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Discurso histórico de Jair Bolsonaro antecipa manifestação que pode mudar os rumos do Brasil

O discurso mais importante até agora: ou teremos eleições limpas e democráticas ou não haverá eleição. Próxima manifestação na Paulista pode mudar o destino do Brasil

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Primeiro vamos ler o discurso realizado pelo presidente Jair Bolsonaro ao povo de Brasília, durante a manifestação do dia 1º de agosto na Esplanada dos Ministérios:

“Eu fico muito feliz e orgulhoso de ver o povo brasileiro cada vez mais se inteirando do que acontece no Brasil, como é o jogo do poder, como cada vez mais consegue se identificar aqueles que tem um discurso de democracia apenas da boca para fora, cada vez mais entender que algumas pessoas aqui, no Planalto Central, usando a força do poder, querem a volta daqueles que saquearam o país há pouco tempo, querem a impunidade e a corrupção. Não pode, em nenhum regime democrático, uma pessoa ser aquela dona da verdade, e (pressionar) o que ela quer impor à sociedade. Não tem igual nenhum lugar do mundo que age dessa maneira. Vocês estão ali, além de clamar pela garantia da nossa liberdade, buscando uma maneira que tenhamos eleições limpas e democráticas ano que vem. Ou teremos eleições limpas e democráticas, ou não haverá eleição.

Eles são de fato o meu exército, o nosso exército. Que a vontade popular seja expressa na contagem pública dos votos. Nós temos que ter a certeza de que quem você porventura votar, o seu voto vai ser computado para aquela pessoa. Para as eleições últimas, estão recheadas de indícios fortíssimos de manipulação. Isso não pode ser admitido por mim e nem por vocês. Nós juntos somos a expressão da democracia no Brasil. O nosso entendimento, a minha lealdade ao povo brasileiro, o meu temor a Deus, a nossa união nos libertará das sombras do comunismo e do socialismo. Temos problemas no momento no Brasil. Temos a questão da pandemia. Temos uma das maiores crises que é a falta d’água no Brasil. Tivemos também a geada. Isso impacta na ponta da linha em inflação e sacrifício para todos nós.

Mas nós temos que enfrentar esses problemas. Buscar cada vez mais soluções para os mesmos. E não deixar que um pequeno grupo que parece que mantém refém um outro pequeno grupo, (faça) chantagens para que venhamos a ter eleições sem qualquer forma de ser auditada. Quem fala que ela é auditável e segura é mentiroso. É quem não tem amor à democracia e não respeita o seu povo. Essas pessoas têm que reconhecer qual o seu lugar. Eu não vou entrar em provocações baratas. Eu quero uma forma limpa de realizar eleições. Quem for contra a vontade de vocês, que é a contagem pública dos votos, que é o voto democrático, está contra a democracia. Nós somos a maioria no Brasil. Nós estamos no lado certo. Nós não vamos esperar acontecer para depois tomar providências. Juntos nós faremos o que tiver que ser necessário para que, repito, haja contagem pública dos votos e tenhamos eleições democráticas no ano que vem.

Não estou aqui, em hipótese alguma, querendo impor a minha vontade. É a vontade de vocês. Se preciso for, para dar um último alerta para aqueles que não têm respeito para conosco, eu convidarei o povo de São Paulo, que é a maior capital do Brasil, (na Avenida Paulista), para que o som dele, a voz do povo, seja ouvida por aqueles que teimam em golpear a nossa democracia. Se o povo lá dizer que o voto tem que ser auditável, que a contagem tem que ser pública, e que o voto tem que ser impresso na forma como se propõe a PEC da deputada Bia Kicis, que tem como relator Felipe Barros, tem que ser dessa maneira. Que o parlamento também responde pela vontade popular. Fui parlamentar por 28 anos e nós devemos lealdade ao povo brasileiro. Digo mais: a maioria da câmara, pelo que sei, foi favorável ao voto impresso. É uma minoria que foi agora escolhida por líderes depois de uma reunião com o Barroso, um ministro que deveria ser o primeiro a lutar do lado da transparência das eleições está exatamente do outro lado. As provas, senhor ministro Barroso, foram apresentadas com indícios. Quanto mais indícios, mais robusta é a prova.

