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Jovens criam gênero super-hétero para se proteger de acusações de homofobia

"Para se proteger de acusações de homofobia por não sair com transexuais e travestis, adolescentes criam o termo super-hétero: pessoas que se relacionam apenas com pessoas que são biologicamente do sexo oposto", revela Henrique Guilherme em novo artigo

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Primeiramente, adianto que essa discussão expõe uma clara contradição daquilo que chamam de ideologia de gênero. A ideia por trás da ideologia de gênero é que os conceitos de homem e mulher são apenas construções abstratas que podem ser alterados e manipulados conforme as tradições da sociedade. Então, para começar, se eles acreditassem tanto nisso, por que um transexual tem que arrancar uma parte do seu corpo para aceitar sua orientação? Por que eles têm que passar por cirurgias e terapias de alteração física para se encaixarem numa das muitas letras que inventam para caracterizar suas preferências sexuais?

Então, vamos ao caso: nas redes sociais, principalmente no aplicativo conhecido como TikTok, vários homossexuais fizeram vídeos acusando garotos de homofobia por não quererem se relacionar com transexuais. Um norte-americano fez uma resposta irônica dizendo que criou um novo gênero, o dos super-héteros, que seriam pessoas que só se relacionam com pessoas que nasceram com o sexo oposto aos seus. A ideia é que da mesma forma que o movimento GLS (eu me recuso a dar credibilidade àquela sopa de letrinhas que eles querem que usemos) aceita que gays não se relacionem com mulheres e lésbicas não se relacionem com homens, ele também deve aceitar as preferências desse novo gênero.

Traduzindo: Aprenda as diferenças e pare de ser intolerante.
Detalhe: os bonecos pintados de azul, rosa e branco são transexuais.

Isso gerou um movimento que alcançou vários países, inclusive o Brasil. Muitos jovens passaram a postar vídeos se declarando super-héteros em resposta a acusações de homofobia quando declaram que jamais sairiam com um transexual. Quando recebiam uma resposta sendo acusados de homofóbicos, os jovens devolveram na mesma moeda, dizendo que estavam sofrendo super-heterofobia. O caso é engraçado porque pega o movimento GLS em suas contradições. Se eles aceitam que gays não saiam com mulheres e lésbicas não saiam com homens, eles deveriam aceitar que heterossexuais tenham suas próprias preferências. E quando o movimento mostrou que se declarar heterossexual não bastava para que um homem negasse um relacionamento com outro homem, por que não criar um novo gênero para ter o mesmo tratamento das demais orientações?

https://vm.tiktok.com/ZMekPjoU2/

O debate é interessante por causa do seguinte: você já notou que quase ninguém mais fala de travesti? Até mesmo em publicações acadêmicas o termo está sendo sistematicamente deixado de lado. Isso porque uma das agendas do movimento GLS é justamente classificar pelo menos parte dos travestis no grupo de transexuais. O fato de não terem passado por cirurgias e mutilações seria apenas um detalhe, porque para o movimento o que vale é o que a pessoa diz que é. E a existência de pessoas que acham que devem cortar partes de seus corpos ou mutilar seus seios para se adequarem aos seus próprios gêneros é apenas uma contradição infeliz que eles preferem não processar.

Essa nova agenda de incluir os travestis no grupo de transexuais tem dois objetivos. Em primeiro lugar, agradar aqueles travestis que se consideram “mulheres em corpo de homens”, mas que têm medo da mutilação necessária para fingirem que alcançaram sua forma final. E em segundo lugar, agradar também aquelas mulheres que se consideram “homens em corpo de mulher” e que conhecem as dificuldades de reproduzir cirurgicamente qualquer coisa parecida com um órgão sexual masculino funcional. No final das contas, o movimento ganharia pela agregação de dois grupos que nunca tiveram muita dinâmica social (os travestis dos dois sexos) em uma mesma bandeira mais diluída. Mas os jovens que provavelmente estão vendo isso acontecer, estão morrendo de medo de serem tachados de intolerantes caso rejeitem as investidas do amiguinho travesti.

Veja que em todos os países, o movimento GLS tenta vender o transexualismo por meio de celebridades que notadamente são produzidas para esse fim. Ou você ainda não percebeu que Thammy Gretchen aparece na mídia única e exclusivamente por causa do seu comportamento sexual? Lea T, filho do jogador de futebol Toninho Cerezo, também ganhou destaque alguns anos atrás apenas por fazer parte do grupo. Em nome de uma bandeira política, e até da satisfação de alguns milionários que financiam a mídia mundial, o movimento que glamouriza o transexualismo tenta esconder duas verdades que poucos conhecem:

1) A primeira é que o transexualismo e o travestismo ainda são considerados como transtornos psiquiátricos no Código Internacional de Doenças (CID-10), manual elaborado pela própria Organização Mundial da Saúde. Conforme o CID-10, travestismo e transexualismo são distúrbios da mente classificados nos códigos F640 (transexualismo) e F641 (travestismo bivalente). E para provar que a internalização do travestismo dentro do transexualismo é uma agenda, a OMS já irá colocar todos esses distúrbios dentro de uma só classificação, registrando-os como incongruência de gênero no CID-11, que substituirá o presente manual a partir de 2022.

