Não devemos combater a corrupção. Devemos combater a impunidade

"O problema do Brasil não é a corrupção. O maior problema do Brasil é a impunidade. Um país onde condenados em segunda instância por roubo, desvio de verbas, lavagem de dinheiro, corrupção passiva e ativa, além formação de quadrilha, passeam livremente pela Europa, não pode dar certo", revela Nelson Fonseca em novo artigo

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O problema do Brasil não é a corrupção. O maior problema do Brasil é a impunidade. Um país onde condenados em segunda instância por roubo, desvio de verbas, lavagem de dinheiro, corrupção passiva e ativa, além formação de quadrilha, passeam livremente pela Europa, não pode dar certo.

“Quando a impunidade é a consequência da corrupção, a corrupção passa a ser a consequência da impunidade”.

Esse é o círculo vicioso que assola nosso país.

Enquanto o STF se preocupa em prender youtubers e jornalista no exercício do seu legítimo direito de livre expressão e em cancelar contas dos seus críticos em redes sociais, 30.500 bandidos são soltos, muitos voltando a cometer estupros e homicídios, o tráfico de drogas funciona livremente com a proibição de incursões policiais nas favelas e a corrupção corre solta nos estados no combate ao coronavírus.

Políticos corruptos, que deveriam estar cumprindo pena na cadeia, dividem seu tempo entre gastar o dinheiro roubado e atacar livremente um presidente que nunca desviou dinheiro do povo.

Enquanto não tivermos uma justiça que realmente funcione, a corrupção será um atrativo e tanto nesse país aparelhado pelo crime.

“Enquanto o povo não pensa, o crime compensa e recompensa”.

Durante a pandemia de covid-19, enquanto a grande mídia distraia o povo com baboseiras tipo: “Bolsonaro tirou a máscara”, “Bolsonaro participou de manifestação antidemocrática”, “Bolsonaro não mostra o seu exame”, “Bolsonaro colocou a mão no nariz”, entre outras, os governadores, devidamente outorgados pelo STF, desviaram verbas públicas, superfaturaram respiradores e brincaram de montar “circos”, onde os únicos palhaços éramos nós.

Alguém já foi preso? Alguém devolveu o dinheiro roubado? Alguém teve celulares e computadores apreendidos? Algum governador teve as contas bancárias investigadas? Alguém está com tornozeleira eletrônica?

Não! Quer dizer, a Sara Winter e o Oswaldo Eustáquio estão. Mas por qual crime? Ninguém sabe!

Em 2022 devemos votar em políticos que queiram mudar esse cenário. Que sejam à favor da prisão em segunda instância. Que transformem desvio de verbas da saúde em crime hediondo, que acabe com as progressões de pena, que acabe com os privilégios dos criminosos e, principalmente, não façam parte dessas quadrilhas.

O STF têm que ser composto por desembargadores de carreira e escolhidos através de concurso público. Não como hoje, quando dos 11 membros, apenas 2 são juízes. Outros são ex-advogados de facções criminosas como PCC e PT e escolhidos, na sua maioria, pelo partido mais corrupto da história, o PT.

Enquanto não acabarmos com a impunidade, não acabaremos com a corrupção e o narcotráfico no Brasil.

Nelson Fonseca (Colunista) É profissional de TI aposentado, de direita, conservador, patriota e cristão. Atualmente luta, incessantemente, contra o Comunismo e a degradação social e dos conceitos cristãos.