Indo para o encerramento, para não se prolongar por muito tempo. As próprias eleições de São Paulo, como demonstrei aqui, depois de apenas 0,39% votos apurados, do primeiro ao oitavo lugar, essa mesma classificação terminou ao final da apuração. E, acreditem, com exatamente os mesmos percentuais, desconsiderando as casas decimais. Prova maior que essa não existe, de que as eleições em São Paulo não seguiram realmente a vontade popular. Ela pode ter acontecido dessa forma? Pode. Mas é a mesma coisa que você ganhar meia dúzia de vezes consecutivas na mega-sena. Assim sendo, o que nós queremos, o que o povo exige, e se o povo exige e me der essa (prova), pode ter certeza, ajuntando a maioria no parlamento (…) teremos eleições limpas, voto democrático e uma contagem pública dos votos.

Parabéns a vocês que estão nas ruas, num domingo, que poderiam estar em casa com suas famílias, mas estão aí, lutando e se empenhando e mostrando cada vez mais para todas as autoridades aqui de Brasília, que vocês querem é exatamente eleições democráticas ano que vem.

Se vocês, assim como desejam, depois dessa manifestação que está tendo em vários locais do Brasil, algumas autoridades continuarem se mostrando insensíveis, sobra para mim uma última oportunidade, repito, convidar o povo de São Paulo a comparecer à Paulista, e de acordo com esse efetivo, vocês realmente nos sinalizando como devemos nos comportar esse desejo de vocês será cumprido aqui em Brasília. E nós sempre estaremos ao lado do povo, ao lado da democracia, lutando pela nossa liberdade. Muito obrigado a todos vocês. Mais uma vez, parabéns. Brasil acima de tudo. Deus acima de todos”.

O Tribunal Superior Eleitoral já tremeu nas bases e abriu inquérito contra o presidente no dia seguinte, dia 2 de agosto, possivelmente com a intenção de declará-lo inelegível ano que vem. O inquérito, totalmente absurdo, busca investigar “ataques contra o sistema eletrônico de votação e à legitimidade das eleições de 2022”. Vejam que o mesmo grupo que fez de tudo para tirar o maior bandido do Brasil da cadeia e devolvê-lo à vida política quer golpear o presidente Jair Bolsonaro por manifestar uma opinião compartilhada pela maioria dos brasileiros: que as urnas eletrônicas (fabricadas na escuridão do regime venezuelano) não são confiáveis.

O ponto alto do discurso foi a aparente promessa de uma ação mais incisiva do presidente contra aqueles que se acham os donos do Brasil, condicionando seus próximos passos à sinalização da população em uma próxima manifestação. Mas creio que se essa manifestação se tornar necessária teremos que pedir não apenas o voto auditável, mas o uso do artigo 142 para investigar aqueles que abusaram de seus poderes para manter as eleições menos transparentes e responsabilizar os servidores e ministros que participaram das fraudes anteriores.

O que nos resta é esperar e preparar para que essa manifestação em São Paulo seja gigante. Caso o voto auditável dependa da sua participação na próxima manifestação da Paulista, você irá? Deixe seu comentário e até o próximo artigo.

Henrique Guilherme (Colunista) É escritor e apresenta o programa O Patriota: A Voz da Resistência. Ele é economista, mestre em Administração Pública e hipnoterapeuta. Também é pós-graduado em Administração de Empresas, Biotecnologia, Matemática e História Militar. Guilherme é geek, patriota, de direita e, principalmente, cristão. Ele dedica sua vida a derrotar as forças do mal e criou a série de livros Guia do Patriota para ajudar todos aqueles que buscam fazer o mesmo

Henrique Guilherme
É escritor e apresenta o programa O Patriota: A Voz da Resistência. Ele é economista, mestre em Administração Pública e hipnoterapeuta. Também é pós-graduado em Administração de Empresas, Biotecnologia, Matemática e História Militar. Guilherme é geek, patriota, de direita e, principalmente, cristão. Ele dedica sua vida a derrotar as forças do mal e criou a série de livros Guia do Patriota para ajudar todos aqueles que buscam fazer o mesmo.

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