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Maurício Souza não é homofóbico. A esquerda que quer controlar o que você pensa

"Por que a perseguição contra Maurício Souza é mais importante do que parece e a sociedade precisa apoiá-lo", revela Henrique Guilherme em novo artigo

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O caso começou no dia 12 de outubro, quando o jogador de vôlei Maurício Souza cometeu o “crime” de postar sua opinião em seu perfil no Instagram. Interessante que, antes dessa confusão toda, Maurício tinha pouco mais de 200 mil seguidores na plataforma, e agora está com quase 2,1 milhões. Na postagem, ele comentou a nova criação da DC Comics: o Superman gay, ou Supergay (você escolhe).

Seu comentário foi simplesmente esse: “A é só um desenho, não é nada demais 🤨🤐 Vai nessa que vai ver onde vamos parar…”.

Isso foi o suficiente para os justiceiros sociais da esquerda quererem a cabeça dele. Até aí nada de novo. O mundo está cheio de pessoas que a esquerda cancela por fazerem comentários perfeitamente sensatos e normais. O verdadeiro problema começou quando dois patrocinadores do time em que o jogador atuava se manifestaram.

A FIAT se pronunciou pelo Twitter no dia 26 de outubro, cobrando a punição do jogador por manifestar sua opinião: “Estamos atentos aos últimos acontecimentos envolvendo o time de vôlei Fiat Minas Gerdau e o jogador Maurício Souza, e portanto, cobrando as medidas cabíveis, de acordo com o nosso posicionamento inegociável diante do respeito à diversidade e à inclusão”.

A Gerdau foi na mesma linha e postou: “Repudiamos qualquer tipo de manifestação de cunho preconceituoso ou homofóbico. Já solicitamos a posição oficial do clube sobre as tratativas necessárias ao caso para adotar as medidas cabíveis, o mais breve possível. Reforçamos nosso compromisso com a diversidade e inclusão, um valor inegociável para a companhia”.

O jogador comprou a narrativa e postou um vídeo se desculpando “a quem tenha se sentido ofendido”, no dia 27 de outubro. No mesmo dia, ele divulgou sua demissão, que ocorreu poucas horas depois do pedido público de desculpas. Esse caso é muito mais importante do que você imagina e pode nos ensinar mais do que parece num primeiro momento.

E a primeira lição quem deve aprender é o próprio jogador: nunca se desculpe por falar a verdade. Nunca se desculpe por falar o que é certo. Daniel Silveira também fraquejou antes de sua prisão e se desculpou. Além de fortalecer a posição dos tiranos que queriam calá-lo, não adiantou nada. Ou seja, já é tempo de aprender que não devemos nos desculpar por falar a verdade. Não devemos pedir desculpas por dizer que o céu é azul e a grama é verde. E não se deve pedir desculpas por dizer que homem deve dormir com mulheres, e não com outros homens.

Outra lição a ser aprendida é que a perseguição contra cristãos e conservadores é muito maior do que parece. Duas empresas grandes pediram a cabeça de Maurício Souza apenas por alertar seus seguidores sobre a agenda cultural que a esquerda quer para os jovens. A FIAT e a Gerdau o perseguiram apenas por dizer: “A é só um desenho, não é nada demais 🤨🤐 Vai nessa que vai ver onde vamos parar…”.

Se essas empresas buscaram demitir o jogador de um time que elas apenas patrocinam, imaginem o clima entre os funcionários que trabalham diretamente para elas? Há espaço para funcionários conservadores na FIAT e na Gerdau? E o que temos que questionar é: por que comprar os produtos de empresas que não nos aceitariam como funcionários? Que nos perseguem por nossas opiniões? Que não só discordam da nossa visão de mundo, mas atuam de forma agressiva contra nossa cultura e opiniões?

Eu não estou defendendo algum tipo de punição para essas empresas. Que seus donos façam o que quiserem com o que é deles. Mas é hora de a direita ver que a esquerda quer apenas uma coisa: a nossa completa e inegociável subordinação à sua agenda. E se alguém se levantar para nos alertar “onde vamos parar”, ela não poupará esforços para silenciar esses espíritos rebeldes.

