua moralidade a mercê de “quem” ou “quantos” estão descumprindo determinadas regras e preceitos éticos.

Infelizmente o trabalho da desconstrução ética e moral desejada pela esquerda começa muito cedo na infância por aparelhagens em meios artísticos e midiáticos e, se os pais não se atentam logo, em sua vida jovem/adulta, comportamentos não naturais vão começar a ser chamados de normais. – acredito que aqui, você já percebeu onde estou chegando.

Utilizemos como exemplo desenhos e séries infantis em que uma linguagem errada vem tentando ser imposta.

A utilização de palavras inexistentes como “todes” ou “amigues” para uma suposta inclusão – que de fato não é, que fique claro – assim como a desconstrução da família tradicional, colocando cada vez mais personagens com preferências homossexuais ou até assexuados como uma forma de “incentivo” à prática para as crianças chega a ser criminoso, mas grande parte dos pais fecha os olhos para isso, afinal, com os filhos de frente para uma tela, pelo menos eles acreditam ter um período de sossego.

Quando observamos o que é propagado com novelas ou filmes, a grande maioria hoje envolverá casais divorciados, traições, uso de drogas de forma recreativa, uso do “sistema” para benefício próprio e muito mais, tudo de uma forma que o espectador acabe até “achando normal” um ato criminoso.

Vamos a um exemplo recente e famoso mundialmente.
A série “La Casa de Papel”.
Já percebi em diversos diálogos com pessoas próximas os seguintes argumentos:
“Há, eu acho que é muito boa (a série)! Porque eles estão roubando do estado e não de pessoas.”
“Eu acho válido porque eles não mataram nenhum dos funcionários, só roubaram o dinheiro que nem era de ninguém.”

Percebe o absurdo dos argumentos? Em ambos os casos, eles colocam condicionantes para justificar um ato criminoso.
Pior; agindo dessa forma, eles conseguem “anestesiar” o telespectador para não enxergar um cenário maior. – eles até podem não ter matado os reféns, mas eu não vi ninguém falar sobre o fato de eles estarem sequestrando pessoas! A condicionante não matar justificou para eles o crime roubo.
Isso para nem entrar (pelo menos por ora) na questão da “imbecilização” do papel de quem seria a “mocinha” da série.

São pessoas que vão achar normal um ato de corrupção desde que não haja dano físico a alguém.
Ingressariam em determinados grupos ou quadrilhas, por exemplo, visando apenas o ganho pessoal mesmo sabendo que estão causando danos a terceiros… – desde que não seja dano físico, e eu não “veja” o lesado, está tudo bem… – pois vê a condição financeira que participantes de tais grupos corrompidos estão e não acha “justo” não estar usufruindo da mesma.

Outra série absurda, é a também famosa “13 Reasons Why” (13 razões porquê), em que uma adolescente justifica seu suicídio em 13 motivos, pessoas de seu convívio que teriam levado ela a cometer tal ato. Uma romantização canalha em cima de um tema tão complexo e perigoso.
A série só faz uma coisa, tira a culpa da vida da pessoa da maior responsável, ela mesma, transferindo para terceiros os resultados que ela obteve através de suas escolhas.

Isto aliás é parte do plano de intenção de todos estes exemplos dados, a guerra de classes estimulada por fazer o cidadão acreditar que ele não é culpado pelos seus resultados e merece os mesmo benefícios e bens materiais que seu vizinho; o carro de luxo, as viagens, a mesma estabilidade profissional, mesmo que para isso ele tenha que “vender” sua moralidade.

O problema aqui, é que se trabalha desde a infância uma posição de auto-vitimização.
Se eu não tenho algo, a culpa não é minha, e se alguém tem, eu também quero, não importa o que custe.

O fato de usar termos como inclusão para justificar uma imposição de liberdade sexual, comportamental, ou de qualquer outra prática, NÃO é efetivamente para tal, e sim para uma formação de caráter FALHA, em que se justifica erroneamente a falta de sucesso não por suas escolhas, mas as transferindo para “o sistema” ou “a maioria opressora”.

