Início Colunistas Mesmo "fazendo chover" no Pantanal, ainda culpam o Bolsonaro

Mesmo “fazendo chover” no Pantanal, ainda culpam o Bolsonaro

"Acusar o Presidente Bolsonaro desses incêndios é no mínimo leviano, irresponsável e oportunista", destaca Nelson Fonseca em novo artigo

-

Antes de acusar o Presidente Bolsonaro de responsabilidade nos incêndios no Mato Grosso do Sul, como fez aquela jogadorazinha de vôlei, procure entender a situação.

Várias são as causas dos incêndios: a falta de chuva, a ausência de gado e principalmente a ação humana.

O governo de Mato Grosso do Sul informou que perícias realizadas no Pantanal apontam a ação humana como a principal causa dos incêndios na região.

As multas são altíssimas, porém é muito difícil pegar o criminoso. Basta parar o carro por 30 segundos na beira da estrada e começar um incêndio.

Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam que os incêndios aumentaram mais de 220% este ano. O total de focos registrados este ano é superior a 7 mil, resultado recorde para a área.

É no mínimo muito estranho esse aumento tão significante. O fato é que NÃO FOI O COMBATE QUE DIMINUIU. FOI O NÚMERO DE FOCOS DE INCÊNDIO QUE AUMENTOU.

A estimativa é de que 1,7 milhão de hectares sejam atingidos.

A Delegacia de Meio Ambiente (Dema) trabalha para chegar aos responsáveis pelos incêndios. A previsão é de que o inquérito seja concluído em 30 dias, no mínimo. Porém, achar os responsáveis é como procurar agulha no palheiro.

Os incêndios nas matas dependem basicamente de três elementos: material combustível, condições climáticas favoráveis e fonte de ignição que dê início ao fogo.

O material combustível (capim) aumentou em virtude da diminuição de criação de gado na região. O gado, que come o capim, é um dos principais inibidores naturais dos incêndios.

As condições climáticas estão atípicas nesse ano. A região passa pela pior seca dos últimos 40 anos.

Os dois primeiros fatores são inevitáveis, no entanto, se não houver uma fonte de ignição, o fogo não acontece. É justamente neste ponto que é importante frisar o papel das autoridades em coibir o uso do fogo na região, principalmente em um ano muito seco, como está sendo esse.

A queima intencional para criação de pastos, incêndios causados por acidentes na rodovia, problemas técnicos em máquinas agrícolas e fogueiras usadas para extração de mel silvestre, também podem ser as causas de ignição. Porém não se pode atribuir à esses fatores um aumento tão significativo de um ano para outro. Isso reforça ainda mais a suspeita de ações criminosas e propositais de grupos ou pessoas interessadas em prejudicar o Governo.

A prevenção, fiscalização e combate ao fogo É, À PRINCIPIO, DE RESPONSABILIDADE DO GOVERNO ESTADUAL.

No entanto, caso a intervenção federal seja solicitada, as Forças Armadas, Policia Federal e a Força Nacional podem ser empregadas.
Para isso é necessário que o governador faça uma solicitação formal.

Assim como para o envio de verbas
é necessário a decretação de “estado de emergência” pelo Governo Estadual.

Até então, todas as solicitações do Governo de Mato Grosso do Sul foram prontamente atendidas pelo Governo Federal.

Equipes do Ministério do Meio Ambiente e das Forças Armadas começaram a atuar desde 25 de Julho no auxílio ao combate a incêndios no Pantanal, no estado de Mato Grosso do Sul. A iniciativa foi uma resposta a um pedido do governador do estado, Reinaldo Azambuja.

Agora o governador solicitou também a presença da Força Nacional e foi prontamente atendido.

O Governo Federal está atuando, junto aos órgãos estaduais, no combate ao fogo, inclusive com o emprego de várias aeronaves.

Quanto às praticas criminosas, o maior problema é a IMPUNIDADE sobre os crimes ambientais (entre outros). Basta ver os casos de Mariana e Brumadinho. Mas isso é de responsabilidade do Poder Judiciário e não do Executivo.

Não sei se a legislação é muito branda. Nesse caso o problema seria do Poder Legislativo. Mas de nada vai adiantar endurecer as leis se o Judiciário não punir os criminosos.

Os governadores costumam exercer a sua autonomia como bem entendem. Vide os contratos para aquisição de vacinas assinados por alguns governadores diretamente no exterior, à revelia e em paralelo ao Ministério da Saúde, que optou pela vacina de Oxford, mais promissora e confiável.

Também foram independentes quando tomaram as medidas de isolamento e fechamento do comércio à revelia das orientações do Governo Federal.

Mas quando algo foge do controle, como os incêndios no MS, tentam responsabilizar o Governo Federal.

A “perseguição” à criação de gado solto na região e as proibições às queimadas preventivas em fazendas e em reservas ambientais provocaram o acúmulo de matéria orgânica (mato, galhos e folhas secas), que depois serviu de combustível para os incêndios.

O boi criado solto, ao comer o capim, ajuda a diminuir a quantidade de material orgânico disponível para a queima — a diminuição do rebanho no Pantanal teria impedido o “boi bombeiro” de cumprir seu papel no controle do fogo.

MAS FILHO FEIO NÃO TEM PAI, OU MELHOR, O PAI É O BOLSONARO.

Incêndios florestais estão acontecendo em todo o mundo nesse ano atípico e catastrófico. A situação na Califórnia e na África é tão ou mais grave que no Brasil. Temos também incêndios na Espanha, Paraguai, Bolívia, Austrália e até no Ártico Siberiano.
Mas o “mimimi” é só no Brasil.

Notícias estão sendo publicadas na internet utilizando fotos de incêndios na Califórnia e Austrália com se fossem no nosso Pantanal.

Não se assustem se virem cangurus tostados em alguma reportagem como se fosse no Pantanal, assim como as girafas amazônicas.

A tentativa de macular a imagem do Brasil no exterior é criminosa e antipatriótica. Isso não prejudica o presidente, prejudica o Brasil.

Dados da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, e do Sistema Copernicus, da União Europeia, revelam que os incêndios mundiais foram os maiores de todos os tempos, com base nos 18 anos de dados sobre incêndios florestais globais compilados pelas organizações.

Até concordo que o Bolsonaro podia fazer mais. Bem que ele tentou ao “fazer chover” no Pantanal, mas sua magia não foi suficiente. Ele tem que melhorar a sua “dança da chuva”.

Diante de tudo isso, acusar o Presidente Bolsonaro desses incêndios é no mínimo leviano, irresponsável e oportunista.

Espero que a Luiza Erundina ou a Marina Silva não engravidem, pois fatalmente o Bolsonaro seria acusado de ser o pai.

O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é WhatsApp-Image-2020-08-28-at-16.22.04.jpeg

Nelson Fonseca (Colunista) É profissional de TI aposentado, de direita, conservador, patriota e cristão. Atualmente luta, incessantemente, contra o Comunismo e a degradação social e dos conceitos cristãos.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

WhatsApp Receba as notícias do Relevante