Colunistas O direito a opinião ainda existe?

O direito a opinião ainda existe?

"A verdade é que pouco importa o que é dito, apenas e somente se quem disse, defende um ideal que contraponha a liberdade à opinião que eles pregam", revela Henrique Gustavo em novo artigo

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“Liberdade de expressão? Não…a liberdade de opinião, algo muito mais impactante para propôr caminhos para uma sociedade está oficialmente sob custódia de determinados grupos – eu os chamaria de facções – que se utilizam de algo chamado hoje como “politicamente correto” – eu chamaria de mimimi, ou falta de vergonha na cara, ou até mesmo de canalhice, vagabundagem… – para impor ideias de segregação e preconceito em nome da inclusão, de violência e vitimismo em nome de uma suposta e falsa paz.”

Eu gostaria de me corrigir logo no início deste texto.
Quando digo que “grupos” estão sob posse de ditar o que pode ou não ser opinião, na verdade me refiro a pessoas, pois mesmo nestes grupos existe a divergência do que pode ou não ser útil para eles.

A verdade é que pouco importa o que é dito, apenas e somente se quem disse, defende um ideal que contraponha a liberdade à opinião que eles pregam.

Engraçado, percebem? Liberdade que pregam… Não soa estranho? Sim, e é.
Eu posso pregar a liberdade, mas quando coloco ela com uma condicionante, ela deixa de ser liberta.

Acredito que todos estão cientes do caso mais recente a respeito da opinião do jogador de vôlei Maurício Souza sobre um desenho em que o Super-homem teria um filho, que seria o novo Super-homem e assumiria que é gay.

Uma simples postagem dele, com a opinião – correta – de que não se tratava “apenas” de um desenho, serviu exatamente para provar que ele estava certo no que disse.

Não foi apenas um desenho; afinal se o fosse, a militância não viria sentada nos seus unicórnios “verbostejando” acusações e inclusive, conseguido que um pai de família perdesse o seu emprego.

Fiat e Gerdau, patrocinadoras do Minas Tênis Clube, time no qual Maurício era jogador, observando o esgoto midiático feito pelos EXTREMISTAS – esses sim, EXTREMISTAS – que usam a opção sexual como argumento político, como uma verdadeira ARMA na guerra da imposição de uma agenda esquerdista, cederam a suposta “pressão” e pediram que uma atitude fosse tomada. A demissão.

Um recado para estas duas patrocinadoras. Não esqueçam que a suposta “pressão” que vocês dizem ter sentido, foi de um grupo que pode até fazer barulho; mas não esqueçam que o momento desta “guerra cultural” da qual Maurício fez muito bem em não recuar, os consumidores estão ficando atentos a quem está defendendo cada lado.

Um termômetro fácil para vocês entenderem, Maurício Souza saltou em menos de uma semana, no seu perfil do Instagram, de 200 mil seguidores, para 2 Milhões e 200 mil.

Posso afirmar que esses 2 milhões de novos “fãs” estão mais atentos a por exemplo, qual modelo de carro comprar…
Será uma pressão “um pouquinho” diferente, digamos, da gritaria que fez vocês cederem.

Será que se todos os funcionários conservadores, ou pelo menos uma boa parte deles, dessas empresas resolvessem abrir os olhos e perceber que não são aceitos lá dentro e decidissem, por exemplo, não ir trabalhar semana que vem, não produzir, a empresa ia ficar bem?

Será que nós, verdadeiros conservadores não entendemos que é hora de realmente não dar apoio para empresas que jogam contra o ideal conservador?

O absurdo da imposição destes, digamos, defensores da opinião única – a deles – faz o alarme soar e necessariamente coloca aqueles que ainda teimam em fingir que nada está acontecendo na linha de frente para um cenário muito mais perigoso do que parece.

Já é sabido por muitos, que junto ao Foro de São Paulo, a agenda esquerdista visa a implantação da Agenda 2030. Nos objetivos deles está, por exemplo, o fim da propriedade privada.

