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Manifestações de 1º de maio surtem efeito: decreto do fim do lockdown pode estar a caminho!

"Em discurso inspirado e confiante do apoio popular, Bolsonaro indica que fim do lockdown pode estar próximo", revela Henrique Guilherme em novo artigo

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As manifestações de 1º de maio de 2021 foram um divisor de águas na história recente do Brasil. Nas principais cidades do país, milhões se reuniram para apoiar o presidente em sua luta contras as forças que estão condenando milhões ao desemprego e ao desespero. Por um lado, os números foram tão expressivos que nem os jornais mais progressistas conseguiram ignorar. Praticamente todos tiveram que noticiar o que estava bem evidente. E não podia ser diferente, já que a população está bastante cansada das políticas de fechamento que têm sido impostas a ela. Se essas manifestações mostraram alguma coisa é que o brasileiro quer voltar a trabalhar e está cansado de ser tratado como cobaia de governadores que parecem conspirar para a falência econômica das famílias em seus estados.

Idosos na Manifestação de Primeiro de Maio na Avenida Paulista em São Paulo(SP)

Por outro lado, tudo indica que o presidente ouviu a voz das ruas e irá atuar em breve. Neste dia 5 de maio, Bolsonaro fez um discurso durante o lançamento da Semana Nacional de Comunicações que deve ter deixado muito esquerdista de cabelo em pé. Ele não só indicou que os fechamentos aleatórios impostos nos estados podem estar chegando ao fim, como falou da importância de termos eleições limpas e transparentes no ano que vem, além de ter dado algumas pontadas bem-educadas na China. Nesse discurso, o presidente mostrou que sabe muito bem que o sucesso em 2022 depende de duas coisas: do apoio popular, que ele já tem, e de um processo eleitoral limpo, transparente e auditável.

Apesar das vozes contrárias, o governo tem sido muito bem conduzido e tudo indica que o povo parece saber disso. A mensagem que Bolsonaro tem se preocupado em passar é: quem está fechando tudo e dificultando a nossa vida são os governadores, não ele. A estratégia de seus inimigos também é clara: vamos deixar o Brasil quebrar; nós usaremos nossos jornalistas para convencer o povo que a culpa é do presidente. Bolsonaro sabe disso e parte do seu trabalho tem sido mesmo deixar claro que se tem alguém querendo nos prender em nossas casas e fechar nossos negócios, não é ele. Mas ele também sabe que, para muita gente, apenas palavras não bastam. Ele precisa “entregar” alguma coisa, e logo, para manter seus índices de popularidade e garantir parte da vitória em 2022. Nesse sentido, a possibilidade de um decreto que force os governadores a darem um fim às políticas que já estão condenando algumas cidades à fome é a melhor notícia do dia.

Contudo, as interferências do STF nos outros poderes e a presença de verdadeiros delinquentes na presidência do TSE (sempre algum membro da quadrilha que ocupou aquele tribunal) colocam em risco o processo eleitoral no ano que vem. Muitos já desconfiam da lisura de nossas eleições e da falta de transparência das urnas eletrônicas. Para muitos, eu incluso, se tudo continuar como está, Bolsonaro pode ter até 80% dos votos, os donos do sistema não deixarão ele ganhar se puderem fazer a contagem às escuras e sem supervisão. Essa desconfiança aumenta quando sabemos que os responsáveis por essa contagem fazem tudo para se livrar de qualquer tipo de auditoria ou fiscalização independente.

Nesse sentido, destaca-se o tom de desafio quando falou sobre a possibilidade de os malandros togados sabotarem suas iniciativas, mostrando que está preparado para isso. O presidente deixou claro que se um decreto de auditoria de voto for aprovado, ele será cumprido. Ele mostrou que não aceitará tão facilmente as intervenções descabidas que o executivo e o legislativo têm sofrido da quadrilha instalada no STF. Ele mostrou estar bem ciente que um bom futuro depende de sua capacidade de restaurar o país à normalidade e de garantir eleições limpas e transparentes. Suas falas também revelaram que parece haver uma harmonia do legislativo com o executivo nessas pautas. Isso pode indicar que nossos congressistas também estão dispostos a se rebelar contra os desmandos dos delinquentes de toga e restabelecer sua independência constitucional, o que é uma ótima notícia.

Bolsonaro fechou o discurso com chave de ouro ao dar algumas cutucadas bem-educadas na China. Mesmo sem mencionar o país governado por comunistas diretamente, o presidente falou da possibilidade de a COVID ter sido desenvolvida em laboratórios chineses, tese que encontra respaldo tanto em documentos da inteligência americana quanto em denúncias de cientistas chineses perseguidos. Ele também chamou a atenção para o país que mais lucrou e cresceu com as políticas de fechamento que foram impostas em diversas partes do mundo, que todos sabem ser a China. Essas pequenas provocações são importantes no contexto do evento em que estava, a Semana Nacional da Comunicação, e da iminência dos leilões para implantação no Brasil da tecnologia 5G.

Não se pode deixar de relacionar o tom mais duro em seu discurso com a mudança de comando tanto do Ministério da Defesa quanto dos três segmentos das Forças Armadas. Enquanto os antigos comandantes fingiam que o Brasil não sofria ataques virtuais de outras nações ou que essas agressões não eram problema deles, a atual gestão parece ter levado esses problemas à sério. Ou seja, talvez o tom do presidente seja decorrente de novas informações que tem recebido, que dariam substância ao que todo mundo sabe: a China não nos quer bem. Então, seja por mostrar uma conduta mais profissional desses órgãos, seja por indicar que o presidente pode vetar a participação de empresas chinesas dos leilões de 5G, essa também é uma boa notícia.

De qualquer modo, é difícil separar a postura mais audaz de Bolsonaro com as manifestações do dia 1º. As dezenas de passeatas e carreatas que ocorreram em todos os grandes centros mostraram que o povo continua apoiando a agenda conservadora do presidente e que está consciente dos desafios que ele enfrenta. Ele chamou e o povo foi para as ruas. Ele quis um sinal e recebeu algo gigantesco. E se depender do povo e daquelas pessoas que foram às ruas em 1º de maio, temos um bom futuro pela frente. E você, participou das manifestações? Qual a sua opinião sobre elas? Deixe seu comentário e até o próximo artigo.

Henrique Guilherme (Colunista) É escritor e apresenta o programa O Patriota: A Voz da Resistência. Ele é economista, mestre em Administração Pública e hipnoterapeuta. Também é pós-graduado em Administração de Empresas, Biotecnologia, Matemática e História Militar. Guilherme é geek, patriota, de direita e, principalmente, cristão. Ele dedica sua vida a derrotar as forças do mal e criou a série de livros Guia do Patriota para ajudar todos aqueles que buscam fazer o mesmo

Henrique Guilherme
É escritor e apresenta o programa O Patriota: A Voz da Resistência. Ele é economista, mestre em Administração Pública e hipnoterapeuta. Também é pós-graduado em Administração de Empresas, Biotecnologia, Matemática e História Militar. Guilherme é geek, patriota, de direita e, principalmente, cristão. Ele dedica sua vida a derrotar as forças do mal e criou a série de livros Guia do Patriota para ajudar todos aqueles que buscam fazer o mesmo.

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