O que ocorre de fato é a realização de uma estratégia de acabar com o livre pensar.
Para a esquerda, quanto mais tolo, fútil e vazio for o cidadão melhor, mais fácil manipulá-lo.
Ele não questionará o básico se derem sempre condicionantes, mesmo que estúpidas.

Percebe-se isso claramente com o exemplo de pesquisas eleitorais ao redor do mundo.

Voltemos para 2016, nas eleições americanas, em que era dada como certa pela mídia a vitória de Hillary sobre Donald Trump.
Com um detalhe, perceba que com mais de 90% de chance – o Independent chegou a dar mais de 99% de garantia de vitória.

O resultado final, todos sabemos.
Trump venceu com folga!

Aqui não foi diferente em 2018:

Bolsonaro perderia em todos os cenários. Resultado, vitória mais do que certa.

O que quero deixar claro é que o absurdo não está somente nas falsas pesquisas, mas no não questionamento de muitos que SABEM que tais pesquisas são mentirosas.

Se acostumaram a não questionar e não reclamam, não rechaçam emissoras que ainda cismam em atentar contra a inteligência do espectador colocando hoje, um bandido em primeiro lugar da pesquisa, e dizer que um presidente que arrasta MILHÕES por onde passa é o mais “rejeitado”.

Não podemos aceitar calados tais pesquisas que já provaram não ter a menor base estatística e que servem apenas ao intuito de incentivar a população a não questionar e acreditar que canalhas estão subindo nas intenções.

O não questionamento não se atém apenas ao âmbito político, mas principalmente a imposição de costumes que fogem do tradicional à nossa sociedade.

Os mesmos que defendem vagões de trem e metrô exclusivos para mulheres por acusar todo homem de “estuprador potencial”, são os que batem palmas quando um shopping inaugura um banheiro unissex para ser compartilhado.
A cretinice hipócrita é gritante.

Questione, não deixe que o medo ou pressão do círculo em que vive te faça duvidar dos seus princípios.

As vacinas, como último exemplo, incentivadas de forma quase que à força a todos ainda está em fase de estudos; e o próprio povo é o estudo…

Os mesmo que insistem que “se você não tomar a vacina, você é um monstro assassino”, são os mesmo que são capazes de ver um parente morrer por não tomar uma medicação com mais de meio século de estudo comprovando sua SEGURANÇA e que mesmo com MILHARES – quiçá milhões – de relatos de que ajudou no combate ao covid, diminuindo a carga viral para contaminação ou piora do problema, teimam em dizer que “não foi estudada para isso”.

Estes mesmos não se questionam sobre as próprias fabricantes e a Anvisa relatarem os aumentos do risco de miocardite em determinadas vacinas.

São os que andam com máscaras ao lado de sua própria família na praia, parques e andando de bicicleta, mas ficam sem elas em uma praça de alimentação e que a deixarão de utilizar no minuto seguinte em que o estado ditar à elas não ser mais obrigatório.

Simplesmente a retirarão de seus rostos sem questionar se no dia anterior ele precisava mesmo desta focinheira ditatorial.

Questione, debata, pense por si!

Henrique Gustavo (Colunista) É administrador de empresas e trabalha no setor farmacêutico. Também é hipnoterapeuta e pensador. Nas horas vagas, estuda o setor financeiro, ajuda pessoas com problemas e passa tempo com a família.

Henrique Gustavo
É administrador de empresas e trabalha no setor farmacêutico. Também é hipnoterapeuta e pensador. Nas horas vagas, estuda o setor financeiro, ajuda pessoas com problemas e passa tempo com a família.

1 COMMENT

  1. Quando comecei a ver o que realmente a mídia esquerdista querem fazer com nossos valores , comecei a desgostar até do Hobin Hood. Fazem ele bonzinho e passamos a acreditar que é certo ROUBAR dos ricos e dar aos pobres. Na bíblia já diz NÃO ROUBAR.

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