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Ministério Público do Trabalho de Goiás extorque homem que ajudou engraxate a comprar presente no Dia dos Pais

"Existe um lugar especial no inferno para esse tipo de gente", revela Henrique Guilherme em novo artigo

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O caso é bem simples. O dono de uma relojoaria vê um garoto olhando a vitrine de sua loja. Ele vai falar com ele e descobre que o garoto quer comprar um presente de Dia dos Pais. O menino diz que trabalha como engraxate e juntou dinheiro para comprar um presente, um relógio na promoção. O homem se emociona e faz o que a maioria das pessoas decentes e com bom coração faria: manda ele guardar o dinheiro e dá a ele o relógio que queria comprar. Apenas isso.

Muitos viram esse caso, que aconteceu em Catalão, em Goiás, poucos dias antes do Dia dos Pais deste ano. O garoto ficou famoso como “menino Mário”. Já o homem que o ajudou se chama Paulo César da Silva, que em qualquer lugar sensato do mundo seria visto como um exemplo a ser seguido. Mas não no Ministério Público do Trabalho, particularmente por alguns delinquentes lotados em Luziânia.

É interessante e não é nenhuma coincidência que os procuradores que tentaram prejudicar a vereadora Valdirene Tavares dos Santos, acusando-a de “abuso de poder religioso”, transitem no mesmo lugar. Aparentemente, o Ministério Público alocou todos os seus idiotas em Luziânia, onde passam o tempo fazendo coisas idiotas como perseguir políticos evangélicos e empresários de bom coração.

O caso é que no dia 3 de setembro de 2020, um sujeito chamado Leomar Daroncho mandou uma cartinha ao senhor Paulo ameaçando cobrar dele a quantia de R$ 10 mil caso não se abstivesse de compartilhar o vídeo em que aparece ajudando o menino. O pior é que o marginal trabalha no Ministério Público do Trabalho e a extorsão ganhou o apelido de “Termo de Ajustamento de Conduta”.

Como se isso não bastasse, o termo de extorsão lista alguns telefones para onde as pessoas deveriam ligar caso o relojoeiro voltasse a veicular o vídeo, mostrando que Leomar acredita que existem outros marginais como ele dispostos a vigiar as postagens do senhor Paulo e denunciá-lo caso insista em propagar seu bom-mocismo. Infelizmente, é esse tipo de gente que se infiltrou no Ministério Público de Luziânia.

Deve existir um lugar especial no inferno para esse tipo de gente e é fácil mostrar isso. De uma forma resumida, Deus nos criou para a eternidade e nossas experiências na terra servem justamente para evitar que pessoas como Leomar Daroncho, os anônimos que vierem a denunciar o relojoeiro ou os promotores que perseguem cristãos continuem prejudicando os demais com suas ações idiotas.

Uma forma de ver isso é pensar naquelas pessoas que fizeram parte do regime nazista e que não participaram diretamente da matança de judeus, mas que ajudaram as autoridades denunciando, desamparando ou cruzando os braços quando podiam ter feito alguma coisa para protegê-los. Eram homens e mulheres, padeiros e motoristas, advogados e promotores, que se achavam muito civilizados apenas porque não lidavam com os judeus nos campos de concentração.

Mas eram eles que consertavam os trens que iam para Auschwitz. Eram eles que denunciavam os judeus. Eram eles que cumpriam ordens absurdas que deveriam questionar. Eram eles que não se incomodavam com os excessos de conhecidos que buscavam ganhar favores do governo. Foram eles, e principalmente eles, que permitiram que leis absurdas prosperassem e consentiram com a perseguição do justo, do bom e do correto.

E eles são justamente pessoas como Leomar Daroncho, como o sujeito que denuncia o pequeno empresário que resolve abrir sua loja na quarentena, o guarda civil que desmantela a barraca do camelô, o civil que se apressa a roubar a carga do caminhão que tombou ou o jornalista que busca fazer o público simpatizar com um pedófilo ao esconder seu passado. Para todos esses, há um lugar bem especial no inferno.

O ponto aqui é que essas pessoas são como os nazistas mais moderados. Não chego a compará-los com os comunistas, porque o inferno tem um lugar ainda pior para eles. Mas você acha mesmo que Deus vai deixar perambulando pela eternidade alguém que tenta extorquir um senhor que fez uma boa ação? Ou os palhaços que se fazem de fiscais e ligam para o Ministério Público para denunciar alguém que ajudou um menino em necessidade só porque ele estava trabalhando? Claro que não.

E não se engane: eles sempre vão ter uma desculpa para defender os seus absurdos. Nos massacres comunistas, era pela igualdade. No holocausto, era pelo bem da nação alemã. Em Luziânia, é para garantir que todos tenham medo da ideia de que crianças podem, sim, trabalhar. Veja que nem sempre são boas desculpas, mas são desculpas. O problema é que essas pequenas desculpas muitas vezes bastam para monstros justificarem suas monstruosidades. Para alguém com um código moral perturbado, basta que um punhado de palavras faça sentido em sua cabeça para que denuncie um judeu, roube a carga de um caminhão caído ou extorca o cidadão que ajudou o menino engraxate a comprar o presente do Dia dos Pais.

E você? O que acha do termo de extorsão contra o relojoeiro? Também acha que uma parte considerável dos agentes públicos sofre de analfabetismo moral? Será que não é a hora de identificar e prender esses elementos? Deixe seu comentário e até o próximo artigo.

Leia a íntegra do termo de extorsão abaixo:

Henrique Guilherme
É escritor e apresenta o programa O Patriota: A Voz da Resistência. Ele é economista, mestre em Administração Pública e hipnoterapeuta. Também é pós-graduado em Administração de Empresas, Biotecnologia, Matemática e História Militar. Guilherme é geek, patriota, de direita e, principalmente, cristão. Ele dedica sua vida a derrotar as forças do mal e criou a série de livros Guia do Patriota para ajudar todos aqueles que buscam fazer o mesmo.

3 COMENTÁRIOS

  1. É bom deixar claro a esse procurador Leomar Daroncho, que se ele tem uma preocupação com o trabalho infantil, há pôr todo o Brasil inúmeros infantis sendo recrutados pelo crime para comercialização de drogas, porém estão no anonimato precisando de fiscais que os intercepte, e não deixem a se tornar verdadeiros delinquentes.

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