É hora de cristãos e conservadores dizerem em alto e bom som: eu não patrocino progressistas. Eu não contrato pessoas de esquerda. Eu não financio quem quer destruir minha família e minha cultura. Sem pedir desculpas. Sem meias palavras. A esquerda internacional já deu exemplos suficientes de que quer nossa morte por inanição: perseguem canais como Terça Livre e Artigo 220 até sua completa extinção; tiram de jornalistas como Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio qualquer fonte de renda que tenham para se alimentar; prendem conservadores por emitirem suas opiniões ao mesmo tempo em que deixam livres pedófilos e traficantes. Exemplos não faltam. Então, está mais do que na hora de reconhecer essa perseguição e assumir posições sérias.

A terceira e mais importante lição é perceber que homofobia é só uma desculpa genérica e mal definida para perseguir conservadores. Para começar que o termo é mesmo mal definido. Teoricamente, ele só deveria ser aplicado a quem tem medo de homossexuais. Apenas àquelas pessoas que entram em pânico ao se aproximar de um gay ou de um travesti. Mas creio que poucas pessoas tenham esse tipo de distúrbio.

A esquerda trabalha com a ideia genérica e falsa de que homofóbico é quem odeia homossexuais. Ela atua sempre com a concepção de que homofobia é o ódio cultural contra gays, lésbicas e afins. A noção da esquerda é tão imprecisa que comporta a acusação da postagem do Maurício Souza como homofobia, mas isenta aqueles que tentam ofender Bolsonaro chamando-o de gay.

Algumas celebridades desconhecidas tomaram a frente no apedrejamento de Maurício Souza. Felipe Andreoli, que fez parte do já esquecido CQC e agora é apresentador na Globo, foi um desses influenciadores que apareceram para chamar o jogador de homofóbico e acusá-lo de homofobia. Só que a internet não perdoa e desenterrou algumas postagens de Andreoli que mostram bem que o termo é usado principalmente para perseguir a direita.

Ou seja, parece que se Maurício Souza é de alguma forma homofóbico, Andreoli é ainda mais. O mesmo ocorre com todos os autodeclarados defensores dos homossexuais que chamam de gay qualquer um que discorda deles. Eu não chamaria um homossexual de homem se quisesse ofendê-lo. Então, parece estranho que um homossexual tente nos ofender nos chamando de homossexuais ou gays enrustidos. Mas é isso que ocorre e ninguém do lado deles é chamado de homofóbico quando faz isso. E é por isso que a direita tem que aprender que a esquerda usa a homofobia apenas como uma forma de controlar o discurso.

E você? Já foi chamado de homofóbico sem saber por quê? E como você acha que devemos chamar o novo Superman? Supergay ou Super-homossexual? Deixe sua opinião e até o próximo artigo.

Confira também o vídeo:

Henrique Guilherme (Colunista) É escritor e apresenta o programa O Patriota: A Voz da Resistência. Ele é economista, mestre em Administração Pública e hipnoterapeuta. Também é pós-graduado em Administração de Empresas, Biotecnologia, Matemática e História Militar. Guilherme é geek, patriota, de direita e, principalmente, cristão. Ele dedica sua vida a derrotar as forças do mal e criou a série de livros Guia do Patriota para ajudar todos aqueles que buscam fazer o mesmo



Henrique Guilherme
É escritor e apresenta o programa O Patriota: A Voz da Resistência. Ele é economista, mestre em Administração Pública e hipnoterapeuta. Também é pós-graduado em Administração de Empresas, Biotecnologia, Matemática e História Militar. Guilherme é geek, patriota, de direita e, principalmente, cristão. Ele dedica sua vida a derrotar as forças do mal e criou a série de livros Guia do Patriota para ajudar todos aqueles que buscam fazer o mesmo.

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