2) A segunda verdade é que, como qualquer distúrbio, o transexualismo tem características que afetam a saúde e a vida da pessoa. Pesquisas mostram que a incidência de suicídio e de tentativa de suicídio é bem maior entre transexuais do que entre heterossexuais e até homossexuais que se identificam com seu gênero biológico. Basicamente, entre 22% e 43% dos transexuais já tentaram suicídio alguma vez na vida. Dois terços deles já tentaram se ferir de alguma forma. E eles pensam em se matar duas vezes mais que gays e lésbicas que não se identificam como transexuais. Eles passam por uma luta constante com a realidade e muitas vezes preferem acabar com suas vidas a aceitar que nasceram no corpo perfeito para eles e que têm que lidar com isso.

Há várias falhas na argumentação do movimento GLS para justificar esses números. Eles dizem que transexuais tentam se matar mais porque sofrem mais preconceitos, mas não explicam porque gays e lésbicas que convivem com eles não consideram suicídio com a mesma frequência. Além disso, estudos em países diferentes, com diferentes níveis de abertura social para o homossexualismo, registram números semelhantes. De forma quase unânime, o padrão se repete nos EUA, no Canadá, no Reino Unido e até na Índia. Tudo indica mesmo que os transexuais tentem se matar com tanta frequência por não aceitarem a realidade de seus corpos, e não por qualquer outro motivo.

No final, a criação dos super-héteros foi uma jogada despretensiosa que alcançou uma dimensão bem maior porque ninguém mais aguenta o papo-furado GLS e sua defeituosa ideologia de gênero. Mostrou que até um jovem fazendo piada consegue incomodar aqueles que se pautam por ideologias ruins com bases fracas. A resposta suscitou uma série de vídeos de jovens (na maioria das vezes conservadores ou cristãos) que passaram a postar novos argumentos para responder às investidas afetadas de militantes GLS. Ou seja, como não há um grande número de pensadores para criar e popularizar boas respostas à loucura que se tornou a agenda homossexual, os próprios jovens estão suprindo essa lacuna, o que é um ótimo sinal.

Como adultos, não devemos levar essa tendência à sério. Não é necessário adotar um novo termo para uma qualidade que já existe. Mas tenho certeza de que seus filhos adolescentes vão fazer chegar esse termo até você. Eu tenho consciência de que nós, conservadores e cristãos, não somos homofóbicos. O fato de seguirmos um Deus que nos orientou quanto aos relacionamentos que nos engrandecem e os que nos prejudicam não nos faz temer ou odiar homossexuais. Prova disso é que muitos homossexuais procuram igrejas para serem curados e adotarem uma vida que agrade a Deus. Mesmo que alguns não concordem com os termos que usamos, isso mostra que eles sabem que não sofrerão qualquer tipo de violência em nosso meio.

Claro que a grande mídia tenta convencer a população do contrário, mas é uma verdade facilmente verificável que muitos homossexuais estão indo aos templos e que são bem tratados por lá. Basta buscar na internet que você irá encontrar diversos testemunhos de ex-homossexuais que tiveram suas vidas mudadas pela igreja. Então, já é hora de a sociedade amadurecer e ter consciência de que está errada a narrativa de que temos algum tipo de culpa por escolher um relacionamento conforme o que Deus quer. Já é hora de enfrentar acusações maldosas de militantes de esquerda de cabeça erguida e responder à altura. Já passou a hora de fazermos a sociedade dançar conforme o nosso ritmo, e não de acordo com aqueles que querem nos destruir.

E você, o que acha disso? Também é um super-hétero? Deixe seus comentários e até o próximo artigo.

Henrique Guilherme (Colunista) É escritor e apresenta o programa O Patriota: A Voz da Resistência. Ele é economista, mestre em Administração Pública e hipnoterapeuta. Também é pós-graduado em Administração de Empresas, Biotecnologia, Matemática e História Militar. Guilherme é geek, patriota, de direita e, principalmente, cristão. Ele dedica sua vida a derrotar as forças do mal e criou a série de livros Guia do Patriota para ajudar todos aqueles que buscam fazer o mesmo

Henrique Guilherme
É escritor e apresenta o programa O Patriota: A Voz da Resistência. Ele é economista, mestre em Administração Pública e hipnoterapeuta. Também é pós-graduado em Administração de Empresas, Biotecnologia, Matemática e História Militar. Guilherme é geek, patriota, de direita e, principalmente, cristão. Ele dedica sua vida a derrotar as forças do mal e criou a série de livros Guia do Patriota para ajudar todos aqueles que buscam fazer o mesmo.

1 COMMENT

  1. Em primeiro de tudo, você mostra sua ignorância mencionando “homossexualismo” esse termo foi deixado para trás a muito tempo… mas é compreensível por uma pessoa que só sabe falar merda e se diz escritor, beijos e abraços.

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