Se você acha isso difícil de acontecer, então com certeza não percebeu que não só a propriedade privada mas, a sua propriedade intelectual já está sendo tomada.

Você está vivendo no período da maior das censuras se quiser ser bem aceito no seu trabalho ou num grupo desconhecido; a auto-censura. Você não pode mais revelar suas opiniões sinceras pois pode perder o emprego ou o apreço de supostos colegas simplesmente se suas opiniões vão contra a libertinagem sexual – sim libertinagem, eles não querem a liberdade –.

Maurício fez muito, mas muito bem mesmo, em enfrentar o sistema absurdo do qual uma parte dos atletas está com medo.
Esperamos que outros vejam esta situação como uma oportunidade para mostrar a seus filhos e suas famílias, os Homens que são. Os do Maurício Souza já sabem.

As Mulheres também poderiam aproveitar o momento e fazer suas colocações, como a injusta imposição de ter homens trans jogando nos mesmos times.

Se é pela inclusão, como eles dizem, provem. Coloquem os recordes olímpicos como recordes gerais; acabem com as disputas divididas entre masculino e feminino, tenham apenas a classe única, e veja o resultado. Pois é, aí não funciona, não é mesmo?

Talvez o termo correto não seja o que vou utilizar, mas “o lado bom” de tudo isso, é que claramente muitos perceberam e acordaram para a emergência do momento (aqueles que disse teimarem em fingir que nada estava acontecendo). Muitos resolveram talvez pela primeira vez se arriscar e falar que foi um absurdo a imposição sexista desta agenda.

Muitos resolveram buscar entender o que realmente acontece e se assustaram ao abrir os olhos. Perceberam que o pessoal que ladrava sobre o perigo de um governo de direita impor uma ditadura, de censurar as pessoas e tudo mais, é exatamente o grupo que não só censura, mas age como ditadores canalhas que vomitam regras imundas e batem palmas para vagabundos que ceifam liberdades natas do ser.

Você pode xingar, humilhar o presidente do Brasil, você pode fazer piadas e críticas a padres, você pode humilhar crentes e seus pastores, você pode pegar imagens sacras e fazer as maiores vagabundagens e escrotices possíveis, mas se você simplesmente disser que “não concordo, não acho legal transformar um personagem que tem toda uma história de família,- e também de cristandade, como acompanhado em alguns quadrinhos – em homossexual.” Daí você vira um ser desprezível, um maléfico que merece perder seus sustentos, que não interessa que tenha família, filhos, não poderá levar seu salário para casa.

Para os planos deles, você é um perigo.

Não querendo me alongar, mas sabe quando talvez seja para a inclusão esses personagens?
Quando algum homossexual achar que deve criar um, e digo quando um homossexual porque talvez eles mesmos nunca se preocuparam com isso; quem está fazendo todo a gritaria são pessoas que não tem a procuração de todos eles. Pelo menos posso garantir que, por exemplo, Agustin Fernandez não está nem aí para isso.

O argumento absurdo de “inclusão” chegou ao ponto da fada madrinha da Cinderela, ser um homem…detalhe que na tradução, utilizam “fada-madrinho”. Não poderiam pelo menos usar o termo correto? Fada-Padrinho? Madrinho NÃO EXISTE.

Não que seja algo a ser criticado, claro(irônico), mas logicamente usaram um rapaz negro para o papel. É para a inclusão…

Acho que vou terminar com uma pergunta…

Será que pela inclusão, eles chamariam um loiro para fazer o papel do Pantera Negra?

Henrique Gustavo (Colunista) É administrador de empresas e trabalha no setor farmacêutico. Também é hipnoterapeuta e pensador. Nas horas vagas, estuda o setor financeiro, ajuda pessoas com problemas e passa tempo com a família.

Henrique Gustavo
É administrador de empresas e trabalha no setor farmacêutico. Também é hipnoterapeuta e pensador. Nas horas vagas, estuda o setor financeiro, ajuda pessoas com problemas e passa tempo com a família.

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